Category: Peixes de Água Doce

  • Peixe Mato-Grosso

    Nome vulgar: Mato-Grosso
    Nome científico: Hyphessobrycon Serpae
    Família: Caracídeos

    O Mato-Grosso é um peixe muito ativo, adora nadar por todos cantos do aquário, mas sempre com seus “colegas”, é peixe de cardume como todos os caracídeos, portanto, se for compra-lo, adquira 6 deles. Atingem o tamanho máximo de 4cm em cativeiro, é composto por uma cor rosado-vermelha que fica mas intença quando estão satisfeito com o aquário, o macho tem a coloração mais intença que a fêmea.

    O aquário deve ter vegetação densa e ao mesmo tempo um certo espaço para eles nadarem, gostam de água mole, com o pH em 6,8, e temperatura tropical de 24-27 graus.

    São ótimos para serem colocados em aquários comunitário, pelo bom convívio pacífico e a beleza que proporciona.

    [ad]

  • Labeo

    Nome científico: Labeo Frenatus
    Nome popular: L. frenatus

    O Labeo frenatus, que faz parte da família dos ciprinídios e do gênero Labeo, leva a fama de um peixe agressivo, voraz e pouco indicado para aquários comunitários, mas quem o conhece de verdade sabe que não é assim. Ele não deixa de ser um peixe territorial, mas é sociável, raramente ataca os companheiros de aquário e é muito brincalhão.

    Ele se assemelha muito com o Labeo bicolor, o tubarão de cauda vermelha, devido o seu corpo alongado e cauda bastante desenvolvida. A diferença entre eles é a coloração, o L. frenatus possui o corpo cinza-grafite e todas suas nadadeiras são avermelhadas, enquanto o Bicolor possui o corpo negro e apenas a nadadeira caudal é vermelha.

    O aquário para o Labeo frenatus deve ser bastante espaçoso, pois ele nada muito, tem uma velocidade admirável, seu temperamento é muito agitado e alegre. Mas, às vezes precisa se isolar, ficando em sua toca até melhorar de humor, por isso coloque pedras, muitas plantas, formando esconderijos e possibilitando a demarcação do seu território. O L. frenatus é muito exigente quanto as condições da água, por isso a mantenha entre ácida e neutra, com temperatura de 26 graus. Use iluminação moderada e no mínimo 8 horas diárias. Sua principal alimentação são as algas, seus lábios possuem até uma adaptação especial para ingeri-las. Você pode oferecer também artêmia, tubifex, alimento seco, alface e verdura cozida. O Labeo frenatus pode atingir até 14 cm de comprimento.

    Reprodução
    A reprodução do frenatus em aquário é rara e as informações a esse respeito são escassas. O que se sabe é que a fêmea deposita os óvulos entre as plantas e eles são fecundados pelo macho logo em seguida. Depois de 36 a 48 horas, os ovos eclodem e quando isso acontecer, recomenda-se separar os filhotes dos pais, que podem devora-los. Por isso, a presença de muitas plantas no aquário é importante, pois são nelas que os alevinos se escondem dos outros peixes.

    A alimentação dos alevinos nos dois primeiros meses deverá ser composta de infusórios e comida em pó bem fina. Somente depois, que eles receberão artêmia recém-eclodidas. E após algumas semanas, poderão se reencontrar com seus pais e receber a mesma dieta.

    [ad]

  • Ficha Prática do Betta Splendens

    NOME POPULAR – Betta, Peixe de Briga, Combatiente Siamés, Pez Luchador, Siamese Fighting.

    NOME CIENTÍFICO – Betta splendens (C.T. Regan – 1910).

    ORIGEM – Apesar de hoje estar espalhado por todo o mundo, é originário do sudeste asiático, ocorrendo no Camboja, Laos, Vietnã, Tailândia, Sri Lanka, Malásia, algumas ilhas situadas em suas proximidades. Vive em charcos, açudes, córregos, pântanos e arrozais.

    TAMANHO -Até oito centímetros.

    DIMORFISMO SEXUAL – Macho: tem cores mais brilhantes e nadadeiras mais desenvolvidas. A nadadeira dorsal do macho é maior e mais pontiaguda que a da fêmea. Fêmea: tem cores mais esmaecidas, ventre mais arredondado e nadadeiras menores.

