Blog

  • Montagem e Decoração

    Com um recipiente apropriado e água já se tem um aquário.

    Porém, para descrever esse item, eu vou me basear em um aquário de vidro, retangular, com capacidade para uns 50 litros de água, e, inicialmente, o mais simples possível em relação ao equipamento utilizado. O aquário deve estar limpo e sem resíduos de produtos químicos de limpeza.

    O primeiro passo é colocar o aquário no local definitivo, aonde ele deve ficar bem fixo, sem formar nenhum desnível em relação ao solo. Coloca-se então o cascalho, previamente lavado com água, até uma altura de aproximadamente 5 cm, e por cima do cascalho a decoraçao de rochas e troncos. Então enche-se de água até 2/3 da altura. Como a água das nossas torneiras contém uma grande quantidade de cloro que é prejudicial para as plantas e também para os peixes, essa pode ser tratada dentro do próprio aquário com algum produto que remove cloro encontrado em lojas de peixes, ou então a água deve ser deixada descansando por 2 dias para que o cloro evapore antes de plantar o aquário.

    O motivo de encher apenas 2/3 de água é não transbordar o aquário quando colocarmos as mãos para plantar. As plantas devem ser enterradas no cascalho com delicadeza, cuidando para não machucar muito as raizes (se existentes); folhas verdes não devem ser enterradas, elas devem ser removídas da parte que será enterrada para que não venham a apodrecer debaixo do cascalho. Agora termine de encher o aquário, não esquecendo de remover o cloro da água antes. Depois desse passo, o aquário deve ser deixado em repouso por alguns dias (uma semana ou mais) para que se inicie um ciclo biológico rudimentar (já que não foi colocado nenhuma espécie de filtro no aquário para estimular o ciclo) e as plantas comecem a criar raizes que vão fixá-las melhor no solo. Nessa fase, muitas plantas se soltam e devem ser replantadas.

    É comum após 2 ou 3 dias de montagem que a água do aquário se turve e fique leitosa, o que é um sinal de que o aquário está começando a formar sua biologia.
    Passado o período de fixação das plantas, e quando a água voltar a ser cristalina, pode-se começar a introdução dos peixes. É aconselhável colocar os peixes aos poucos, deixando passar um período de alguns dias entre a introdução dos mesmos. Não se deve superpovoar o aquário, ou seja, nunca coloque peixes em excesso, pois esses podem sofrer por falta de oxigênio ou mesmo intoxicados por seus dejetos que vão se acumulando sem serem decompostos.

    É ai que entram os filtros:

    O filtro biológico é tradicionalmente um conjunto de placas perfuradas colocadas no fundo do aquário, abaixo da camada de cascalho, que tem por função facilitar a circulação de água na camada de cascalho, provendo oxigênio para as bactérias importantes que ai se alojam. Para forçar a circulação da água pelo filtro biológico utiliza-se uma bombinha interna ou externa. Como as placas do filtro biológico vão por baixo do cascalho, essas devem ser colocadas no aquário logo na montagem, antes da colocação do cascalho. Um aquário com filtro biológico estabilizado permite que mais peixes sejam colocados no aquário por litro de água, pois além de transformar os dejetos dos peixes em produtos menos tóxicos, ele facilita a troca de gases na superfície da água, através da movimentação da mesma.

    Quanto a filtros externos, existem os de vários tipos, porém, com a tecnologia moderna, e os preços mais baixos, eu aconselho um filtro contendo motor nele mesmo, e com elementos filtrantes fáceis de trocar, principalmente na forma de “pads” que quando esgotados são descartados e substituidos. Atualmente existem filtros externos que contêm esponjas para abrigar a camada de bactérias do filtro biológico, não sendo necessária nesse caso a utilização das placas abaixo do cascalho.

    Além dos filtros, trocas de água regulares também ajudam a manter o aquário limpo, já que na troca aproveita-se para remover parte dos dejetos que se acumulam no fundo do aquário e que vão se decompondo e “sujando” a água com o tempo. A quantidade de trocas d`água vai depender da quantidade de peixes no aquário e da utilização de outros sistemas de filtragem. A água para a troca não pode conter cloro.

