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Plantas Aquáticas

Plantas Frontais para Aquários de Água Doce

Segue abaixo uma pequena lista de plantas aquáticas que são recomendadas para serem colocadas na parte fronteira dos aquários de água doce. Essas plantas possuem um crescimento e aparencia adequados para serem adicionadas no solo localizado proximo a area de visão do tanque.

Além de serem plantas muito lindas, elas também ajudam na filtragem e controle biológico do aquário, além de possuirem fácil manutenção.

Lilaeopsis brasiliensis
Origem América do Sul
Tamanho 4 a 7cm
Luz Elevada
Temperatura 15 a 26ºC
Dureza Macia a dura
pH 6 a 8
Crescimento Lento
Exigência Difícil

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Vesicularia dubyana

Musgo de Java

Origem Sudeste da Ásia
Tamanho Variável
Luz Baixa a elevada
Temperatura 15 a 28ºC
Dureza Macia a dura
pH 5 a 9
Crescimento Lento
Exigência Fácil

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Cryptocoryne willisii
Origem Sri Lanka
Tamanho 7 a 20cm
Luz Média
Temperatura 20 a 30ºC
Dureza Macia a dura
pH 5.5 a 8
Crescimento Lento
Exigência Fácil

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Como Funciona a Química da Água dos Aquários

Todos nós sabemos que água é extremamente importante para a manutenção e saúde dos peixes e plantas no aquário. Um dos fatores importantes a serem controlados é o pH, sendo que os outros são menos usados, e são aplicados normalmente quando se tenta manter espécies mais sensíveis no aquários.

Os peixes em nossos aquários são provenientes de várias partes do mundo aonde habitam águas com características químicas específicas, nas quais as espécies evoluiram ao longo dos tempos, e para as quais estão adaptadas. É necessário conhecer um pouco as necessidades das espécies que nós queremos criar, para dar aos peixes um habitat com condições semelhantes ao seu ambiente de origem.

Nesse tópico vou explicar de uma maneira simples alguns conceitos químicos usados em aquariofilia. A idéia aqui é dar ao aquarista uma base para que ele possa adaptar seu aquário melhor as exigências das espécies escolhidas, e também para escolher espécies compatíveis para habitar um aquário comunitário.

Para que os peixes mantenham o seu meio interno estável, eles estão continuamente fazendo trocas com o meio externo (a água do ambiente) através de absorção, secreção e excreção. Condições incorretas da água vão afetar as trocas de nutrientes e produtos de excreção através da membrana celular e podem afetar a fertilidade, o funcionamento de orgãoes internos e o crescimento, causando prejuízo a saúde dos peixes.

pH

O pH nos diz se a água é neutra, ácida ou básica (alcalina) e em que grau. A molécula de água H2O se dissocia em H+ e OH-, que reagem com outros componentes dissolvidos na água, podendo deixar H+ ou OH- em excesso na água. Quando o excesso é de H+ a água é dita ácida, quando é de OH- a água é básica, e quando os dois estão em proporções iguais, temos uma água neutra. A escala usada para medir o pH é logarítmica e vai de 0 a 14, sendo 7 o valor da água neutra. Os valores inferiores a 7 são ácidos e os superiores alcalinos.

Como a escala é logarítmica, um pH de 5 indica uma água 10 vezes mais ácida que um pH de 6. Sendo assim, percebe-se que uma pequena variação no valor do pH causa uma grande variação nas características químicas da água, que vai ser sentida pelos peixes. Por isso não devem ser feitas mudanças bruscas no valor de pH da água (com adição de produtos com essa finalidade). O ideal é não mudar o pH mais de 0,3 pontos por dia, para que os peixes tenham tempo de se adaptar as novas condições.

A maioria das espécies de peixes é proviente de ambientes com condições definidas de pH, que devem ser imitadas em nossos aquários. Por exemplo, peixes de água ácida devem ser mantidos em água ácida, com outros peixes que também tenham preferência por água ácida.

Dureza (general hardness – GH)

A dureza é a medida de íons cálcio (Ca++) e magnésio (Mg++) na água. A água dura é frequentemente proveniente de aquíferos de pedra calcárea, ricos em CaCO3.

A maioria dos testes aquarísticos que medem esse parâmetro dão o resultado em unidades de CaCO3, o que significa que a dureza é equivalente a esse tanto de CaCO3 na água, mas não significa que ela é obrigatoriamente proveniente de CaCO3. A forma mais comum de expressar a dureza é através de “graus de dureza” (dH – degrees hardness). Cada grau de dureza é equivalente a 10 mg de óxido de cálcio (CaO) por litro de água.

O conceito de dureza é importante para a manutenção de espécies mais sensíveis e exigentes quanto À qualidade da água, como os acarás-disco, que devem ser mantidos preferencialmente em água mole, e os ciclídeos africanos, que são originados de habitats de águas bem duras.

Dureza – dH ppm de CaCO3 tipo da água
0 – 4 0 – 70 muito mole
4 – 8 70 – 140 mole
8 – 12 140 – 210 levemente dura
12 – 18 210 – 320 dura
18 – 30 320 – 530 muito dura

Geralmente, a água mole é ácida, enquanto que a água dura é alcalina, mas essa relação não é obrigatória.

Dureza Carbonada – KH (tamponamento)

É a medida de ions bicarbonato (HCO3-) e carbonato (CO3–) na água. Como os testes de KH não conseguem ser exclusivos aos ions carbonato e bicarbonato, eles medem na verdade a alcalinidade da água, que é principalmente devida à presença desses ions no aquário de água doce.
A alcalinidade é a medida da capacidade tamponante total de ácido, ou seja, de todos os anions que podem se ligar a ions H+ livres na água, impedindo assim a queda do pH. No aquário de água doce, os termos “dureza carbonada”, “capacidade tamponante” e “alcalinidade” são usados como sendo sinônimos.
Quando o aquário tem alguma capacidade tamponante carbonada, os ions bicarbonato irão se combinar com o excesso de ions hidrogênio para formar ácido carbônico (H2CO3) que lentamente se dissociará em CO2 e H2O.

Ao longo do tempo, a medida que os ions carbonados são usados, a capacidade tamponante irá diminuir, e baixas mais acentuadas do pH serão notadas.