    TEMPERATURA – De 24C a 30C. De preferência 27C.

    ÁGUA/pH – Gosta de água velha, pH 6,8 a 7,2. dH 6 a 8.

    ALIMENTAÇÃO – Tubifex, larvas de mosquito, drosófilas, artêmia salina, dáfnias, caramujos jovens, infusórios, microvermes, enquitréias, tenébria, minhocas de jardim, filhotes de guppies, pasta de fígado, de coração de boi, de frutos do mar, de mariscos, raspas de carne e ovas de peixe marinho.

    [ad]

  • Tudo sobre o Peixe Guppy (Lebiste)

    img-0

    Nome científico: Poecilia reticulata (Wilhelm C. H. Peters)

    Nome popular: Guppy, Barrigudinho, Lebiste, Bandeirinha, Sarapintado, Peixe-Arco-Íris, Guaru-Guaru, Bobó, Rainbowfish, Missionaryfish, Millionenfisch, Buntfleckkaerpfling etc.

    Introdução:   O Guppy é um peixe bastante resistente e pouquíssimo exigente quanto as instalações, mas devemos tomar alguns cuidados. A água deverá ter uma água macia (6-10 dH) e ligeiramente alcalina, com o pH entre 7.0 e 7.2. Mantenha a temperatura em 25° C a 30° C.

    Os guppies podem ser criados em aquários comunitários, desde que não hajam peixes muito maiores que ele, que possam danificar suas enormes nadadeiras dorsal e caudal ou devorá-las. Além de mais coloridos, os machos são bem menores que a fêmea, eles medem até 3cm, enquanto que elas podem chegar a 5,6cm. A nadadeira caudal dos machos é normalmente do mesmo tamanho do corpo e bem aberta, ao passo que a das fêmeas é igual a metade do corpo.

    Muitos aquaristas levam a criação de guppies a um nível tão sério e em tão grande escala, que fazem do hobby sua fonte de renda. E não é para menos, esses peixes são bastante ativos, desenvolvem-se bem em aquários pequenos, estão sujeitos a poucas doenças e se reproduzem com grande facilidade. E ainda, o Guppy é um dos peixes ornamentais mais bonitos, populares e procurados pelos aquaristas.

    peixe-guppy-02
    O Guppy faz parte da família dos Poecilídios. Eles foram originários de águas doces de Trinidad, Barbados e países do norte da América do Sul, mas foram disseminados por quase todo o mundo. É encontrado na natureza geralmente em águas pouco movimentadas, ou então estagnadas. Nestes locais os guppies são verdadeiros devoradores de larvas de insetos e em alguns países, inclusive o Brasil, são usados para controlar a proliferação de mosquitos transmissores da malária e outras doenças.

    Reprodução

     Quem já viu guppies em um aquário, com certeza já percebeu que os machos ficam nadando ao lado de sua companheira, num ritual amoroso. Ele vibra as nadadeiras dorsal e caudal se dobrando e encosta seu gonopódio (órgão sexual do macho) no órgão genital da fêmea, fecundando-a. O período de gestação dos filhotes varia entre 21 e 28 dias. Próximo ao nascimento o abdômen da fêmea se apresenta bem inchado e aparece perto da nadadeira anal uma mancha escura ou clara, dependendo da cor do peixe, que vai aumentando com a proximidade da parição. O ideal seria retirarmos a fêmea do aquário e colocarmos em outro sozinha, pois o canibalismo nesta espécie é muito comum. Esse aquário, chamado de maternidade, deve ter esconderijos, como plantas ou até um saco de frutas, pois são nelas que os alevinos se escondem quando nascem.

    É impressionante o potencial reprodutivo dos guppies. Quando atingem a maturidade são muito ativos sexualmente. Os cruzamentos são constantes e uma fêmea pode produzir cerca de 100 filhotes a cada 4 semanas, embora o número fique normalmente em torno de 40 filhotes. Com uma única fecundação, ela pode parir até oito vezes sem a presença do macho. Isso porque a fêmea tem capacidade de armazenar os espermatozóides no interior do seu oviduto por um longo tempo. Dependendo da alimentação pode sobreviver até 100% dos alevinos até a fase adulta.

    peixe-guppy-03Alevinos

    Seu aquário com alevinos deve ser bem cuidado, com filtro, trocas parciais da água semanalmente (no máximo 50% da água) e não deixar ocorrer mudanças bruscas na temperatura. Nos primeiro dias dê principalmente Náuplios de Artêmia. Com essas medidas seu alevinos crescerão rapidamente e com muita saúde. Você sabia que com 75 dias os guppies já são capazes de se reproduzir? A espécie vive no máximo 2 anos e nunca para de crescer. O período mais fértil dos guppies são quando eles estão com 4 meses de vida.