    Um detalhe importante a ser citado é a iluminação do aquário, já que as plantas necessitam de luz para se desenvolver. Eu particularmente acho a iluminação um item mais importante do que a própria filtragem. Existem para vender em lojas de peixes calhas que já contém toda a fiação elétrica montada para funcionar, e sóprecisão de uma tomada próxima para serem ligadas e da lâmpada. Exitem lâmpadas especias para a iluminação de aquários, com um espectro de luz mais apropriado para estimular o crescimento das plantas, mostrar melhor o colorido dos peixes, etc, que podem também ser encontradas nas lojas de peixes. Eu considero que as lâmpadas aqua-glo são satisfatóris. Porém, como o uso de plantas não é obrigatório, e dependendo da quantidade de luz ambiente que um aquário recebe, nem sempre é necessário usar iluminação especial.

    Em relação aos aquários sem plantas, é até possível não utilizar cascalho no fundo, deixando o aquário direto na água, ou colocar alguma decoração no fundo, como um tronco, ou um vaso de barro quebrado. Também é comum encontrar aquários com plantas artificias no lugar das naturais, que imitam muito bem as naturais, mas não exigem cuidados específicos.

    [ad]

  • Trocas de Água e Manutenção dos Filtros

    A função básica das trocas de água é remover impurezas, sujeira acumulada no fundo, e baixar o nível de nitrato, que é uma proteína que se acumula na água, produto da decomposição da sujeira por bactérias. As exigências de cada espécie quanto à trocas d`água varia, de forma que o que será discutido aqui vai ser um padrão geral.

    Na média, a frequência das trocas de água pode ser de uma vez a cada 15 dias, com uma troca de 25% da água nessa ocasião. Eventualmente, se as condições da água parecerem piorar, pode-se fazer uma troca maior (50%), ou aumentar a frequência das trocas.

    É recomendado que toda troca de água sejam realizadas com o auxilio de um sifão, com isso ao mesmo tempo que a água é retirada tambem com ela venha outros materiais e sujeiras que podem ser nocivos a vida aquática.

    Como sifonar o aquário:

    Material Necessário:

    – Sifão;
    – Balde limpo, para uso somente no aquáário. Esse balde vai ser usado para tirar água, e depois para tratar e repor a água nova.
    – Condicionador de água (anti-cloro): ppreferencialmente um que anule da água tanto o cloro quanto a cloramina (composto de cloro + amônia, não é volátil) e também os metais pesados.

    Para sifonar o aquário, as bombas e aquecedores devem ser desligados (o nível da água vai baixar), mas os peixes ficam no aquário.

    O sifão trabalha usando a gravidade: o aquário fica mais alto que o balde e depois de dar “ínício” no sifão, a água vai ser drenada do aquário para o balde. Para “iniciar” o processo, podemos encher o sifão na torneira ou chupar água do aquário direto, pelo sifão. Como a ponta do sifão que fica dentro do aquário é mais larga que o tubo, não há pressão suficiente para sugar o cascalho, e apenas a sujeira é removida; é interessante revolver de leve o cascalho com o sifão, aproveitando para limpar o fundo e remover restos de comida e dejetos dos peixes.

    É fundamental tratar a água que será colocada no aquário para remover cloro e outros produtos e deixá-la o mais parecida possível com a água do aquário em relação ao pH e temperatura; para isso usando o produto condicionador e o balde. ATENÇÃO: se a troca de água é muito grande, maior que 20 % do volume total do aquário, não devemos completar a água de uma vez, pois os peixes podem até morrer com o choque causado pela diferença na qualidade da água nova, de forma que devemos completar o aquário um pouco de cada vez, dando intervalos de 1/2 hora para que os peixes vão se acostumando com a água.

    Quanto à limpeza de filtros externos ou internos que usam material filtrante, quanto mais se limpa, mais duram os materiais filtrantes, e melhor a qualidade da água, de forma que eu recomendo limpeza dos materiais que retêm sujeira 1 vez por semana, e troca dos elementos que sofrem desgaste (como o carvão ativado) a cada 30 – 40 dias. As hélices e rotores de filtros e bombas também devem ser limpos periodicamente, de acordo com orientação do fabricante.