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Manutenção do Aquário

Tudo Sobre Troca de Água do Aquário

Acho que todo mundo que tem um aquário ja ouviu sobre a necessidade de trocar água do aquário. O motivo das trocas não é exatamente limpar a água, mas sim purificá-la de substâncias acumuladas em excesso, e repor alguns elementos que vão sendo depletados ao longo da vida do aquário. O principal produto acumulado no aquário é o nitrato, uma proteína que se forma basicamente pelos processos de decomposição no aquário, tanto da amônia da urina dos peixes, quanto de restos de alimentos.

O nitrato em baixas concentrações não faz mal aos peixes, mas em alta concentração torna os peixes cada vez mais suscetíveis a doenças e prejudica muito as plantas, causando amarelamento das folhas, normalmente de baixo para cima, e sua morte.

Nesse artigo vamos tratar da diminuição dos níveis de nitrato por trocas de água.

Qual a quantidade ideal de água a ser trocada?

Aqui vou abrir um parênteses para garantir que trocar toda a água, no tradicional processo de desmontar o aquário e lavar tudocertamente não é o melhor. Dessa forma a concetração de nitrato cai para zero, mas concomitantemente se destroi toda a biologia que havia se desenvolvido no aquário, dificultando em muito a sobrevivência dos peixes e causando sempre baixas entre os mesmos.

Na sequência de esquemas abaixo temos um aquário que foi montado, estabilizado, recebeu os peixes lentamente, ao longo de um mês, e acumula em média, 10 ppm de nitrato por decomposição ao mês (representado pelas bolinhas vermelhas). À esquerda temos um aquário aonde são feitas trocas semanais de 10 % do volume do aquário, e a direita um aquário aonde é feita uma troca única mensal de 50 % do volume. Cada figura conta com uma legenda e uma equação matemática, aonde temos o valor de nitrato antes da troca, que é o valor anterior mais 2,5 ppm (que é a quantidade de nitrato acumulada ao longo de uma semana), menos 12,5 % (no caso das trocas semanais), que representa a quantidade de nitrato removida na troca, e o valor resultante de nitrato logo após a troca de água.

Para fins práticos, é aceitável uma concentração de nitrato de até 25 ppm, sendo que concentrações superiores a essa começam a ser prejudiciais aos peixes, e as plantas começam a parar de crescer, ao que se segue o amarelamento das folhas. No esquema acima, a rotina de trocas de 50 % de água mensal, consegue manter indefinidamente o nível de nitrato em algo entre 10 ppm e 20 ppm, enquanto que a rotina de trocas menor, mas semanais, não consegue controlar a subida lenta, mas constante, da concentração de nitrato.

Deve-se levar em conta, na análise dos dados acima, que alguns valores foram escolhidos para facilitar a compreensão, mas que não são necessariamente aplicáveis nos casos reais, como o acúmulo de 10 ppm de nitrato por mês; a quantidade de nitrato produzida está ligada a diversos fatores, dentre eles: quantidade de peixes no aquário, quantidade de alimentos oferecidos aos peixes, qualidade dos alimentos, tipo de filtragem utilizada, periodicidade na manutenção de filtros externos (quando esses são usados), uso de resinas para controlar o nitrato ou absorver a amônia (não deixando essa se transformar em nitrato), presença de plantas naturais no aquário, e outros.

Cabe dizer que resolver o problema do excesso de nitrato no aquário através de uma grande troca d`água pode não ser a melhor solução: ao mesmo tempo em que alivia a concentração de nitrato, essa troca pode dar um choque de temperatura ou pH nos peixes, que também pode ser fatal. Tomemos como exemplo a água de São Paulo – S.P., que sai da torneira bem alcalina, com pH superior a 7,5, mas com dureza quase zero (o que faz com que o pH não esteja tamponado, podendo cair rapida e facilmente caso ácidos sejam liberados no aquário).

Em um aquário montado com essa água a tendência do pH é acidificar rapidamente com a colocação de peixes e o subsequente processo de decomposição dos restos de alimento e dos excrementos dos peixes. Assim, um aquário com pH inicial de 7,4 pode passar, em questão de dias (digamos 15) para 6,8 e continuar caindo. Os peixes vão se adaptando ao longo do tempo a essa queda gradual do pH, mas na hora da grande troca de água, que será feita de uma vez, o choque de pH ao misturar 50 % de água com pH 7,5 com 50 % com pH 6,8 ou menos, pode ser fatal.

Para não fazer uma troca de água prejudicial, é importante acompanhar os parâmetros da água do aquário, principalmente o pH, para saber o que está acontecendo, e até usar esses dados para decidir quando fazer trocas de água, e a porcentagem das mesmas.

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Alimentação dos Peixes

Alimentos Industrializados para Peixes

Alimentos industriais vem geralmente em forma de ração seca. Existem no mercado diversas rações de boa qualidade com diverentes funcionalidades.

Nos ultimos anos, o mercado tem criado alimentos especificos para certo grupo ou tipo de peixe. Hoje é muito comum encontrar comida para peixe dourado. Esse alimento contem certas vitaminas e mineirais que ajudam a realçar a cor dos animais.

O melhor a ser feito com alimentos industrializados é alimentar seus peixes no mínimo 2 vezes ao dia. Durante a manhã os peixes comem mais, evite não coloar comida em execesso no aquário.

Varie bem o cardápio e procure ter certos horários para trata-los. Essas rações você compra em lojas especializadas em aquarismo. Cuidado, existem fábricas de rações que não são de boa qualidade e evite comprar marcas que vc não conheça ou de procedencia duvidosa.

Nós recomendamos acrescentar semanalmente outros tipos de alimentos, como artêmias salinas e ou patês naturais.

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Alimentação dos Peixes

Alimentos Caseiros e Naturais para Peixes

Existem diversos de alimentos caseiros, em forma de patê, cozidos entre outros. Abaixo tem bastante receita de cozidos e patês. Esses alimentos são infalíveis.

