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  • Colisa

    Colisa Lalia

    As Colisas ao contrário dos Bettas, tem um instinto pacíficio com a própria espécie, podendo ser criada juntas, em grupo de 5 ou até mais. É um anabantídeo resistente, bonito também, a Colisa é originada da Índia. O seu corpo é composto por listras verticais vermelhas e azuis, sapicadas de prateado no macho. O macho tem a cor mais forte, como em todos os anabantídeos, isso se demonstra mais ainda nos Bettas e nos tricogáster’s.

    Ambiente ideal para as Colisas
    Elas gostam de PH neutro e temperatura um pouco mais baixo que os Bettas, podendo ocilar entre 24 à 26 graus, gosta de um aquário com plantas grandes, são ótimas para criar com Bettas fêmeas.

    ReproduçãoÉ muito parecido com os Bettas na reprodução, para ser mais exato, quase idêntica, única coisa que muda é a hora de acasalar, olhe abaixo as fases:

    1º fase – Preparação do aquário: Em um aquário de 50 litros(se você não tiver um desse tamanho pode ser um pouco menor, evite muito pequeno, use sempre o mínimo de 20 litros para reprodução de colisas) ponha bastante plantas para a fêmea poder fugir do macho após terminar a desova, deixe a temperatura em 25 graus.

    2º fase- Colocação do macho no aquário: Coloque um macho prévio-selecionado, um que você já tenha percebido interesse por fêmeas, e repare os outros requisitos, se é adulto, do tamanho ou maior que a fêmea e que principalmente seja bonito, com nadadeiras belas e formadas.

    3º fase – Colocação da fêmea no aquário: Coloque 2 a 3 fêmeas ovadas, aptas para reproduzir, de preferência as fêmeas que o mesmo macho deu mais interesse. Ponha as fêmeas juntas com o macho.

    4º fase – O namoro: O macho vai escolher a fêmea preferida, e vai começar a construir no ninho de bolhas, no ninho ele vai adicionar pedaços de plantas, para dar mais sustentação ao ninho, então é hora de você ter certeza da fêmea que ele escolheu, e tire as demais. Após a 4º fase é igual aos Bettas, leia acima no capítulo dos Bettas, e após a 4º fase você vai ter todas as informações necessárias.

    Agressividade das Colisas
    As Colisas não são agressivas como os Bettas, só na época do acasalamento quando o macho proteje o ninho da fêmea, e talvez elas se tornem agressivas quando habitam um aquário à muito tempo e se aparecer um novo “hóspede” elas podem não aceita-lo com com certo carinho, por mais que elas não sejem agressivas, elas são territóriais, e isso acaba deixando elas agressivas.

    Beleza das Colisas:
    As Colisas não tem cores e conformações tão belas como os Bettas, mas são bonitas, tem uma escama brilhantes e até envolvente, é um lindo peixe para se cultivar em um aquário.

    Alimentação das Colisas:
    O alimento ideal para as Colisas são as rações flocadas, mas compre de marca boa, assim reaviva a cor delas, e como elas são carnívoras como todos os anabantídeos, é sempre bom variar, dar comidas vivas sempre quando você puder.

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  • Cascudo

    Nome científico: Hypostomus punctatus
    Nome popular: Cascudo

    O Cascudo pode parecer feio e invocado, mas na verdade é simpático e dócil. Além do mais, é muito útil na remoção de algas dos cascalhos e vidros, sendo um dos mais rápidos e eficientes no ramo da limpeza. Ele não é o único peixe que limpa os aquários. Existem outras espécies que fazem o mesmo trabalho, mas ele ganha de todas rapidez e eficiência. Não descansa, percorrendo todo o aquário e limpando cada catinho, dando um espetáculo de utilidade ao aquarista.