    [ad]

  • Reprodução de Kyngyos

    Quando eu comecei com os peixes ornamentais, a mais de 15 anos atrás, lia em todo livro que a reprodução dos Kyngyos era a coisa mais fácil de se conseguir. Nesse tempo todo eu tentei várias vezes, mas só vim a ter sucesso recentemente, por pura sorte.

    Meu costume, em se tratando de qualquer espécie de peixes, foi sempre de comprar os menores filhotes que eu conseguisse no mercado e vê-los crescer. A taxa de obrevivência de Kyngyos comprados assim foi sempre de mais de 90 %. Antes de comprar os peixes, eu já deixo preparado o primeiro aquário em que eles vão ficar, normalmente uns 20 litros para cada 7 ou 8 filhotes, com um bom filtro e algumas plantas. O único cuidado que eu tomo antes de colocar os peixinhos no aquário é de deixar equilibrar a temperatura do saco de transporte com a da água do aquário. Os filhotes são alimentados com comida em flocos e, vez ou outra, com artêmias ou tubifex vivos. A medida que eles vão crescendo eu vou trocando eles para aquários maiores. Ao redor de 1 ano e ½ a 2 anos, os Kyngyos já podem começar a se reproduzir. Em relação aos Kyngyos adultos, eu chego a manter até 5 em um aquário de 60 litros, com filtragem e troca de água (35 %) uma vez por semana. A alimentação é basicamente comida seca, de preferência da Tetra, mas também eventualmente tubifex, verme de sangue ou artêmias.

    Seguem os dados que eu obtive em listas de discussão e livros sobre a manutenção e reprodução de Kyngyos: – dissolver um pouco de sal grosso na água; – é importante um inverno rigoroso para que os peixes comecem a se preparar para a reprodução que se inicia no final da primavera (apesar de viver em São Paulo, o inverno no ano da reprodução foi bastante gelado); – alimentar pouco os peixes no inverno, deixando até alguns dias de jejum; – a partir do início da primavera, começar a alimentar também com comida viva (tubifex, verme de sangue, larvas); – já na primavera se iniciam as “caças nupciais” que são perseguições dentro do aquário, sendo normalmente os machos que perseguem as fêmeas; – as fêmeas ficam com um dos lados do corpo mais inchado que o outro; – alguns machos desenvolvem umas protuberâncias que parecem pequenas luzinhas brancas de natal ao redor das nadadeiras peitorais (eu cheguei a tratá-los de ictio nessa fase – um grupo de peixes pequeno (uns 3) deve ser separado num tanque contendo plantas flutuantes para a reprodução.

    Agora vão as condições nas quais eu consegui a reprodução: Do que está escrito ai em cima, eu tentei de tudo um pouco e usei várias das informações, como, por exemplo, alimentar com comida viva, e dissolver sal grosso na água. Mas a reprodução mesmo eu nunca consegui em aquário, como eu disse, foi pura sorte. Eu fui a uma loja e vi alguns Kyngyos novos, com cores mais mdernas, formas diferentes, etc, e não resisti em comprá-los. Como eu não tinha mais aquário para hospedar tanto peixe, escolhi 3 dos Kyngyos que eu não gostava muito e coloquei num balde de água de uns 50 litros no quintal, com algumas plantas flutuantes pra proteger do sol, uma pedra no fundo e sal grosso dissolvido.

    Nada de filtro, nada de oxigenação, e larguei os peixes lá, só lembrando de alimentar uma vez por dia. Isso foi em meados de novembro. Mais ou menos um mês depois eu comprei um aquário novo para colocar os peixes do balde. Esvaziei 99 % da água do balde direto no ralo, enchi o balde de novo com água limpa, e qual não foi minha surpresa quando eu encontrei os 3 sobreviventes lá dentro!