• Chuchu ou cenoura cozidos e picados
• Fígado cozido de boi e de galinha
• Alface e couve picado (ou alguma outra verdura também pode)
• Coração de boi e de galinha
• Camarão seco
• Patê de Miron Gordon
• Ração a base de ovos (granulada)

Chuchu ou cenoura cozidos e picados. Coloque umas 3 cenouras e 1 chuchu para cozinhar. Depois espere esfriar e corte os 2 em rodelas. Após isso pique essas rodelas em pedaços bem pequenos para os peixes poderem comer bem sem se engasgar. Para não ficar fazendo isso toda semana, cozinhe umas 5 ou 6 cenouras e 2 chuchus(siga os mesmo procedimentos acima) e congele – os em tubinho (esses de ração mesmo). Sirva aos peixes no mínimo 3 vezes por semana.

Fígado de boi e de galinha. Cozinhe alguns fígados (de boi uns 2 e de galinha uns 5). Cozinhe bem cozido!

Pique e espere esfriar. Sirva aos peixes. Se você quiser congela- los para dar menos trabalho você pode. Cozinhe mais fígados do que eu citei, coloque em um pote e você vai tirando toda vez que você for dar aos peixes. Recomendado no mínimo 3 vezes por semana.

Alface, couve, almeirão, rúcula (ou algum outro tipo de verdura), pegue uma folha de cada. Lave bem e deixe de molho em água com ozônio (opcional) por uns 15 minutos. Lave bem lavado as folhas para tirar o ozônio (opcional).

Pique em pedaços bem pequenos e sirva. Obs: não congele este tipo de alimento e é recomendado para peixes herbívoros.

Alface, couve, almeirão, rúcula (ou algum outro tipo de verdura) 2. Pegue uma folha bem grande de qualquer verdura e coloque no fundo do aquário como se estivesse plantando uma bela planta. Os peixes (principalmente os herbívoros) comerão ela.

Coração de boi e de galinha. Siga os mesmo procedimentos como o fígado.
Camarão. Compre 1 kg de camarão( do pequeno) e lava bem. deixe o secar ao sol até ele ficar bem seco mesmo. Bata no liquidificador e sirva esse farelo em pequenas quantidades aos peixes.

Receita do Patê para Peixes

Patê de Miron Gordon: Esse é o famoso patê muito bom e nutritivo aos peixes, a receita que vou passar a seguir dará grande quantidade, portanto esterilize potes para poder armazenar, a receita é:

Ingredientes:

1/2 kg de fígado de boi;
1 pacote de camarão seco;
1 pote de sopa para bebês;
1 maço de espinafre;
3 ovos crus;
4 colheres de sopa de leite em pó;
4 colheres de sopa de germe de trigo;
6 colheres de sopa de farinha de aveia;
1 pacote de queijo ralado;
2 colheres de sopa de sal;
4 colheres de sopa de óleo de fígado de bacalhau.

Modo de preparo:
Picar o fígado em pequenas fatias e bater no liquidificador, com um pouco de água. Passar por uma rede bem fina para que o caldo formado fique livre das pequenas nervuras existentes no fígado. Colocar novamente o caldo no liquidificador, e adicionar aos poucos os ingredientes na ordem descrita acima.

Após tudo bem misturado, cozinhar lentamente, em banho Maria, mexendo sempre até formar uma pasta consistente, deixar esfriar e acondicionar nos potes de vidro.

Ração a base de ovos (granulada): Esta é uma ração que é facilmente feita, o custo é baixo, dá pouco trabalho e é muito nutritiva e apetitosa.

Você vai precisar de:

• 3 ou 4 ovos(depende da quantidade que você for fazer. 3 ovos já dá uma boa quantidade).
• Uma panela( p/ ferve – los).
• Peneira ( essas pequenas que nós temos na cozinha).
• Uma forma
• Um potinho(esses de ração) p/ coloca – los depois de pronto.

Modo de preparo:

Cozinhe os ovos por 15 minutos(a gema tem que estar bem firme). Tire os ovos, descasque e retire a clara. Pegue as gemas, coloque na peneira e pressione com o dedo para que a gema passe pelos furos da peneira ( depois a gema fica como grãos).

Coloque os ”grãos” da forma e leve ao forno, é necessário o ovo na forma. Antes de começar a fazer tudo isso, você deve ligar o forno no máximo e deixar ficar quente o máximo!. Desligue o forno ou coloque no mínimo!! e deixe – la.

Fique de olho para que não queime. Após algum tempo, esses grãos amarelos começarão a ficar meio marrom, isto por que está ficando pronto. Depois que estiver tudo da mesma cor (marrom claro), tire com uma colher e coloque nos potinhos. Aí, está pronto, sirva à seus peixes ao menos 1 vez a cada 2 dias.

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Dicas para Aquarismo Marinho e de Água Doce

Devido a um grande trabalho de pesquisa conseguimos colocar uma lista contendo grandes dicas de como cuidar melhor do seu aquário de água doce ou marinha. No geral o conteúdo é simples e de fácil aplicação no dia-a-dia, o que que ajudam a melhorar a qualidade de vida no seu aquário.

Gostariamos de lembrar também que essas dicas foram coletadas de diversos locais e livros do tema, e que sempre que possível estamos abertos a receber dicas ou artigos de nossos leitores para serem publicadas no site.

Em breve estaremos reformulado o site e trazer mais conteúdo sobre Aquarismo  e artigos relacionado a aquariofilia no Brasil e no mundo.

Aqui segue dezenas de dicas para você aplicar no seu Aquário em casa, cada uma delas tem sua devida aplicação e nem todas poderão aplicar ao seu caso.