     

    Ficha Prática do Guppy (Lebiste)

    NOME POPULAR: Guppy, Barrigudinho, Lebiste, Bandeirinha, Sarapintado, Peixe-Arco-Íris, Guaru-Guaru, Bobó, Rainbowfish, Missionaryfish, Millionenfisch, Buntfleckkaerpfling etc.

    NOME CIENTÍFICO: Poecilia reticulata (Wilhelm C. H. Peters – 1859).

    ORIGEM: Norte da América do Sul e América Central.

    DIMORFISMO SEXUAL: Macho: Tem cores no corpo e nadadeiras. Sua nadadeira caudal costuma ser do mesmo tamanho do corpo. Pode chegar a medir 3 centímetros. Fêmea: Tem cores somente no pendúculo caudal e nadadeiras. Pode chegar a medir 5,6 cm

    TEMPERATURA: De 25° C a 30° C. De preferência 27° C.

    ÁGUA/pH – pH 7.0 a 7.2. dH 6 a 10.

    ALIMENTAÇÃO: Onívora; Tubifex, larvas de mosquito, drosófilas, artêmia salina, dáfnias, infusórios, microvermes, enquitréias, minhocas de jardim, patê etc.

    [ad]

  • Cuidados Básicos com o Peixe Betta

    img-3

    Nome científico: Betta splendens

    O Betta, também conhecido como Peixe de Briga ou Siamês de Briga é originário da Ásia, de lagos de água parada e com muita matéria em suspensão, de forma que a quantidade de oxigênio disponível dentro da água é insuficiente para esses peixes, que desenvolveram um orgão que permite que eles utilizem o oxigênio da atmosfera.

    A alimentação básica do Betta, na natureza, é composta de elementos que caem na superfície da água, basicamente insetos e larvas de insetos. Essa espécies de peixe é bastante territorial, daí o fato de serem mantidos em pequenos aquários, isoldados de outros Bettas, para que não lutem até a morte.

    O aquário para esse peixe deve ter o nível de água relativamente baixo, no máximo uns 20 centímetros, pois devido as qualidades respiratórias especiais do Betta, esse peixe não sobrevive muito tempo em aquários profundos. Existem muitos alimentos ndustrializados para o Betta, mas o mais amplamente aceito por esses peixes são “Bloodworms” (vermes de sangue) secos. Para animar o Betta mantido em cativeiro deve ser colocado, vez ou outra, um espelho encostado no aquário, para que o peixe se veja, pense que é um outro Betta que veio atacar seu território, e se ourice na defesa do mesmo.

    É recomendável também, a cada 30 ou 40 dias, alimentar o Betta com artêmias vivas (encontradas nas lojas especializadas em peixes ornamentais), para simular a alimentação do peixe na natureza, e suprir alguns elementos que faltam na dieta seca.

    Na reprodução, o macho faz um ninho de bolhas, com saliva, na superfície da água, e quando este está pronto ele procura pela fêmea, que se junta a ele debaixo do ninho para colocar os ovos. Os dois peixes se enlaçam várias vezes, e em cada enlace vários ovos são expelidos e fertilizados, os quais começam a afundar, e são pegos pela fêmea e pelo macho, e colocados no ninho, aonde flutuam até eclodirem.

    O macho pode ser bastante violento com a fêmea antes e depois da postura, e os peixes devem ser assistidos de perto para que ele não mate a fêmea, que deve ser separada em outro aquário logo depois da postura. O macho toma conta dos ovos, que eclodem entre 48 e 72 horas, e ele deve ser separado dos alevinos 4 dias após a eclosão, pois então os filhotes passam a ser apreciados como um petisco.