    Depois de descobrir a “fórmula” eu comecei a escolher os peixes que eu mais gostava, tentando formar casais, e ia colocando em baldes. Em menos de 1 semana apareciam os ovos grudados nas plantas flutuantes. Eu voltava os pais para o aquário e esperava os ovos eclodirem em 4 dias. Como os baldes ficam no quintal, expostos ao sol, a água fica verde, cheia de algas e outros microorganismos, e é essa a primeira comida dos filhotes. Eles chegam a passar mais de um mês só vivendo dessa água, até que se tornem “visíveis” quando eu então passo a alimentar com artêmia recém-eclodida, e finalmente com comida seca.

    [ad]

  • Dicas para Criação de Kinguios

    Aquário de Kinguios (Calda-de-Véu)

    Sem dúvida alguma montar e manter um aquário para a criação e manutenção dos peixes Kinguios ou “dourados cauda-de-vél” como é mais comumente conhecidos é muito simples e prática. Essa espécie de peixes possue uma variedade imensa, de várias cores e formas.

    São peixes pacíficos e de muito baixa agressividade que não devem ser misturados com outros mais vorazes. Se adaptam bem a um tanque sem muitas “frescuras”. Um filtro biológico de fundo simples e um compressor de ar, são muitas vezes suficientes para manter a qualidade de vida no tanque. Esse tipo de peixe normalmente requer espaço para nadar, poriso recomendamos pouca iluminação. Como gostam de se alimentarem de plantas e algas, manter plantas artificiais é muitas vezes uma boa solução. Já que provavelmente eles irão destruir as naturais.

    São peixes de grande resistencias, e seu tamanho pode variar de espécie a espécie. São muito chamativos pelas suas cores e formas váriadas. Algum possuem caldas longas que chamam muito a atenção de quem passa na frente do aquário.

    É importante também resaltar que o P.H da água preferido desse tipo de peixe é alcalino. Poriso recomendamos manter um cascalho calcáreo para manter a duzera da água semre altos, em entre 7.0 e 8.0 no máximo.  Caso você possua um cascalho neutro ou troncos mortes que normalmente aumentam a acidez da água, tamponadores serão recomendado a fim de trazer o P.H na medida adequada para essa espécie.

     As doenças mais comuns desses peixes, são os fungos e ictios. Porém por serem animais muito resistentes, basta utilizar um tratamento adequado e logo estarão recuperados. A manutenção não é muito diferente se comparado a outros tipos de peixes, e consiste numa troca parcial da água entre 20% à 30%, limpeza dos filtros externos de partículas e remoção das algas nos vidros.

    [ad]

  • Aquário de Água Doce com Plantas

    Planta Aquática

    Todos nós sabemos que grande parte da beleza de um aquário de água doce não são somente os peixes. Na verdade, existem muitos aquaristas que possuem tanques imensos com praticamente uma quantidade limitada de peixes, onde todo o ênfase da beleza é dada as plantas aquáticas, trocos mortos e rochas.

    Num aquário com várias plantas o meio ambiente aquático é reproduzido com muito mais qualidade que se reflete tanto na água quanto na qualidade de vida dos peixes ornamentais. As plantas não só embelezam como também exercem um grande papel em dar proteção aos peixes que se sentem ameaçados, e abrigo para aqueles animais que vêm a necessidade. Já que algumas espécies possuem um comportamento diferenciado, o qual necessita um tanque rico em plantas.

    Na parte técnica, basicamente devemos nos concentrar na iluminação, filtragem e aquecimento.

    A iluminação é parte fundamental no bom desenvolvimento da vida marinha, sem ela as plantas não cresceram como esperado, podendo vir até a morrer e consequentemente contaminar a água do aquário. Um aquário ornamental que recebe um pouco de luz natural é sempre bem vindo, porém é preciso cuidar que o execesso de luz juntamente com o execesso de nutrientes na água não venha a criar algas e musco aquático que nesse caso não são bem vindos.

    Entre 8 à 10 horas de luz por dia é o recomendado para o aquário. Hoje em dia existem diversos filtros que já são construidos para um aquário com bastate plantas, entre eles alguns importados possuem até um injetor de CO2. O CO2 é para as plantas como o oxigênio é para a vida animal. Uma boa quantidade de CO2 na água ira proporcionar plantas mais saúdaveis e aumentar o seu crescimento. No nosso site, existe um tutorial de como contruir um injetor de CO2 caso queira, com um custo super baixo.