  • Procure não deixar a temperatura do aquário variar mais que 3ºC por dia.
  • Estabeleça horários para alimentar os seus peixes e para desligar a luz do aquário.
  • Troque suas lâmpadas fluorescentes a cada ano.
  • Procure observar o estado geral do aquário, diariamente.
  • Faça testes de PH a cada semana. Desta forma, o seu PH nunca irá se alterar bruscamente.
  • Só coloque a mão no aquário quando for extremamente necessário.
  • De pequenas quantias de alimentos para os peixes que devem ser consumidas em no máximo 5 minutos, pois as rações que não forem consumidas fermentam e produzem poluentes para a água.
  • Ao desligar a luz do aquário, deixe a luz do ambiente onde ele está ligada por uns 5 minutos. Assim os peixes não se assustarão muito.
  • A temperatura ideal do aquário entre 24 e 28ºC.
  • Pode as plantas conforme suas necessidades.
  • As luzes do aquário devem permanecer ligadas de 10 a 14 horas por dia.
  • Não deixe o aquário receber iluminação natural direta, pois esse tipo de luz faz que se desenvolvam algas, o que não é bom.
  • Use a proporção, para peixes limpadores, de um cascudo para cada 50 litros, ou 1 limpa vidro ou coridora para cada 10 litros de água.
  • Procure alimentar mensalmente seus peixes com alimentos vivos
  • Ponha sempre bastantes plantas no seu aquário, pois elas oxigenam a água, ajudam a fazer o controle de poluentes e dão um aspecto muito bonito ao mesmo.
  • Uma forma de você saber se a água tem uma dureza total(dH) elevada ou não, é olhando as bordas do aquário. Se, após ter evaporado um pouco d’água, as bordas estiverem com uma camada branca, é porque a água é dura, mas se esta camada branca não aparecer, a água é mole.
  • Nunca coloque um tronco num aquário de água alcalina, pois o tronco vai acidificar a água.
  • Para aumentar o PH e a dureza da água acrescente meia colher de café de bicarbonato de sódio por dia, até você obter os valores desejados(sejam eles de dureza e/ou de PH).
  • Caso você tenha muitas plantas com raízes, acrescente um adubo para solo.
  • Um método de concentrar a fertilização do cascalho numa planta só, é colocando um pequeno vaso e enchendo-o com argila.
  • Evite variações bruscas de temperatura ou PH. Elas podem matar rapidamente seus peixes.
  • Não use cascalho colorido, pois além de não combinarem com um bom aquário, costumam soltar tinta e não são naturais, o melhor à usar é o cascalho de rio.
  • Para acidificar a água ponha um pedaço de xaxim bem lavado em seu aquário
  • Use sempre cascalho arredondado no solo, de cor escura.
  • As placas do filtro de fundo devem ocupar no mínimo 3/4 do solo.
  • O posicionamento da luz atrás é melhor.
  • Caso necessário, deixe uma saída do divisor de ar livre, para sair o ar excedente do compressor.
  • Posicione sempre o aquecedor no fundo do aquário e na horizontal.
  • Para peixes de hábitos noturnos monte tocas com pedras grandes.
  • Plante 1/3 da área do solo.
  • Em caso de necessidade urgente, saiba que a água do chuveiro (quente) já vem sem cloro. Deixando esfriar, você pode usá-la no aquário.
  • Todo aquário deve ser assentado sobre uma placa de isopor.
  • Troncos apenas devem ser usados para ornamentar aquários de água ácida.
  • Limpe mensalmente apenas as algas do vidro frontal usando um limpador magnético, de gilette, de esponja ou uma esponja nova de lavar louça .
  • É conveniente instalar uma torre de filtro de fundo a cada 50 cm de comprimento de aquário.
  • O volume de água do aquário calcula-se multiplicando o comprimento pela altura e pela largura e dividindo por 1000. O resultado dará em litros.
  • Escolha sempre um aquecedor na proporção de 1 Watt por litro de água.
  • Alimente os seus peixes pelo menos uma vez por semana com alimentos vivos.
  • Guarde o pote de alimentos (ração em flocos) sempre bem fechado e em local seco e arejado.
  • Pedras calcáreas (ex: mármore) mantém a água alcalina naturalmente.
  • Inclua na decoração do aquário algumas pedras grandes arredondadas.
  • Deixe a lâmpada ligada de 8 a 12 horas por dia.
  • As raízes das plantas não devem ser totalmente enterradas no solo (não sufoque a raiz).
  • Os caramujos são benéficos para o aquário, quando controlada a sua taxa de natalidade, que é alta. Eles auxiliam na faxina do aquário.
  • Existe uma variedade muito grande de alimentos em flocos. Procure variar os sabores diariamente.
  • O coração de boi crú pode ser dado raspado aos peixes. Cuidado com o tamanho.
  • Peixes comem praticamente de tudo. Faça sempre experiências com novos alimentos. Comece dando um pouquinho e observe.
  • O tamanho do alimento a ser dado aos peixes deve ser proporcional ao tamanho de suas bocas.
  • Um termostato pode ser usado para controlar a temperatura de vários aquários simultaneamente.
  • Observe sempre que algumas espécies de peixes vivem bem em cardume.
  • Crie o hábito de cheirar a água de seu aquário. Com o tempo você irá identificar quando a água não está boa, só pelo cheiro.
  • Acostume os seus peixes a horários fixos de alimentação e de acender e apagar a luz. Coordene isso.
  • Pedaços de xaxim bem lavados são usados para acidificar a água naturalmente.
  • A temperatura da água deve permanecer entre 24 e 28ºC.
  • No inverno, verifique a temperatura da água pelo menos duas vezes por dia. Cuidado com a queda brusca.
  • Uma boa opção de alimento para os peixes no inverno é a artemia salina viva. Se for difícil adquirí-la, estoque alguns podes de artemia congelada ou hidratada.
  • Um peixe albino vive melhor numa intensidade de luz moderada.
  • Para alimentar os peixes com tubifex, utilize sempre um comedouro próprio que existe à venda nas lojas. No final do dia retire o comedouro e jogue fora o que sobrou do tubifex.
  • Deixando o saquinho com um peixe recém-adquirido boiando na água por uns 10 minutos, você estará equalizando as temperaturas das duas águas e isso é muito bom para o peixe.
  • Aprenda também a equalizar as condições químicas da água. Depois de efetuar o item anterior, abra o saquinho, jogue metade da água fora e com um copinho introduza, em intervalos de 3 minutos, água do seu aquário. Ao final de 12 minutos coloque o peixe no aquário. Não jogue a água do saquinho no aquário.
  • Ao comprar um novo peixe, peça ao lojista que acondicione o saquinho plástico em um saco de papel escuro. O peixe sentirá assim menos medo.
  • Saiba que um peixe bonito e com o colorido forte na loja pode chegar em sua casa e perder a cor quando colocado em seu aquário. Isso é normal e em pouco tempo ele voltará a mostrar o seu colorido natural.
  • Um peixe de água ácida pode viver muito bem em água alcalina, e vice-versa, desde que a sua adaptação seja de forma gradativa. E depois de bem adaptado, procure nunca colocá-lo diretamente de novo em água ácida, só porque você leu que ele é um peixe de água ácida…
  • A primeira semana de qualquer peixe em um aquário é básica. Se ele se adaptar bem nesse período (com a água, alimentação e companheiros), ele viverá bem.
  • Saiba que os peixes vivem muitos anos, e não apenas algumas semanas.
  • Se você for construir um aquário de grande porte, faça o vidro do fundo bi-partido, com uma emenda. Isso aliviará a pressão da água no vidro.
  • Uma pequena variação (de 3 a 5ºC) da temperatura da água durante o dia é bom para os peixes.