    Seu hábito de viver em corredeiras deu-lhe uma característica natural muito curiosa: a boca funciona como uma ventosa, que lhe permite aderir aos objetos, enquanto raspa o alimento com os dentes. O revestimento ósseo dorsal protege o cascudo do ataque de predadores que porventura dividam o aquário com ele, ficando muito difícil algum peixe romper esta carcaça e machuca-lo. Vive bem em uma temperatura de 18 a 26 graus, em água de dureza média e pH levemente abaixo de 7 e ao contrário de todos os peixes cobertos de placas ósseas, o cascudo aceita águas solabras. O aquário deve conter locais escuros para que ele se abrigue da luz excessiva durante o dia.

    Além das algas das pedras, ou limo, o cascudo também se alimenta de alimentos secos e tubifex. No entanto, o criador deve cuidar para que o cascudo só seja colocado no aquário quando houver a formação do limo, seu principal alimento. Do contrário ele poderá enfraquecer e torna-se sensível a doenças. Outro problema que pode ocorrer quando faltar algas para o alimento do cascudo é que ele tentará se fixar no corpo de outro peixe, na esperança de conseguir retirar o muco que o reveste. Ao fazer isso, ele pode provocar um enorme buraco na pele do companheiro. Mesmo que o criador perceba o que está acontecendo, não deve nem cogitar a idéia de arrancar o cascudo a força da pele do outro peixe: isso seria bem pior, pois a ventosa do cascudo tem uma enorme capacidade de aderência.

    O cascudo possui hábitos noturnos, ficando o dia inteiro grudado em alguma superfície, só estando ativo ao entardecer e durante toda noite. A vegetação deve conter plantas resistentes, pois seu modo desajeitado de nadar pode destruir as folhas frágeis. A reprodução em aquários é muito difícil.

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  • Bótia-Palhaço

    Nome vulgar: Bótia Palhaço
    Nome científico: Bótia macracantha

    O Bótia-Palhaço recebeu esse nome por ser a espécie mais colorida do gênero bótia, é um peixe de hábitos noturno, costuma revolver o fundo do aquário durante a noite, parecendo as tradicionais coridoras, por isso é preciso que o substrato do aquário não tenho pequenas pedras pontiagudas, se não pode machuca-lo. O Bótia-Palhaço é conhecido pelos aquaristas como “limpa fundo de luxo”, pois é um peixe exótico e até com custo elevado e tem o mesmo caráter de peixes faxineiros de custo mediocre.

    Ele tem também um ato engraçado que pode até assustar aquaristas iniciantes, durante o dia enquanto esta durmindo ele costuma a se deitar de lado no fundo do aquário, parecendo que esta morto, mas esta apenas dormindo. O Bótia é um peixe tímido, portanto coloque mais de um dele no aquário, ele é bastante sociável aos outros peixes.

    Os Bótias-Palhaço possuem listras no corpo porque no habitat natural deles viviam diante a pedradores, eles ficavam posicionados em grupo para se esconder dos predadores, olhe na foto. A água do aquário deve ser ácida(pH 6,6 a 6,8) e temperatura tropical de 26-29 graus. Esse peixe não se reproduz em cativeiro porque não alcança a maturidade sexual.

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  • Borboleta-Pintada

    Nome científico: Carnegiella strigata
    Nome popular: Borboleta-Pintada

    De todas as espécies de borboletas, que compõem a família dos Gasteropelecídios, a borboleta pintada é mais popular e a mais indicada para aquários comunitários, por sua beleza, temperamento extramemente pacífico e simpático. Seu tamanho médio é de 4 a 5cm. Na natureza, eles vivem em cardume, por isso se você pretende cria-lo, nunca o deixe sozinho, quanto mais exemplares de sua espécie melhor.

    Outra dica importante é sempre manter o aquário tampado, pois é considerado uma ótimo saltador, principalmente quando avista algum mosquitinho fora d’água, devido ao formato de seu corpo e tamanho avantajado de suas nadadeiras peitorais, ele voa literalmente. O borboleta tem uma aparência bem diferente, seu corpo é de cor parda, meio castanho dourado, com 3 listras marrom escuras, que lhe dão um aspecto marmóreo.