    Com relação a fixação das plantas, um substrato natural de terra adubada que não possua chumbo ou qualquer agrotóxico são um bom começo. A terra pode ser colocada no fundo e no topo uma camada de cascalho de 3 a 6 mm já é o suficiente para o bom crescimento das plantas.

    Lembre-se também que como sua planta de jardim, a do seu aquário também requer poda, ja que o execesso também pode ser prejudicial tanto para os peixes como estéticamente.

    [ad]

  • Como Montar um Aquário Hospital

    cuidados-com-aquarioPode ser um recipiente com capacidade de 30 a 50 litros. Deve ter laguma pedra, planta artificial, ou pedaço de vaso de cerâmica para que os peixes se sintam mais abrigados, mas não deve conter cascalho, pois este seria um abrigo para os organismos causadores das doenças. É importante uma bombinha com pedra porosa, e um aquecedor (os Visi-Term são muito bons). Como medicamentos básicos, Parasiticida da Atlantis, Bactericida e Fungicida da Atlantis, algum antibiótico de largo espectro, como terramicina ou Maracyn 2, e sal grosso.

    O aquário hospital pode ficar desmontado, e ser montado apenas em uma urgência, ou ficar montado permanentemente. Quando a água do aquário de origem do peixe a ser tratado estiver em condições aceitáveis, é recomendável encher o aquário hospital com 50% de água nova, e 50% do aquário de origem, para minimizar a chance de o peixe tomar um choque pela mudança brusca das condições da água.

    Quando se usar antibiótico no aquário hospital, não se deve deixar iluminação sobre o aquário, tentando manter o aquário na sombra. Pode-se até cobrir parcialmente o aquário com um pano, para evitar a entrada de luz, e também para que o peixe se sinta mais seguro.

    [ad]

  • Dicas na Escolha de um Aquário de Peixes

    Manter um aquário doméstico pode ser trabalhoso, porém nem tanto quanto pensamos. Se você configurar corretamente o tanque, colocando um conograma correto de manutenção regular, certamente tera uma boa experiência. Um aspecto muito importante é ter certeza de fazer uma boa escolha na hora de selecionar os peixes que farão parte de seu pequeno eco-sistema. Existe a necessidade que os peixes sejam compativeis entre si para uma boa armonia do aquário, seja ele de água doce ou marinha.

    Todos nós gostariamos de possuir uma variedade de peixes de diferente tipos, tamanhos e cores, porém é preciso analisar com cuidado o que você esta escolhendo, já que muitos peixes são incompatíveis por diversos motivos.

    A chave para se ter um aquário de peixes em vivem em boa harmonia é evitar misturar peixes agressivos com pacíficos, e caso realmente queira fazer a mistura tente pelo menos fazer que com os peixes de maior agressividade sejam de menor porte, assim você evita que eles se tornam territoriais e machuquem outros peixes de mesmo porte.
    O método mais seguro está em simplesmente escolher peixes que se dão bem. Um dos meus favoritos é Neon Tetras e eu sempre pensei que um tanque ficaria bastante violento, com apenas um grupo deles.

    Alguns peixes que são ligeiramente agressivo podem ser colocados em um aquário juntos com outros não violentos, isso proporcionará um balanço entre as espécieies.
    Ciclídeos são agressivos, mas no geral são umas mais pelas espécieis de peixes tropicais. Eles normalmente são grandes em tamanho e algums possuem cores vibrantes e brilhantes que reflectem uma beleza subaquática.

    Elas não devem ser mantidos com outros peixes mais pacíficos, ao menos que você quiser ver seus peixes sendo devorados ou assasinados periodicamante pelos ciclídeos. Alguns ciclídeos comuns incluem Jack Dempsey, Pink presidiário e Firemouth. Você pode misturar estes com tubarões e bagres. Alguns dos mais agressivos ciclídeos Africano necessitam ser mantidos em grandes grupos de 6 ou mais, a fim de manter o equilíbrio e a ordem no tanque.