    [ad]

  • Reprodução de Kyngyos

    Quando eu comecei com os peixes ornamentais, a mais de 15 anos atrás, lia em todo livro que a reprodução dos Kyngyos era a coisa mais fácil de se conseguir. Nesse tempo todo eu tentei várias vezes, mas só vim a ter sucesso recentemente, por pura sorte.

    Meu costume, em se tratando de qualquer espécie de peixes, foi sempre de comprar os menores filhotes que eu conseguisse no mercado e vê-los crescer. A taxa de obrevivência de Kyngyos comprados assim foi sempre de mais de 90 %. Antes de comprar os peixes, eu já deixo preparado o primeiro aquário em que eles vão ficar, normalmente uns 20 litros para cada 7 ou 8 filhotes, com um bom filtro e algumas plantas. O único cuidado que eu tomo antes de colocar os peixinhos no aquário é de deixar equilibrar a temperatura do saco de transporte com a da água do aquário. Os filhotes são alimentados com comida em flocos e, vez ou outra, com artêmias ou tubifex vivos. A medida que eles vão crescendo eu vou trocando eles para aquários maiores. Ao redor de 1 ano e ½ a 2 anos, os Kyngyos já podem começar a se reproduzir. Em relação aos Kyngyos adultos, eu chego a manter até 5 em um aquário de 60 litros, com filtragem e troca de água (35 %) uma vez por semana. A alimentação é basicamente comida seca, de preferência da Tetra, mas também eventualmente tubifex, verme de sangue ou artêmias.

    Seguem os dados que eu obtive em listas de discussão e livros sobre a manutenção e reprodução de Kyngyos: – dissolver um pouco de sal grosso na água; – é importante um inverno rigoroso para que os peixes comecem a se preparar para a reprodução que se inicia no final da primavera (apesar de viver em São Paulo, o inverno no ano da reprodução foi bastante gelado); – alimentar pouco os peixes no inverno, deixando até alguns dias de jejum; – a partir do início da primavera, começar a alimentar também com comida viva (tubifex, verme de sangue, larvas); – já na primavera se iniciam as “caças nupciais” que são perseguições dentro do aquário, sendo normalmente os machos que perseguem as fêmeas; – as fêmeas ficam com um dos lados do corpo mais inchado que o outro; – alguns machos desenvolvem umas protuberâncias que parecem pequenas luzinhas brancas de natal ao redor das nadadeiras peitorais (eu cheguei a tratá-los de ictio nessa fase – um grupo de peixes pequeno (uns 3) deve ser separado num tanque contendo plantas flutuantes para a reprodução.

    Agora vão as condições nas quais eu consegui a reprodução: Do que está escrito ai em cima, eu tentei de tudo um pouco e usei várias das informações, como, por exemplo, alimentar com comida viva, e dissolver sal grosso na água. Mas a reprodução mesmo eu nunca consegui em aquário, como eu disse, foi pura sorte. Eu fui a uma loja e vi alguns Kyngyos novos, com cores mais mdernas, formas diferentes, etc, e não resisti em comprá-los. Como eu não tinha mais aquário para hospedar tanto peixe, escolhi 3 dos Kyngyos que eu não gostava muito e coloquei num balde de água de uns 50 litros no quintal, com algumas plantas flutuantes pra proteger do sol, uma pedra no fundo e sal grosso dissolvido.

    Nada de filtro, nada de oxigenação, e larguei os peixes lá, só lembrando de alimentar uma vez por dia. Isso foi em meados de novembro. Mais ou menos um mês depois eu comprei um aquário novo para colocar os peixes do balde. Esvaziei 99 % da água do balde direto no ralo, enchi o balde de novo com água limpa, e qual não foi minha surpresa quando eu encontrei os 3 sobreviventes lá dentro!

    Depois de descobrir a “fórmula” eu comecei a escolher os peixes que eu mais gostava, tentando formar casais, e ia colocando em baldes. Em menos de 1 semana apareciam os ovos grudados nas plantas flutuantes. Eu voltava os pais para o aquário e esperava os ovos eclodirem em 4 dias. Como os baldes ficam no quintal, expostos ao sol, a água fica verde, cheia de algas e outros microorganismos, e é essa a primeira comida dos filhotes. Eles chegam a passar mais de um mês só vivendo dessa água, até que se tornem “visíveis” quando eu então passo a alimentar com artêmia recém-eclodida, e finalmente com comida seca.