    A parte dorsal é num tom mais escuro e uma faixa amarela em sentido longitudinal se prolonga das brânquias até o começo da cauda. O formato do corpo desperta muita atenção, as nadadeiras pélvicas são tão pequenas que quase não são notadas, o formato da boca só permite que ele coma alimentos na superfície, seu corpo curto e achatado lateralmente apresenta a região anterior em formato de quilha de navio, de onde partem suas desenvolvidas nadadeiras peitorais.

    De comportamento muito dócil, o borboleta nunca ataca um companheiro. Eles também não são muito exigentes, a temperatura da água deve estar entre 23 e 28 graus, pH de 6 a 6.5, água mole com 10 dH aproximadamente. O ambiente deve ser bem plantado, use iluminação suave. Forneça a eles somente alimentos que possam comer na superfície, devido ao formato de sua boca(para cima) e também por ser um peixe de superfície, além dos insetos vivos, pode dar dáfnias, tubifex e comidas secas.

    Reprodução
    A reprodução do borboleta pintada em aquários é muito rara, é necessário muita sorte. Pouco se sabe sobre sua reprodução, algumas informações é de que a água deve estar em 29 graus, que a fêmea desova nas plantas de superfície e os ovos são imediatamente fertilizados pelo macho. Cerca de 30 horas depois eles eclodem e as larvas ficarão durante 5 dias penduradas nas folhas, absorvendo o saco vitelino. Os alevinos só irão adquirir a forma adulta com 20 dias, caso você tenha muita sorte e consiga reproduzi-los, alimente com infusórios e naúplios de artêmia salina.

  • Peixe Betta (Peixe-de-Briga)

    Betta Splendens

    Peixe-de-Briga ou simplesmente Betta, seu nome científico é “Betta Splendens”, o nome Betta vem de uma Tribo Guerreira chamada “Ikan Betta” que era temida por sua grande agressividade , e essa tribo é nativa do antigo Sião, de onde o Betta é nativo, e o nome Splendens é “Esplendoroso” em latino.

    Betta Splendens é considerado um dos peixes mais bonitos de água doce, ele é muito agressivo com sua própria espécie, principalmente os machos, as fêmeas se forem criadas juntas desde de pequenas não se tornam agressivas. Os Bettas são labirintídeos, possuem um orgão de respiração a mais como todo anabantídeo, esse orgão faz com que ele consiga sobreviver em águas mais pobres em oxigênio, mas isso não é sinônimo de água poluída.

    Ambiente ideal para BettasTodo aquarista quer ter o seu peixe mais confortável possível no aquário, isso é normal, ele não quer que seu peixe se sinta mau no “ecossistema” que ele mesmo fez e cuida com carinho. Os Bettas gostam de água velha, com PH neutro para acido (6,8-7,0), temperatura ideal para os Bettas onde eles se sentem mais a vontade e com bem estar é 27 graus. Eles gostam de aquários bem plantados, principalmente com plantas flutuantes, como se fosse um pântano, nu fundo do aquário pode ser cascalho natural de rio, se você montar um aquário assim para seu Betta ele realmente vai ficar forte, bonito e nunca vulnerável a doenças é claro que os outros conceitos de higiene deve ser seguidos.

    Reprodução
    Há vários meios de se conseguir a reprodução dos Bettas em aquário, vou lhe mostrar a maneira que mas tem sucesso em todos os sentidos, tanto no começo na hora do macho construir o ninho até os alevinos sobreviverem à fase adulta.