    Ao escolher peixes com longas barbatanas, você deve manter um ambiente com animais pacíficos. Como todos sabemos betas são muito bonitos mas só pode ser mantido um por tanque (ao menos que você tenha um grande tanque e então você pode ser capaz de conseguir 2 a co-existir). Eles podem ser mantidos com swordtails, platies, mollinésias, peixe anjo e gouramis.

    E não esqueça que você precisa de um peixe para limpar o tanque e um dos mais recomendados seria usar o limpa-fundo ou plecostomus para isso. Normalmente essa categoria de peixes não enfretam nenum problem por viverem sempre no fundo do aquário, podendo assim ser misturados com espécies mais agressivas.

    [ad]

  • Sobre Corais Marinhos

    receife-de-corais

    Corais são organismos marinhos, a partir da classe Anthozoa que existem nos oceanos como tambem as anêmona-como pólipos, geralmente nas colônias existem muitos indivíduos idênticos. O grupo inclui os importantes construtores de recifes que são encontrados em oceanos tropicais que segregam carbonato de cálcio para formar um esqueleto rígido.

    Um coral “cabeça”, comumente entendida como sendo um único organismo, é formado a partir de milhares de pólipos individuais, mas geneticamente idênticos, cada pólipo com apenas alguns milímetros de diâmetro. Durante milhares de gerações, os pólipos fixam um esqueleto que é característica de sua espécie. Uma cabeça de coral cresce por reprodução assexuada de cada um dos pólipos. Corais também reproduz sexualmente por desova, com as mesmas espécies de corais libertando gâmetas simultaneamente durante um período de uma a várias noites em torno em noites de lua cheia.

    Embora corais pode capturar plâncton usando células com ardor de seus tentáculos, estes animais obtem a maioria de seus nutrientes simbiótica de algas unicelulares chamados zooxanthellae. Por conseguinte, a maioria dos corais dependem da luz solar e crescem de forma clara em águas rasas. Normalmente em profundidades menor do que 60 m (200 pés).

    Estes organismos podem ser importantes contribuidores para a estrutura física dos recifes de corais que se desenvolvem em águas tropicais e subtropicais, tais como a enorme Grande Barreira de Coral ao largo da costa de Queensland, na Austrália. Outros tipos de corais não têm relacionamento com as algas que podem viver em águas muito mais profundo, como no Atlântico, com o gênero de águas frias Lophelia elas podem sobreviver a uma profundidade de 3000 metros.

    [ad]

  • Tabela de Plantas Ornamentais

    As plantas aquáticas desta lista são usadas para a prática do aquarismo. Elas estão relacionadas alfabeticamente pelo no nome científico em cada família botânica e com o nome comercial entre parênteses.

    Apiaceae
    Lilaeopsis brasiliensis (Glaz.) Affolter (Gramínea)
    Hydrocotyle leucocephala Cham. & Schltdl.
    Hydrocotyle verticillata Thunb.

    Aponogetonaceae
    Aponogeton madagascariensis (Mirb.) H.W.E.van Bruggen

    Araceae
    Anubias afzelii Schott
    Anubias barteri Schott
    Anubias hastifolia
    Anubias barteri var. nana Engl.
    Cryptocoryne beckettii
    Cryptocoryne ciliata
    Cryptocoryne crispatula
    Cryptocoryne gomezii
    Cryptocoryne lingua
    Cryptocoryne retrospiralis
    Cryptocoryne spiralis
    Cryptocoryne undulata A.Wendt
    Cryptocoryne wendtii de Wit
    Cryptocoryne willisii Hort. ex A.Chev.

    Brassicaceae
    Cardamine lyrata Bunge (Trepadeira Chinesa)

    Campanulaceae
    Lobelia cardinalis L.

    Cabombaceae
    Cabomba caroliniana A.Gray (Cabomba Verde)

    Cyperaceae
    Cyperus helferi Boeckeler
    Eleocharis parvula Palla

    Droseraceae
    Aldrovanda vesiculosa L.

    Eriocaulaceae
    Tonina sp.