  • Algas marrons ou plantas amareladas indicam iluminação insuficiente.
  • Em geral plantas que são compridas e não possuem raízes ficam melhor se plantadas em tufos (molhos).
  • Os peixes mais indicados para o principiante são: Tricogaster, Colisa, Betta. Você aprenderá muito cuidando deles.
  • Coridoras, limpa-vidros, cascudos e dojos são ótimos para nos ajudar na faxina do aquário, pois apreciam algas e restos de comida. Coloque um grupo deles depois de 30 dias do aquário montado. Não coloque antes.
  • Nunca use cascalho pontiagudo no solo.
  • Não use uma camada muito fina de cascalho sobre o filtro de fundo.
  • Não coloque o aquário sobre móveis frágeis. Cuidado com acidentes.
  • Não deixe o aquário próximo a janelas.
  • Não deixe o compressor próximo ao reator da lâmpada fluorescente.
  • Não deixe o pote de comida em lugares quentes, como próximo à lâmpadas e ao reator.
  • Muita aeração na água é ruim para as plantas.
  • Nunca retire o aquecedor ligado da água, e nunca ligue-o fora da água.
  • A bomba submersa, quando utilizada, deve trabalhar submersa mesmo.
  • Nunca troque toda a água do aquário.
  • Cuidado na troca parcial da água, a nova deve ter o mesmo pH da antiga.
  • Evite colocar juntos peixes de água ácida e outro de água alcalina. Normalmente não combinam.
  • Nunca utilize no solo cascalho colorido que solta tinta.
  • Se for construir um aquário, informe-se sobre a espessura do vidro. Não deve ser muito fino.
  • Não super-alimente os peixinhos que ficam em criadeiras. A água ficará turva e eles morrerão.
  • Em aquários recém montados, espere no mínimo 3 dias para adicionar o primeiro peixe.
  • Não bata no vidro do aquário. Os peixes se assustam.
  • Não coloque muito a mão dentro do aquário. Só se houver muita necessidade.
  • Não fique modificando sempre a decoração. Procure mexer o menos possível nele.
  • Procure não fumar ou usar aerosol perto do aquário.
  • Não esqueça de colocar uma toalha grande sobre o aquário se você for pintar o ambiente.
  • Nunca dê aos peixes biscoitos para cães, migalhas de pão ou bolachas.
  • Carpas e kinguios grandes vivem bem em tanques externos. Evite colocá-los em aquários pequenos pois arrancarão as plantas e suas fezes poluem a água. Apenastenha carpas e kinguios grandes em aquários grandes e com filtro externo forte.
  • Nunca coloque juntos peixes muito grandes e muito pequenos.
  • Não super-alimente os peixes com ração. O resto de comida poluirá a água. Evite também dar alimento em pó ou em grão, se você é iniciante.
  • Não super-povoe seu aquário. calcule sempre a proporção de 1 cm de comprimento de peixe por litro de água.
  • Não coloque plantas de superfície (aguapé, alface d´água, etc). A lâmpada queimará suas folhas e são anti-estéticas.
  • Não coloque tartaruguinhas e pitus junto com os peixes. Estes animais podem “cutucar” os peixes, principalmente à noite.
  • Procure não dar “peixes vivos” aos peixes grandes e carnívoros. Adote outras opções alimentares (fígado de galinha, coração de boi, minhoca, tubifex, etc).
  • Todo alimento se deteriora muito rapidamente, principalmente os naturais (coração de boi crú, camarão, etc). Forneça aos peixes sempre em pequenos pedaços e veja eles comerem tudo antes de colocar um novo pedacinho.
  • Os peixes comem tudo que é “bichinho”. Só evite dar a eles insetos que possuem espinhos ou ferrão.
  • Cuidado com a temperatura da água. Evite deixar abaixo dos 20ºC ou acima dos 30ºC.
  • Os peixes comem mais no calor e durante o dia.
  • O movimento de turbulência forte da água não é bom para as plantas, pois elas precisam de gás carbônico.
  • Evite introduzir medicamentos em um aquário equilibrado e com muitas plantas. Avalie sempre a gravidade da doença, separe eventuais peixes doentes e trate-os. As plantas morrem em presença de certos medicamentos.
  • Não pense que algas no fundo ou pedras esverdeadas é sujeira. Isso faz parte do equilíbrio do aquário.
  • Conchas do mar não deve fazer parte da decoração de um aquário de água doce.
  • Evite fazer manutenções em seu aquário nos dias frios.
  • Se você pretende reproduzir peixes nunca os deixe em um aquário comunitário. O casal reprodutor precisa de tranquilidade para acasalar.
  • Evite deixar seu aquário sem tampa de vidro caso você possua peixes saltadors (ex: Espada).
  • Nunca coloque pedras de mármore ou dolomita em aquários de água ácida.
  • Nunca pense que comprando dois peixes em uma loja você está adquirindo um casal. Tenha sempre num mesmo aquário grupos de peixes da mesma espécie para que formem casais naturalmente.
  • Nunca coloque peixes que nadam muito rapidamente em aquários de pouco comprimento (ex: Paulistinhas, Dânios, etc).
  • Não instale apenas lâmpadas Grolux em aquários altos (com mais de 60 cm), pois os raios luminosos desta lâmpada só são efetivos até 50 cm.
  • Nunca coloque uma luz muito forte no aquário. A luz irritará os peixes, que perderão o brilho e a cor natural.
  • Evite fornecer artemias salinas que você adquiriu vivas e estão mortas no saquinho.
  • Não esqueça de passar as artemias vivas em água corrente (use uma peneirinha) antes de fornecê-las aos peixes.
  • Nunca compre um peixe que vive bem em cardume sozinho. Compre no mínimo 5.
  • Lembre-se que a melhor maneira de tartar uma doença parasitária no aquário, sem utilizar nenhum remédio, é retirar todos os peixes e mentê-lo funcionando por 5 dias sem peixes. Depois você pode colocar os peixes de volta (que foram tratados em um aquário-hospital).
  • Não coloque sal num aquário que possui coridoras ou cascudos.
  • O Ictio nunca aparecerá em um aquário com baixa temperatura. Apenas aparecerá em um aquário que sofre constantemente quedas bruscas de temperatura.
  • Nunca deixe de checar constantemente as instalações elétricas de seu aquário.
  • Nunca traga da loja muitos peixes acondicionados em um único saquinho.
  • Evite guardar artemia viva para o dia seguinte. Dê toda a porção que você comprou no mesmo dia.
  • Se você na loja comprar peixes que estão em diferentes aquários, peça ao lojista para acondicioná-los em saquinhos separados.
  • Alguns peixes não devem ser colocados como primeiros habitantes do aquário: Tricogaster, Beijadores…
  • Não coloque muitos enfeites em seu aquário, principalmente os que soltam bolhas.
  • Os peixes dormem. Não se assuste se à noite, com a luz apagada, os seus peixes estiverem parados, próximos ao solo.
  • Não trate as plantas como “matinho”, achando que devem ser repostas periodicamente. Elas crescem muito e vivem muito.
  • Não use muitas plantas artificias.
  • Não adquira aquários com altura maior que 80 cm. Dificultará a manutenção, pois seu braço não alcançará o fundo.
  • Não ilumine seu aquário com lâmpadas coloridas (verde, azul, vermelha…).
  • Não compre um peixe sem conhecê-lo bem. Saiba ao menos o nome de seus peixes.
  • Não alimente seus peixes à noite, com a luz apagada.
  • Não esqueça de observar na compra d eum novo peixe: Olhos: têm que estar perfeitos, brilhantes; Corpo: sem arranhões e com muco protetor brilhante e cores vivas; Barriga: deve estar um pouco saliente, isto é, gordinho. Não compre peixes com a barriag para dentro; Nadadeiras: sem manchas e bem transparentes.
  • Não compre se estiverem fechadas, quebradas ou faltando pedaços; Boca: deve estar perfeita, sem feridas nem inchada; Ânus: não deve estar inchado.