    Vamos dividir por fase:

    1º fase- Preparação do aquário: O aquário de reprodução pode ser pequeno(no mínimo 8 litros) ou pode ser grande, eu aconselho usar um aquário igual ao meu, um de 20 litros(40x15x20), quanto mais espaçoso for o aquário melhor é, porque a fêmea poderá fugir de forma mais fácil do macho e quando os alevinos nascerem vão ter mais oxigênio na água, fora os hormônios. O aquário deve ficar com o nível da água no máximo de 12cm, eu aconselho 8cm, isso para não causar uma pressão muito forte nos alevinos quando nascerem, e facilitar o trabalho do macho para pegar os ovos. A tempreratura ideal é 27 graus e a temperatura mínima para reprodução é de 24 graus. Deve se instalar uma lâmpada de 15 watts para iluminar o aquário durante 24 horas. Para servir de apoio ao ninho pode ser usar plantas flutuantes ou um tronco desidratado, eu aconselho o tronco, deixe o tronco com uma ponta pra fora d’água, se não ele vai ser inútil no aquário. Na água do aquário de reprodução, pingue uma gota de fungicida ou parasisticida(é bom evitar fungos nos ovos).

    2º fase – Colocação do macho no aquário: Ponha um macho adulto(mais de 5 meses de idade), que seja maior do que a fêma que você colocará no aquário, isso é muito importante, se fêmea for do mesmo tamanho ou até maior que o macho o abraço “nupcial” pode ser impossível de acontecer. O macho deve ser bonito, com nadadeiras formadas, de preferência a machos que sempre constroem ninho de bolhas no seu aquário individual, pois esse já tem um instinto reprodutivo avançado.

    3º fase – Colocação da fêmea no aquário de reprodução: Corte na metade uma garrafa de dois litros descartável transaparente, as garrafas tradicionais de Coca, lave bem, enche de água até o nível de água que o aquário de reprodução estiver, ou seja se estiver em 8 cm, encha até 8cm a garrafa, para ter o peso ideal de equílibrio dentro da água e na visão ideal do macho. Ponha a fêmea(ovada, repare se ela esta com o ovopositor a vista e com listras na vertical) nessa garrafa e logo após ponha a garrafa no aquário de reprodução, ponha de um jeito que não fique encostado nas paredes do aquário, para evitar que ele construa o ninho grudado com a garrafa, que seria ruim, pois seria muito vulnerável a movimentos.

    4º fase – O namoro: O macho vai abrir suas belas nadadeiras e opérculos quando vê a fêmea na garrafa, a fêmea vai ficar com uma cor mais acentuada e agitada, então vai passar umas 2 horas e o macho começará a construir o ninho, se dentro de duas horas ele não construir o ninho, junte o macho e a fêmea no aquário durante 15 minutos e separe novamente, só para excitar mais o macho e ele ter mais ânimo para construir o ninho, mas se mesmo assim ele não construir o ninho, pegue com uma colher o ninho de outro Betta, não importa se for pequeno, o macho só de olhar um pedaço de ninho vai dar início a construção.

    5º fase – Acasalamento: Depois de 24 horas de namoro e construção do ninho, junte os dois, o macho vai persegui-la e as vezes até dando uns “safanõezinhos”( tem caso que a fêmea persegue o macho), ao passar de 12 a 24 horas, o macho vai conduzir a fêmea pra baixo do ninho, onde dará ínico ao abraço nupcial, no começo a fêmea nem expele ovos, depois do segundo e terceiro abraço começa a vir poucos ovos, depois de meia-hora de abraços, sai mais de 20 ovos por abraço, o total de uma desova em média é de 250-500 ovos(ovúlos). Ao mesmo tempo que os ovos são expelidos o macho solta os espermas para fecunda-los, e logo após poe os ovos no ninho(muitas fêmeas ajudam o macho nessa tarefa). Quando você reparar que a fêmea não desova mais, tire ela, pois o macho vai ataca-la até mata-la, pois ela é um intruso na visão do macho.

    6º fase – Eclosão dos ovos: Durante 24 a 48 horas o macho ficará vigiando o aquário inteiro para ver se nenhum “intruso” esta por perto para comer os ovos de sua ninhada, ele vai tratar os ovos com muito carinho, após 24 ou 48 horas(depende da temperatura, quando mais alta, menos o tempo de eclosão), os ovos vão eclodir, deles sairam os alevinos com seus sacos vitelinos, onde vai fornecer alimento a eles durante dois dias após o nascimento, eles vão ficar na horizontal, quando eles nadarem na vertical, retire o macho do aquário, pois não terá mais utilidade e pode acontecer do macho comer os seus próprios filhotes depois de 4 dias pós eclosão.