    Haloragaceae
    Myriophyllum aquaticum (Vell.) Verdc.
    Myriophyllum hippuroides Nutt. ex Torr. & Gray
    Myriophyllum matogrossensis
    Proserpinaca palustris L. (Erva-sereia)

    Hydrocharitaceae
    Blyxa echinosperma Hook.f.
    Blyxa japonica Maxim. ex Aschers.et Gurke
    Egeria densa Planch. (Elódea)
    Limnobium laevigatum (Humb. & Bonpl. ex Willd.) Heine
    Vallisneria spiralis var. tortissima L. (Valisnéria Saca-rolha)

    Hypnaceae
    Vesicularia dubyana (Java Moss)

    Lamiaceae
    Eusteralis stellata (Lour.) Panigrahi

    Lythraceae
    Ammannia gracilis Guill. & Perr. (Amânia Rosada)
    Didiplis diandra Wood
    Rotala sp. “Nanjenshan” (Mayaca sellowiana Kunth)
    Rotala macrandra Koehne
    Rotala rotundifolia Koehne
    Rotala wallichii Koehne

    Mayacaceae
    Mayaca fluviatilis Aubl.

    Menyanthaceae
    Nymphoides aquatica Kuntze

    Najadaceae
    Potamogeton gayii A.Bennett

    Nymphaeaceae
    Barclaya longifolia Wall.
    Nymphaea stellata Willd.

    Onagraceae
    Ludwigia arcuata Walter
    Ludwigia glandulosa
    Ludwigia inclinata
    Ludwigia mullertii
    Ludwigia ovalis
    Ludwigia repens
    Ludwigia repens x arcuata

    Piperaceae
    Saururus cernuus L. (Rabo de Lagarto)

    Pontederiaceae
    Eichhornia azurea Kunth
    Heteranthera zosterifolia (Stargrass)

    Primulaceae
    Lysimachia nummularia L.
    Samolus parviflorus Raf.

    Pteridophyta
    Ceratopteris thalictroides (L.) Brongn.
    Salvinia auriculata Aubl.

    Ricciaceae
    ‘Meiryccia fluitans

    Scrophulariaceae
    Bacopa lanigera Wettst. (Bacopa Peluda)
    Bacopa monnieri (L.) Pennell (Bacopa Anã)
    Glossostigma elatinoides (Benth.) Hook.f.
    Limnophila sessiliflora Griff. (Ambulia Anã)
    Hemianthus micranthemoides Nutt.
    Micranthemum umbrosum (J.F.Gmel.) Blake
    Microsorum pteropus (Samambaia de Java)

    [ad]

  • Sintomas das Doenças Mais Comuns em Peixes de Aquário

    Nadadeiras comidas ou apodrecidas
    Guelras avermelhadas e ou expostas
    Escamas eriçadas
    Olhos sem o brilho natural, sobressaltados ou esbranquicados
    Boca ou corpo com fungos (pontos brancos, ou tufos tipo bolor)
    Pontos brancos espalhados pelo corpo e nadadeiras do peixe
    Ânus avermelhado
    Pontos avermelhados ou negros na superficie das escamas
    Peixe com o nado irregular
    Peixe fica somente na superficie com difuculdades de respirar e ou se locomover
    Pontos pretos pelo corpo

    Possiveis Tratamentos para Ajudar no Combate a Enfermidade dos Peixes

    Controle os apectos físicos do seu aquário como o ph e temperatura.
    Isole o peixe em um aquário hospital caso isto seja possivel, se não faça o tratamento no aquário principal. (Não recomendável)
    Coloque algum tipo de fungicida como Labcon Aqualife, caso seja fungo (bolor branco) se ao invés de fungo for ictio (pequenos pontos brancos) adicione um anti-ictio. (O modo de uso destes medicamentos veja na bula do produto)
    Aumente a temperatura do aquário, passando para algo em torno de 28º graus.
    Reforce a alimentação.
    Troque parte da água do aquário, adicionando outra nova sem cloro.
    Caso necessario retire o parasita com uma piça.
    Para um rápido tratamento passa um fungicida diretamete no peixe com um cotonete.
    Alimente os peixes com alimentos vivos ou alimentos com antibióticos.
    Coloque no filtro externo (caso possua um) carvão ativado.
    Evite quedas bruscas de temperatura.
    Não deixe peixes agressivos ou vorazes perto do peixe doente.

    SER CONTINUADO…

    [ad]