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Modelos de Aquários

Aquários Japoneses

Introdução

Os peixes japoneses como já disse na seção sobre peixes ornamentais são muito criados por aquaristas de todo o mundo, em aquários e até em tanques ou lagos. Eles crescem muito, destroem todas as plantas, sujam bastante o aquário mas por outro lado os peixes japoneses são bastante resistentes, vivem em água com temperaturas muito baixas e ficam lindos com suas enormes caudas. Bom, aqui eu vou falar um pouco sobre os aquários japoneses(montagem, acessórios, peixes, iluminação e etc).

Acessórios

Por serem peixes grandes e que sujam bastante o aquário é necessário ter um sistema de filtragem e oxigenação muito eficiêntes. É necessário uma boa oxigenação pois os Kinguios e as Carpas precisam muito mais de oxigênio do que os outros peixes menores.

A FILTRAGEM pode ser feita com filtros externos(recomendado), filtragem biológica(pouco recomendado), com filtros embutidos dentro do aquário ou aqueles que usam lâ acrílica.

A OXIGENAÇãO, tome muito cuidado com isso. Cuidado quando for usar compressores de ar pois o mesmo deve ser bom, durável, potente, mas esses tipos de bombas são mais recomendados para ornamentar aquários pois soltam bolhinhas que ficam muito legal.

Os mais indicados são os filtros externos (que além de filtrar a água ele oxigena muito bem) e as bomas submersas que são as mais indicadas p/ oxigenção pois além de oxigenar elas circulam a água. Agora você tem que ver qual equipamento você prefere para que seu aquário fique legal.

Iluminação

A iluminação não é muito exigido para este tipo de aquário. Existem lâmpadas fluorescentes que deixam a coloração dos peixes mais viva, mas o preço dela também é bem alto.

Você pode usar as fluorescentes luz do dia normalmente usando a fórmula 0.5 a 1.0 watt por litro de água ou aproximadamente isso. Outra maneirapode ser aquelas lâmpadas econômicas que iluminam muito bem. Use a mesma fórmula para calcular a potência da luz.

Montagem

Quanto a montagem do aquário não tem segredo. Decore o mais parecido possível com po seu ambiente natural(rios e lagos) colocando cascalho de rio, algumas rochas e nem pense em plantas naturais. Aquário para criar estes peixes não é recomendável ser menor do que 60L pois os peixes crescem bastante.

Peixes

Quem são os tais peixes japoneses? Qual espécie? Que família?
Os peixes Japoneses são as carpas e os Kinguios, mas tem espécies diferentes.

Kinguios: Tem o Kinguio Bolha, Cometa, Red Cap, Oranda, Cabeça de Leão e o tradicional japonês.

Carpas: As espécie de carpas não são muitas, tem a Carpa Véu e a Carpa tradicional.

Estes peixes podem ser criados naturalmente em tanques, lagos (esses de jardim), caixas d’água mas sempre respeitando todas as suas necessidades(alimentação, filtragem, oxigenação e etc).
Os Kinguios sofrem por ter caudas grandes e belas pois são bastante perseguidos por outros peixes que adoram belisca-las.

CO2 – Sua importancia, como funciona e os procedimentos.

As plantas tem um ciclo chamado fotossíntese. Esse ciclo é mais ou menos assim:
Durante as horas de luz elas usam o CO2 e liberam oxigenio e durante as horas escuras (sem nenhuma luz) as plantas usam o oxigênio e liberam o CO2.

Em aquários a fotossíntese é realizada entre 9 e 12 horas com luz mais ou menos e a equilibração do processo é feito nas outras horas. As lâmpadas que mais se adequam às exigências (para a sobrevivência) das plantas aquáticas são as fluorescentes.