    7º fase – Desenvolvimento e engorda dos alevinos: Os alevinos são muito pequenos, precisam de alimentos muito pequenos também, depois do segundo dia de nascimento aconselho dar infusórios, depois do 5º dias de vida dê artêmia salinas recém eclodidas (compre os ovos desidratados em uma loja de aquarismo), com artêmias salinas recém eclodidas os filhotes vão crescer rapidamente, pela quantidade de proteínas que tem no organismo das artêmias, quando os alevinos já tiverem 2 semanas de vida, comece a fazer trocas de água (atenção, deixe a água descansar por um dia para ter certeza que esta sem cloro, e certifique se a temperatura esta igual), precisa trocar no mínimo 20% e no máximo 70% da água, repondo por água nova, é preciso fazer essas trocas d’água, porque cada alevino no aquário vai soltar hormônios, que inpedirá que seus irmãos desenvolvam de forma rápida, portanto, quanto mais trocas de água você fizer no periodo de 2 semanas até 1 mês de vida, mais rápido os alevinos vão crecer.

    Quando seus filhotes atingirem 5 meses pode reproduzir eles, mas atenção, nunca reproduza Bettas parentes, como: irmãos, pais, e etc, pois o o código genético pode sofrer muitas avariações por serem parecidos dando consequência em muita morte de alevinos e alevinos mau desenvolvidos.

    Agressividade dos Bettas
    Os Bettas são peixes extremamente agressivos com sua espécie, com outras espécie também são, porém muito menos, tem os Bettas que nasceram para uma “rinha”(aquário especial onde se pratica briga de Bettas), são os Bettas de nadadeiras curtas, com mandibulas fortes e corpo atlético, sem ser magro e nem “obeso”.

    A origem da agressividade dos Bettas começa por serem peixes extremamente territoriais, no aquário que você por ele, não importa qual for o tamanho e espécies que o habitam(a não ser que seje um tanque do tamanho de um rio ou lago) o Betta vai denominar que o aquário é dele, e vai se impôr que todos os demais peixes no aquário são intrusos de seu território, onde ele vai tentar expulsa-lo, se o mesmo não fugir ou ser retirado ele vai mata-lo.

    A Beleza dos Bettas
    Os Bettas(Splendes) são peixes muito bonitos e charmosos, como dito acima é considerado um dos peixes mais bonito de água doce. As cores dos Bettas podem ser de vários matizes e mistura deles, como: marrom, roxo, rosa, vermelho, violeta, amarelo, bege, preto, branco, albino, azul, azul celestial, verde, e fora as combinações dessas.

    Procure sempre excitar seu betta macho pelo menos meia-hora por dia, deixe ele olhando ao um espelho ou para um outro macho durante meia-hora, para as nadadeiras serem esticadas e crescerem de forma mais bonita.

    Alimentação dos Bettas
    Os Bettas gostam de muita comida viva em sua dieta, mas como não é de fácil manejo, compre ração seca peletilizada(bolinhas) para Bettas(a melhor é da Tetra), dê todos os dias, e nos finais de semana dê artêmias, larvas de mosquito, minhocas picadas, patês e etc.

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  • Peixe Beijador

    Beijador (Helostoma temmincki)

    Os Beijadores são peixes muito bonitos para se criar em aquários comunitários, eles são originados da Tailândia e Península da Malásia. Ganharam esse nome de “beijador” pelo fato de terem um costume de contrair as mandíbulas de forma frequente, mas eles não fazem isso por “charminho”, e sim para medir forças, os Bettas medem força através das belas cores e nadadeiras e os Beijadores através dos Beijos.