    [ad]

  • Dicas para Criação de Kinguios

    Aquário de Kinguios (Calda-de-Véu)

    Sem dúvida alguma montar e manter um aquário para a criação e manutenção dos peixes Kinguios ou “dourados cauda-de-vél” como é mais comumente conhecidos é muito simples e prática. Essa espécie de peixes possue uma variedade imensa, de várias cores e formas.

    São peixes pacíficos e de muito baixa agressividade que não devem ser misturados com outros mais vorazes. Se adaptam bem a um tanque sem muitas “frescuras”. Um filtro biológico de fundo simples e um compressor de ar, são muitas vezes suficientes para manter a qualidade de vida no tanque. Esse tipo de peixe normalmente requer espaço para nadar, poriso recomendamos pouca iluminação. Como gostam de se alimentarem de plantas e algas, manter plantas artificiais é muitas vezes uma boa solução. Já que provavelmente eles irão destruir as naturais.

    São peixes de grande resistencias, e seu tamanho pode variar de espécie a espécie. São muito chamativos pelas suas cores e formas váriadas. Algum possuem caldas longas que chamam muito a atenção de quem passa na frente do aquário.

    É importante também resaltar que o P.H da água preferido desse tipo de peixe é alcalino. Poriso recomendamos manter um cascalho calcáreo para manter a duzera da água semre altos, em entre 7.0 e 8.0 no máximo.  Caso você possua um cascalho neutro ou troncos mortes que normalmente aumentam a acidez da água, tamponadores serão recomendado a fim de trazer o P.H na medida adequada para essa espécie.

     As doenças mais comuns desses peixes, são os fungos e ictios. Porém por serem animais muito resistentes, basta utilizar um tratamento adequado e logo estarão recuperados. A manutenção não é muito diferente se comparado a outros tipos de peixes, e consiste numa troca parcial da água entre 20% à 30%, limpeza dos filtros externos de partículas e remoção das algas nos vidros.

    [ad]

  • Lista de Peixes de Água Doce

    Guppy Oriundo de Trinidad, Barbados e países sul-americanos vizinhos. Os machos medem 3,5 cm a as fêmeas 5,5 cm. Este espécime é um macho cauda-de-véu vermelho. A nadadeira anal modificada(gonopódio) aparece, nesta foto, claramente torcida para a frente. O gupi ao natural não é tão grande nem tão colorido quanto este.

    Guppy Fêmea Delicado exemplar fêmea, com grande exuberância de cores em todas as nadadeiras. A nadadeira anal da fêmea é normal. O melhor é manter as fêmeas separadas dos machos quando atingem a maturidade sexual, para se evitar cruzamento não desejados. As fêmeas produzem cerca de 100 filhotes a cada quatro ou cinco semanas.

    Plati De origem mexicana, chega aos 7,5 cm. Este é um plati vermelho, macho. Há muitas variedades de cores entre os platis, incluindo-se o limão, o preto, o manchado, o pôr-do-sol e o vermelho-coração. O plati “abana-cauda” tem nadadeiras pretas e o corpo vermelho ou amarelo. A fêmea dá à luz cerca de 100 filhotes a cada quatro ou seis semanas.

    Plati Variatus Mexicano. Os machos crescem até 5 cm, sendo as fêmeas um pouco maiores. Um casal “nadadeira-alta”, o macho à direita e a fêmea, barriguda, à esquerda. Esta espécime é parente próxima do espada e do plati. O “nadadeira-curta” é a variedade que se vê comumente nas lojas de peixes. Esta variedade foi obtida cruzando-se um espada de nadadeira alta com um plati variatus de nadadeira curta.

    Plati Vermelho Outra variedade de cor do plati, desenvolvida pelo famoso geneticista Dr. Myron Gordon. Ele cruzou um cometa-cinza(variedade com uma linha preta forte nas bordas superior e inferior da cauda) com um plati dourado, e o resultado foi um plati cinza com nadadeira pretas – a “reação abana-cauda”. Um cruzamento posterior deu “abana-caudas” dourados.