As plantas precisam de carbono, fósforo, potássio, ferro, o CO2 que tam,bém funciona como um nutriente e entre outros. Para que não seja perdido o CO2 da água, não pode ser utilizado bombas com aquelas pedras porosas ou que soltam bolhas de oxigênio, ao menos que esteja ligado a algum sistema de injeção de CO2.

Ingerir CO2 sem controle pode reduzir o ph da água rapidamente, o que é prejudicial aos peixes. O que pode ser prejudicial às plantas e os peixes é a injeção de CO2 sem controle, sem que às plantas precisem ou que voçê coloque CO2 na água mas não forneça mais nenhum nutriente (basicamente os citados acima).

Assim as plantas certamente não se desenvolverão ou até morrerão, a fotossíntese pode não ocorrer ou ocorrer o processo chamado de Descalcificação Biogênica, ou seja, retiram o Bicarbonato, o que pode elevar o PH.

O Modo mais barato e simples para injetar CO2 no aquário é um modo bem caseiro.

Pegue uma garrafa de vidro ou plástico de 1 ou 2 litros. Fure a tampa para que possa passar uma manguerinha com uma pedra porosa na outra ponta (aquela de bombas de aquário) e cole com silicone ou algo parecido.

  • Adicione 800ml de água da torneira
  • 100ml e de água mineral sem gás
  • 1 ½ colher de sopa de fermento biológico.
  • 1 xícara de açúcar

Coloque tudo na garrafa, tampe e coloque a mangueira com a pedra porosa dentro do aquário. A reação começará a ocorrer em 1 hora. No período em que o CO2 está sendo injetado, controle o ph sem deixa-lo variar bruscamente (0.2 por dia).

Existem outros sistemas modernos que vem com redutores de pressão, manômetros controladores de PH automático que corta a injeção quanto chegar o PH desejado. Nesse sistema voçê irá pagar uns 1000 doláres mais ou menos.

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Curiosidades

Classificação de Peixes Aquáticos

Belonteídeos

Também conhecidos por Peixes- Labirinto que devem o seu nome a um órgão especializado localizado na região posterior da cabeça, o labirinto. Com a ajuda deste órgão, estes peixes, que vivem normalmente em águas pobres em oxigénio, conseguem inalar oxigénio do ar. Alguns possuem longos fios nas barbatanas ventrais, que funcionam como órgãos do tacto.

  • Beta (Betta splendens)
  • Peixe Paraíso (Macropodus opercularis)
  • Colisa (Colisa lalia)
  • Gourami- Pérola (Trichogaster leeri)
  • Gourami- Azul (Trichogaster trichopterus sumatranus)

Caracídeos

Os Caracídeos são peixes de cardume e na Natureza vivem em cardumes mistos ou separados. São ágeis e muito coloridos. No entanto, se não puderem gozar da companhia de outros da sua espécie, definham em pouco tempo. O sinal característico desta família é uma pequena barbatana adiposa situada junto da cauda.

  • Néon (Paracheirodon innesi)
  • Tetra Cardinal (Cheirodon axelrodi)
  • Néon – Preto (Hyphessobrycon herbertaxelrodi)
  • Tetra – Limão (Hyphessobrycon pulchripinnis)
  • Olho – de – Fogo (Hemigrammus ocellifer)
  • Tetra Santa Filomena (Moenkhausia santeafilomenae)
  • Tetra – Diamante (Moenkhausia pittieri)
  • Tetra – Imperador (Nematobrycon palmeri)
  • Piranha (Serrasalmus nattereri)
  • Tetra – do – Congo (Phenacogrammus interruptus)

Carpas Vivíparas

As carpas vivíparas são peixes de aquário muito populares. Quase todos os aquariofilistas começaram por este tipo de peixes, pois os exemplares das diversas espécies desta família são bonitos, robustos e gostam de viver em sociedade.

A particularidade mais notável desta espécie reside no facto de ser vivípara: as fêmeas dão à luz peixes completamente formados. pH ideal: 7- 8,5 Dureza da água: 15- 30ºdGH.

  • Gupi (Poecilia reticulata)
  • Molinésia (Poecilia latipinna)
  • Molinésia Negra (Poecilia shenops)
  • Platy (Xiphophorus maculatus)
  • Cauda-de-Espada (Xiphophorus Helleri)

Ciclídeos

De todos os peixes de aquário, os ciclídeos são os que revelam mais “carácter”. Ocupam um território próprio, acasalam de forma duradoura e realizam posturas regulares. Cuidam extremosamente das crias e defendem-nas de possíveis inimigos. As espécies aqui referidas são bastante reservadas e não levantam problemas aos outros peixes de aquário.

  • Escalar (Pterophillum scalare)
  • Disco (Symphysodon discus)
  • Oscar (Astronotus ocellatus)
  • Acará – Azul (Aequidens pulcher)
  • Ramirezi (Papiliochromis ramirezi)
  • Cíclideo – de – Agassiz (Apistogramma agassizi)
  • Ciclídeo Anão (Nannacara anomala)
  • Kribensis (Pelvicachromis pulcher)

Ciprinídeos

Os Barbos, pertencentes à família dos Ciprinídeos, devem o seu nome aos curtos bigodes que estão situados à esquerda e à direita da boca ou sobre os lábios e que funcionam como órgãos do tacto. Graças às suas belas cores e ao seu temperamento desembaraçado, animam de forma extraordinária a vida do aquário.
Não se devem misturar as espécies mais pequenas com as maiores e mais robustas, pois aquelas acabariam por definar. Os Danios, parentes dos barbos, são peixes muito activos de corpo esguio e oriundos de águas com correntes muito rápidas. A boca, virada para cima, indica que se trata de peixes que recolhem os alimentos à superfície da água apesar de, quando estão no aquário, comerem em qualquer nível da água. Estes peixes de cardume reproduzem-se com facilidade mas, tal como acontece com os Barbos, não hesitam em comer os seus próprios ovos.
O género Rasbora é outro grande grupo de peixes pertencentes à família dos Ciprinídeos. Como são muito activos, a maior parte deles são dispersadores de ovos, embora algumas espécies, como o R. heteromorpha, depositem os seus ovos na parte inferior das folhas mais largas das plantas. Devem ser colocados num aquário com muitas plantas e um fundo de cor escura.