    Ambiente ideal para os Beijadores
    Eles gostam de PH neutro, a temperatura pode ser igual das Colisas(25 graus), gostam de aquários bem plantados, principalmente com Elodéia, adoram nadar em grupos, gostam de aquário grande, se o aquário não for grande ele não vai chegar em grande proporções.

    Reprodução

    A reprodução dos Beijadores é quase impossível, se ouve muito pouco de pessoas que conseguiram a reprodução deles, eles se diferem dos demais anabantídeos(já que quase todos reproduzem fácil em cativeiro) talvez porque em aquários eles não conseguem chegar a maturidade sexual.

    Agressividade dos Beijadores:
    Ao contrário do que todos pensam, os Beijadores podem se tornar peixes muito agressivos, e poucos sabem que os Beijadores são anabantídeos, por isso é bom fazer um ambiente ideal para ele, se ele não gostar muito de seus companheiros ou do ambiente pode mostrar que ele não só beija.

    Beleza dos Beijadores:
    Os Beijadores são peixes lindos, tem ótima conformação de nadadeiras e cores suaves, tem a cor um pouco arrosada, embelezam um aquário quando são bem tratados.

    Alimentação dos Beijadores:
    Preferem ração flocada, adoram rações da Tetra, mas procure variar um pouco, sempre dê comidas vivas, isso vale para todos os anabantídeos.

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  • Barbo-Ouro

    Nome vulgar: Barbo Ouro/Dourado
    Nome científico: Barbus Semifasciolatus
    Família: Ciprinídeos

    O Barbo-Dourado é o considerado um dos barbos mais bonitos, ele foi “inventado” por Thomas Shubert, que deu cor e vida ao antigo barbo cinza e sem graça através de uma seleção genética, o Barbo-Ouro tem cores fortes e brilhantes, são bem alegres e gostam de nadar em grupos, se quiser colocar em seu aquário, compre no mínimo cinco Barbos-Ouro.

    Ele gosta de água levemente ácida(6,5 a 6,8) e uma dureza de 5 a 8ºdH, é um peixe tropical, a temperatura da água deve variar entre 26/28 graus.O Barbo-Ouro gosta de aquários com plantio normal, ou seja, que não seja escasso de plantas e não muito denso, o ideal seria colocar mudas de cabomba de cada lado do aquário, ele já ficaria satisfeito. O Barbo-Ouro apesar de relativamente pequeno(7cm), ele adora aquários grandes, pois ele adora se movimentar de um lado para o outro.

    Reprodução:

    Em aquário de 20-30 litros, coloque uma fêmea ovada e algumas plantas(cabomba ou elodeia), deixa a fêmea durante uns 3 dias nele, depois coloque o macho, uma dica útil para ter um maior controle, é deixar o aquário no escuro quando colocar o macho e só no dia seguinte acender a luz, pois só quando há luz que a fêmea começará a ovar, assim você terá maior controle. O macho irá conduzir sua companheira para perto de uma planta e assim que ela ovar os ovos adesivos irão “colar” nas folhas da planta e o macho irá fecunda-los.

    Após acabar a desova(cerca de 5 horas em média) retire o casal e deixe os ovos sozinho, as larvas irão eclodir dentro de 25-40 horas (dependendo da temperatura da água), as larvas são muito pequenas, e eles irão precisar de alimentos muito pequenos também, aconselho fornecer infusórios e gotas de leite, quando eles atingirem um tamanho adequado, forneça náuplios de artêmia.

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  • Barbo Sumatra

    Nome científico: Capoeta tetrazona
    Nome popular: Barbo sumatrano

    O barbo sumatrano faz parte da família dos Ciprinídeos. É um peixe extremamente agitado, adora arrancar pedacinhos das nadadeiras dos outros peixes, principalmente se este for lento e tiver longas nadadeiras, como os guppys por exemplo. Ele é bastante ativo e resistente, é considerado o barbo mais comum em aquários. O que justifica sua procura insistente por parte dos criadores não é pelo seu comportamento obviamente e sim por sua beleza.