    Espada Nativo do México e países vizinhos da América Central. Ao natural, as fêmeas se desenvolvem até 12,5 cm, sendo os machos um pouco menores. Não é comum ver-se espécimes de aquário com esse tamanho. Este peixe é um espada vermelho, facilmente identificável como macho por causa de sua espada. A espada só aparece nos machos e serve apenas de enfeite.

    Espada Cauda-de-Lira Os caudas-de-lira caracterizam-se pela extensão de algumas pontas da nadadeira caudal, produzindo uma cauda em forma de lira, e pela extensão da borda da nadadeira dorsal. Outra característica é o gonopódio do macho muito comprido – tão comprido que às vezes não funciona.

    Molinésias Este peixe, fêmea, os dois de baixo(ambos machos) são a forma nornal de molinésias pretas. Os outros dois pertencem à variedade cauda-de-lira, conhecida como molinésia cauda-de-lira. Jamais coloque conchas marinhas em aquários de água doce, como se vê aqui. O cálcio da concha se dissolve e a água torna-se muito dura.

    Molinésia Preta Esta é a molinésia preta mais comum no mundo dos aquários. A forma selvagem encontra-se amplamente distribuída na América Central, com muitas variedades. Ela é verde-oliva com manchas cinza nas nadadeiras. A molinésia preta é fruto da manipulação do homem, desenvolvida por meio de uma reprodução seletiva. Prefere tanques com plantas e algas.

    Néon-Cardinal Oriundo do Rio Negro, um dos afluentes do Rio Amazonas. Mede 4,5 cm e é um dos peixes mais bonitos, com sua risca azul-luminosa. Os machos só se distinguem das fêmeas pela aparência mais esbelta. É de difícil reprodução em aquário, precisando de água mole e ácida, sem areia, com espuma de náilon. O tanque não deve receber luz até os alevinos nadarem livremente.

    Tetra Buenos Aires Peixe do Rio da Prata. É robusto e por vezes briguento, mordendo as nadadeiras dos outros peixes e as plantas delicadas. Chega as 10 cm. Reproduz-se à maneira dos demais caracídeos, não precisando, porém, das temperaturas altas dos caracídeos amazônicos – desova a 24ºC.

    Mimosinho Provém da Guiana e das regiões vizinhas do Brasil. Alcança 5 cm e vive por quatro ou cinco anos, se mantido em água mole. Como acontece com inúmeros outros peixes de aquário, há controvérsias quanto ao seu nome científico : algumas autoridades chamam-no de Hemigrmmus gracilis. Reproduz-se ao modo dos caracíceos. Mantenha, contudo, o tanque coberto com jornal, impedindo a luz, durante a desova e até os alevinos nadarem livremente.

    Engraçadinho Brasileiro, de 4,5 cm. Caracteriza-se por sua cor, pelas duas barras verticais no tórax, por suas nadadeiras cor-de-fogo, com uma borda fina preta na nadadeira anal. Reproduz-se facilmente, precisando de água mole e do aparato normal para os caracídeos. Ao longo dos anos, por causa de sua facilidade em procriar e da falta de critério seletivo dos aquaristas, sua cor degenerou.

    Néon Negro Nativo do Rio Taquari(Mato-Grosso). Atinge 5 cm. Os machos são mais finos e um pouco mais coloridos que as fêmeas. Um peixe pacífico, de meia-água, ideal para um aquário comunitário. É mais difícil de se reproduzir que o engraçadinho, sendo que, pode se conseguir, bastando criar-se as condições requeridas pelos caracídeos, em um tanque escurecido.

    Disticodus-de-seis-faixas Africano, pertence à família dos citarinídeos, parente dos caracídeos. Chega aos 25 cm e é herbívoro. Não é aconselhável para um aquário comunitário. Afora os alimentos comuns, deve-se dar-lhe alface ou espinafre. Não se tem notícia de reprodução em aquário. As outras duas espécies deste gênero, D. affinis e D. fasciolatus, não são tão ricas em colorido.

    Borboleta Listrada Originário do Brasil e da Guiana, crece 4,5 cm. Pertence à família dos gasteropelicídeos, com oito espécies de peixes-borboleta conhecidas pelos aquaristas. Preferem água mole. As. nadadeiras peitorais são grandes permitindo-lhes deixar a água e “voar”. O tanque deve ter uma tampa. São raros os casos de reprodução. Normalmente, nadam logo abaixo da superfície.