Como a família dos Ciprinídeos se encontra praticamente em todo Mundo existe uma grande variedade de espécies. Para além dos Barbos, Rasboras e Danios, existem outras espécies cujas cores, formas e comportamentos as tornam ideias para um aquário.

  • Barbo Tigre (Barbus tetrazona)
  • Barbo Titeia (Barbus titteya)
  • Danio Zebra (Brachydanio rerio)
  • Rasbora – Arlequim (Rasbora heteromorpha)
  • Tubarão de Cauda Vermelha (Labeo bicolor)

Cobídeos

Tal como sucede com os Peixes – Gato, os Cobídeos procuram os alimentos no fundo do aquário e gostam de ter a sua disposição muitos esconderijos. O corpo, desprovido de escamas, das espécies desta família pode ser fusiforme ou achatado na região inferior. Algumas espécies são sensíveis às alterações da pressão atmosférica; o seu comportamento estranho pode ser um prenúncio de mau tempo.

  • Peixe Cobra (Acanthophtalmus kuhli)
  • Botia Palhaço (Botia macracantha)

Peixes – Gato

Existem Peixes-Gato no mundo inteiro, pois vivem em todo o tipo de águas. Com o decorrer do tempo, tornaram-se um género muito adaptável, ocupando diversos nichos ecológicos. No aquário são muito úteis como “limpa-fundos”, pois as diferentes espécies consomem algas e resíduos alimentares.

  • Limpa – Fundos (Corydoras aeneus)
  • Ancistrus (Ancistrus dolichopterus)
  • Limpa – Vidros (Otocinclus affinis)
  • Peixe – Vidro (Kryptopterus bicirrhis)

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Reprodução de Peixes

Guia sobre Reprodução dos Peixes

Distinção dos Sexos:

Nos Vivíparos, normalmente as fêmeas são maiores. Os machos tem a barbatana anal modificada chamada de gonopódio enquanto que as fêmeas têm-na em forma de leque. Os machos são mais vistosos.

Nos Ciprinídeos os machos costumam a ter as cores mais vivas.

Nos Ciclídeos as fêmeas costumam ser mais pequenas e menos coloridas, mas em outras espécies como os Escalares e os Discos não existe diferenças entre os sexos sendo quase impossível identificar o sexo, por isso normalmente coloca-se num aquário grande um grupo de indivíduos jovens e deixa-se que estes escolham os seus parceiros sexuais.

Nos Belonteídeos as fêmeas têm as cores menos intensas e são mais pequenas do que os machos. Nos Caracídeos as fêmeas costumam a ser mais encorpadas do que os machos.

Nos Coridoras a melhor maneira de determinar os sexo consiste em examinar a sua região superior; a fêmea apresenta-se mais larga atrás das barbatanas peitorais ao passo que o macho é mais gordo nos pontos de inserção dessas barbatanas.

Reprodução:

Os Vivíparos, como o nome indica, a fertilização e a incubação dos ovos são feitas no interior do corpo da fêmea. São poligramos. Os alevinos nascem completamente formados e já nadam pelos seus meios. Deve-se separá-los dos outros peixes, pois estes tem a tendência de comer os alevinos, embora uma vegetação densa seja suficiente para que estes possam proteger-se desses ataques.

A fêmea, depois de dar à luz, deve ser mantida uns dias em repouso num aquário à parte longe dos ataques dos machos.

Os Ciprinídeos são ovíparos e dispersadores de ovos. Para fins reprodutivos o aquário deve ter uma vegetação bastante densa, pois os adultos têm a tendência de comer os próprios ovos.

Os Ciclídeos também são ovíparos. Constituem casais duradoiros e protegem os ovos e as crias durante semanas. Alguns costumam depositar os seus ovos em superfícies quase ou mesmo verticais, o caso dos escalares, enquanto outros depositam os seus ovos no interior de cavernas, como por exemplo os Kribensis.

A maior parte dos Belonteídeos constróem ninhos de bolhas onde os ovos são depositados. O macho protege os ovos e as crias durante algum tempo (normalmente perde o interesse quando os alevinos começam a desembaraçar-se sozinhos). Deve-se retirar a fêmea do aquário de desova pois o macho tem tendência a atacá-la depois da desova. O aquário deve ter algumas plantas de superfície para servir de suporte ao ninho de bolhas.

Os Caracídeos são dispersadores de ovos, sendo a sua criação muito difícil. Normalmente os criadores optam por constituir um aquário onde cerca de metade deste está coberto por vegetação densa onde os ovos ficam abrigados.

Algumas espécies de Peixes-gato ainda não se reproduzem em cativeiro, mas no caso dos coridoras por vezes é possível provocar o processo de postura fazendo baixar a temperatura da água. A fêmea transporta os ovos fertilizados entre as barbatanas ventrais até ao local de postura escolhido. A criação dos alevinos não oferece qualquer problema.

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Animais Aquáticos

Tartarugas

São animais de respiração pulmonar cujo habitat é o meio aquático e procuram o solo várias vezes ao dia para andar ou tomar sol. Por isso o ambiente ideal para elas é o terrário, ou seja, um viveiro formado por duas partes, uma de água, que é o aquário e outra constituída de areia, pedras e plantas.

O nível da água do terrário deve ser baixo e a parte onde há o solo deve ser em forma de praia(tipo rampa, ou declive), facilitando o ir e vir do animal da água para terra. O terrário deve ter um nível de água que seja no máximo o dobro da altura da menor tartaruga que ali vive. Se não for em forma de praia, ela não conseguirá sair da água para andar ou tomar sol.

O uso de filtros no terrário é importante, pois se presta a reter as partículas em suspensão na água, mantendo-a cristalina. Mesmo assim trocas de água são necessárias, pois as tartarugas excretam uréia, que é muito fina para ser totalmente absorvida pelo carvão ativado do filtro. Se a água do aquário não for trocada periodicamente, os produtos da uréia irão se acumulando até que os animais nadem numa densa concentração de sua própria urina.

As consequência desse descuido são extremamente prejudiciais, como infeccões nos olhos e outros danos a saúde.

As tartarugas são animais carnívoros e alimentam-se principalmente de peixes e podem certamente devorar os peixes que sejam colocados, no caso de aquário comunitário.

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