    O sumatra tem as laterais em tom prateado com reflexos amarelos ou avermelhados. O dorso geralmente é marrom e quatro listas pretas verticais se distribuem pela cabeça e corpo. As bordas das escamas são em tom mais escuro que seu corpo e as nadadeiras são mescladas de vermelho e preto.

    Para mante-los em aquários comunitários temos duas opções, uma é botarmos uns 8 juntos, pois na natureza eles são acostumados a viver em cardumes e assim ficarão em um corre corre de um lado para outro, felizes, sem causar nenhum dano aos outros peixes. Outra é coloca-los juntos com peixes também agressivos, pois assim um não enfrentará o outro.

    Os sumatranos não são muito exigentes quanto a alimentação, plantas, mas temos que der os cuidados básicos de sempre, como lhe fornecer uma alimentação variada com flocos, artêmia, vegetais, crustáceos. O aquário para sua criação deve ter pelo menos capacidade para 60 litros, coloque plantas bem resistentes, porque eles também gostam muito arranca-las, é importante deixar espaço livre para eles, principalmente no centro, a temperatura deve estar entre 23 e 27 graus, o Ph neutro, ou perto disso.

    Reprodução

    A maior dificuldade na reprodução dos sumatranos é impedir que os famintos pais comam todos os ovos antes que eclodam e depois os filhotes, que por milagre, tenham conseguido escapar. Se você quer realmente tentar reproduzi-lo deve colocar apenas um casal num aquário e para você se certificar que realmente é um casal basta ver no tamanho e coloração, o macho é menor e apresenta uma coloração mais vermelhada na boca e intensa na nadadeira dorsal que a fêmea. Primeiro o macho vai empurrando a fêmea contra as plantas ou para o fundo, a fêmea então libera os óvulos e o macho os espermatozóides, ocorrendo a fecundação na água. Fecundados os ovos caem no fundo do aquário ou em nas folhas das plantas. Nessa mesma hora os barbos devem ser retirados do aquário e num período de 24 a 30 horas os filhotes nascerão.

    Os alevinos ficarão sem comer durante mais ou menos 4 dias, quando então você irá oferecer uma alimentação à base de infusórios e náuplios de artemia. Somente depois de 1 mês é que passarão a consumir alimentos em pó e nutrientes de peixes adultos. Tome cuidado para não exagerar na alimentação e faça trocas parciais da água dos alevinos a cada 20 dias.

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  • Como Tratar o Íctio nos Peixes Ornamentais

    Todo aquarista se sente ameaçado com a tal temida doença do Íctio. Mas esse parasita é fácil de ser combatido no aquário, desde que o tratamente seja administrado corretamente. Uma vez eliminado dos peixes, e com o devido cuidado na temperatura e alimentação, dificilmente a doença voltara a atacar seus peixes. Abaixo segue um pequeno guia a respeito.

    Diagnóstico:
    O peixe quando esta com íctio fica salpicado de pequenos pontos brancos, ficam se roçando em pedras e enfeites do aquário, no começo são pequenos pontos brancos, depois vão se poliferando cada vez mais, e chega uma hora que libera uma espécie de “cordão” cheio de cistos que irão contaminar novos peixes que habitam o aquário.

    Tratamento:
    Para tratar há várias formas, entre em “doenças e anomalias”, mas como aqui é a parte de dicas, vou falar o método que mais traz resultados positivos e menos mau ao ecossitema do aquário, porque se você experimentar usar os remédios que vendem para tratamento, com certeza você vai ver todas suas plantas mortas e as bactérias benéficas também.

    Bom, como o íctio se desenvolve por quedas de temperatura e falta de luz, é até fácil combater, primeiro eleve a temperatura para 32 graus, aumente a potência da iluminação ao dobro, se for de 15w aumente para 30w. Com isso o parasita não vai se desnvolver na água, mas agora é preciso tratar o peixe infectado, para isso faça o seguinte:

    -Prepare um aquário pequeno, livre de pedras e enfeites;
    -coloque água desclorada nele;
    -Adicione uma colher de sal grosso(sem iodo) ou marinho na proporção de uma colher das de sopa cheia por litro d’água;
    -Coloque o peixe na água e conometre em 3 minutos, se o peixe demonstrar sinais de angústia retire-o na hora e tente o tratamento alguns minutos depois.