    Acará Disco Ao natural, pode atingir até os 20 cm de altura. Originário da região amazônica, onde é largamente difundido e, como freqüêntemente acontece com peixes de diferentes áreas, tem numerosas variedades de cores – marrom, azul, verde, vermelho. Os da foto são acarás-disco marrons. Exige água extremamente mole(desmineralizada) a 28-30ºC.

    Acará Bandeira Ocorreram numerosas variações nas cores do acará-disco nascido em aquário, nos último anos, ou por mutação ou por combinação de genes. Assim se produziram as seguintes variedades: “fantasma”, sem barras; “listrado”, com um aumento de pigmentação preta nas escamas; “mármore”, com barras quebradas para baixo; “coração-sangrado”, com uma grande mancha vermelha sob as guelras, e o preto.

    Acará Bandeira Este peixe tem coloração preta nas listras e, além disso, apresenta extensões nas nadadeiras – a cauda-de-véu. Esta é outra mutação, já fixada por meio de criação seletiva. Para a desova, o acará-bandeira deve ter um pedaço de telha, sobre o qual deposita os ovos. Depois da postura, retire os pais e incube os ovos com uma corrente de bolhas de ar, em substituição ao abano dos pais.

    Acará Ouro Um dos ciclideos mais comuns do Lago Niasa(Maluari). O peixe de baixo é macho. Esses cilcideos alcançam 10 cm. Devem ser mantidos em água dura e adaptam-se a comer algas, bem como alimentos vivos. Não desprezam uma mistura de coração cru com espinafre. São muito agressivos e, por isso, não se prestam a um aquário comunitário – conserve-os com outros ciclideos malauenses do mesmo tamanho. Incubam os ovos na boca.

    Peixe de Barriga Oriundo da Tailândia, onde vive nos campos inundados de cultivo, açudes, charcos e córregos. Na Tailândia, promove-se brigas desses machos, com apostas, como brigas de galo em outros países.

    Peixe Barriga Vermelho Um esplêndido macho. Por causa de cruzamentos entre bettas azuis e vermelhos, muitos dos peixes-de-briga vermelhos apresentam hoje sombras de azul, e não se reproduzem vermelhos puros. O macho dessa família deve ser mantido em um tanque separado com duas ou três fêmeas. Nem pense em colocar dois machos no mesmo aquário – lutarão até a morte. Cresce cerca de 6,5 cm.

    Colisa Anã Nativa da Índia, atinge 5 cm. Note as barbelas longas, como antenas, e as barras azuis quebradas no corpo. É um peixe tímido. Constrói um ninho de bolhas de ar, sendo um típico desovador em ninhos de bolha.

    Rasbore Arlequim Originária da Malásia, Sumatra e Java. Mede 5 cm. Vive bem em aquário comunitário. De difícil reprodução. Precisam de água mole. Três casais são usados durante a desova. Deposita os ovos sobre uma folha larga.

    Rasbora Palhaço Originário da Malásia, cresce 7,5 cm. Os machos são mais delgados que as fêmeas. Prefere água mole e ácida. O período de aclimatação ao aquário é sempre delicado. Alimenta-se se comida seca. Desova à maneira típica das rasboras, precisando de água mole e ácida, uma turfa bem preparada ou fibras de coco.

    Barbo Sumatrano O mais procurado dos barbos, nativo da Sumatra. Cresce 6,5 cm. É difícil distinguir o macho da fêmea antes do amadurecimento, quando o macho adquire um nariz avermelhado, nadadeiras mais vermelhas e torna-se mais esbelto. Onívoro, é bom peixe para aquários comunitários. Mas morde as nadadeiras dos peixes que se movimentam com lentidão.

    Barbo-lasteristriga Um dos maiores barbos, chega aos 20 cm. Do sudeste Asiático. O nome de barbo T é devido às marcas do corpo, visíveis na foto. Tem dois pares de barbelas, usados na busca de alimento pelo fundo do tanque. A despeito de seu porte, come de tudo, inclusive ração seca. A única distinção aparente dos sexos é o corpo mais profundo e roliço da fêmea.