    Agora que o seu peixe esta tratado é só esperar um ou dois dias que simplesmente o íctio vai desaparecer. Mas nesses dois dias continue com a potência da iluminação dobrada e a temperatura em 32, e quando terminar o tratamento abaixe a temperatura de forma devagar.

    Prevenção:
    Para adquirir o íctio só há 3 meios:
    -Colocar algum animal infectado em seu aquário;
    -quedas bruscas de temperatura;
    -falta de iluminação.

    Então você já viu que o íctio só aparece por erros humanos, tanto que no habitat natural esse parasita não ataca os peixes. Então sempre use aquecedor com termostato, ilumine seu aquário no mínimo 12 horas por dia na proporção de potência certa, e quando comprar algum peixe ou outro animal aquático deixe-o de quarentena durante 15 dias, e observe se ele não desenvolveu alguma característica anormal. Fazendo isso o parasita do íctio vai ficar bem longe de seu aquário.

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  • Como Reutilizar o Refil dos Filtros Milenium

    Refil para Filtro ExternoO filtro Dry/Wet da Millenium tem ótimo funcionamento e praticidade, porém seu custo de manutenção é meio alto, já que cada refil custa em média de 10 reais o que equivale de 3 a 4 rolos de lâ acrílica comparando o preço, por isso resolvi escrever essa dica, já que eu mesmo tenho um Millenium, e já tive muitos prejuízos por causa do refil, tem mês que chegava a trocar umas 2 a 3 vezes, pois meu aquário era com uma vegetação muito densa e uma população grande de habitantes.

    Agora que você viu como o dinheiro vai embora por causa disso, que tal usufluír dessa dica muito útil em todos os sentidos, veja logo abaixo:

    – Retire o refil usado do filtro, pegue uma tesoura de grande porte e corte a lã acrílica presa nele dos dois lados(se ficar pequenas rebarbas não tem problema), pegue o carvão de dentro e guarde (logo direi o que fazer com o carvão).

    – Compre um rolo de lã acrílica e corte na medida certa que fique colocável no refil, observe a ilustração (a ilustração mostra como exemplo o refil do Millenium 1000) abaixo:

    – Para prender a lã dos dois lados do refil você pode usar um elástico(já que você vai precisar trocar a lã novamente), ponha um elástico nas extremidades, quando for colocar o refil no filtro você vai reparar uma certa dificuldade de encaixe, é por causa do elástico, mas faça um pouco de força bem devagar e coloque ele, a lã vai se desajeitar um pouco, mas sem causar muitos problemas. Depois de colocado esta pronto para o funcionamento, pelos meus testes, nesse modo de reaproveitamento o filtro fica ainda mais eficiente por causa da maior expessura da lã.

    O que eu faço com o carvão? Não precisa de carvão ativado?
    Calma, agora você vai pegar o carvão que estava no refil usado, lavar bem, e despejar no fundo do aquário, junto com o cascalho, o carvão ativado elimina os gases tóxicos produzidos pelos excrementos dos peixes, porém muitos aquaristas defendem a teoria que: “Sem carvão é muito melhor, minhas plantas crescem muito mais”,  sim, isso é óbvil, pois o carvão diminui a concentração do CO² da água também, mas não devemos pensar só nas plantas, e os peixes? Você acha que eles merecem serem sacrificados só por isso?

    Em minha opinião não, para equílibrar a quantidade de CO² não precisa ficar tirando carvão ativado, basta apenas fazer um injetor de CO2 caseiro, assim ele dará uma quantidade boa de CO² para as plantas, e os peixes irão agradecer por isso, assim você não vai sacrificar ninguém, nem as plantas nem os peixes.

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