    Barbo-cabeça-de-sangue Provém do Ceilão, onde vive em rios lentos. Mede 6,5 cm. Varia consideravelmente na cor. Quando jovem tem cor-limão-pálido, com faixas pretas. Aprontados para a reprodução, os machos adultos são magníficos, com cabeças vermelho-alaranjadas e corpos pretos. Sua reprodução é relativemente fácil, no esquema dos peixes que desovam ao acaso.

    Paulistinha ou Zebrinha Um favorito dos aquaristas, proveniente da Índia Oriental. Mede 3,5 cm. Os machos são mais delgados que as fêmeas. É um peixe ativo e pacífico, ideal para aquário comunitário. Desova rapidamente. Para proteger os ovos dos pais, deve-se colocar duas ou três camadas de mármore polido no fundo do tanque. Assim que a desova acabar, remova os pais.

    [ad]

  • Acará Bandeira (Pterophyllum species)

    Outro peixe nativo da região amazônica dos rios Amazonas, Orinoco, Negro, Tapajós.Peixe já perfeitamente adaptado ao cativeiro, sendo que hoje a maioria dos exemplares encontrados são criados em cativeiro.Gosta de água ácida (+- 6,6) e mole mas pode se adaptar a outras condições , temperatura em torno de 27o a 30o C.

    Acasalmento: igual ao disco.

    Alimentação:
    se alimenta de quase tudo mas prefere alimento vivo que deve ser oferecido na época da reprodução.

    Desova:
    o casal limpa o local da desova que pode ser uma folha larga, o tubo do filtro biológico ou o próprio vidro do aquário, logo após a fêmea deposita os ovos e o macho os fertiliza, 5 dias depois nascem os alevinos que contimuam aderidos, com 3 dias eles já nadam ao lado da mãe e se aliementam de nauplios de artêmias até mais ou menos 20 dias quando começam a comer alimento seco na superfície, com aproximadamente 50 dias eles já podem ser separados dos pais.

    Logo haverá nova desova.É aconselhável separar os pais após a retirada dos filhotes para que “descansem” por uns 20 dias e só depois uni-los novamente, isso evita o desgaste ecessivo do casal.

    Observações:
    As informações acima são básicas e têm como finalidade apenas oferecer meios de se conhecer os peixes de maneira introdutória , existem muitos outros parâmetros a serem aprendidos para ter sucesso com eles no campo da reprodução dos mesmos.

    [ad]

  • Kribensis um Ciclídeo Amigo

    Este peixe não é muito visto nas lojas, mas é excelente para Aquaristas iniciantes.O Kribensis é chamado cientificamente de Pelvicachromis pulcher e é de origem africana (desde a Nigéria, até o Zaire, passando pelo rio Kribi),onde pode crescer até 10 cm (macho). As fêmeas são menores (7 cm) e sendo uma excessão de regra que diz que todos os animais machos são mais coloridos e bonitos que as fêmeas no caso do Kribensis isto se inverte, onde a fêmea possui um colorido mais forte e bonito principalmente na região do ventre.

    Vivem bem em aquários grandes, onde o solo possuem muitas pedras grandes formando tocas o que, o que torna o habitat ideal e até propício para o acasalamento e a reprodução.

    São peixes da família dos Ciclídeos e a boa característica é que o casal é monogâmico, se escolhe e procura logo uma toca no aquário para acasalar, onde até protegem os filhotes que vão crescer e formar novos casais.Apesar de pacífico o Kribensis é um peixe territorial, que escolhe um local no fundo do aquário para morar e reproduzir, convive bem com outros da sua família(Bandeira, Disco, Festivo)e com outras espéciesde peixes cardumeiros (Barbus, Mato Grosso, etc.).

    O Kribensis se reproduz com muita facilidade e com temperatura alta a reprodução é estimulada e logo o casal escolhe um cantinho do aquário onde limpa e ali deposita os ovos, que eclodiram em 3 dias.Se você possui um aquário misto fique tranquilo que se o casal estiver predisposta à acasalar, ele irá reproduzir em qualquer aquário.A alimentação dos filhotes devera ser com naplios (filhotes) de artemia salina.

    Agora fique tranquilo se o aquário estiver bem montado , bem equipado e funcionando já há alguns meses não haverá necessidade, pois os filhotes encontraram alimentos do próprio aquário.

    [ad]