Categories
Manutenção do Aquário

Você vai Viajar e não sabe o que fazer com seu aquário?

Dependendo da quantidade de dias que você vai ficar fora deve – se tomar procedimentos diferentes:

DE 1 A 3 DIAS: Aí vai depender se você trata direitinho seus peixes .Lembre – se você tratando certinho seus peixes ele aguentará até 8 dias sem comer sem problema algum.Bom , de 1 a 3 dias não deixe a luz ligada nem nada (só o oxigenador hehehe)

DE 1 A 5 DIAS: Normalmente , siga os procedimentos acima.

DE UM A 10 DIAS: Aí o período é mais longo e os procedimentos mais críticos.Você deve deixar o lugar onde está o aquário com luz ambiente(como o dia , o dia claro e a noite escuro)ou coloque um timmer na sua luz e regula a hora de acender e a hora de desligar.Compre um ração que parece uma pedra e ela vai dissolvendo lentamente na água e os peixes vão comendo ela.Colocar um termostato .

DE 1 A 15 DIAS: Mesmo procedimento acima . Agora se ficar alguém na sua casa(alguma doméstica ou alguma outra pessoa de confiança).Neste tempo vamos supor que sua tia vai ficar na sua casa, explique a ela tudo certinho quanto põe de ração a hora de ligar e desligar a luz e tudo mais , assim você pode viajar tranqüilamente.

Categories
Manutenção do Aquário

Tudo Sobre Troca de Água do Aquário

Acho que todo mundo que tem um aquário ja ouviu sobre a necessidade de trocar água do aquário. O motivo das trocas não é exatamente limpar a água, mas sim purificá-la de substâncias acumuladas em excesso, e repor alguns elementos que vão sendo depletados ao longo da vida do aquário. O principal produto acumulado no aquário é o nitrato, uma proteína que se forma basicamente pelos processos de decomposição no aquário, tanto da amônia da urina dos peixes, quanto de restos de alimentos.

O nitrato em baixas concentrações não faz mal aos peixes, mas em alta concentração torna os peixes cada vez mais suscetíveis a doenças e prejudica muito as plantas, causando amarelamento das folhas, normalmente de baixo para cima, e sua morte.

Nesse artigo vamos tratar da diminuição dos níveis de nitrato por trocas de água.

Qual a quantidade ideal de água a ser trocada?

Aqui vou abrir um parênteses para garantir que trocar toda a água, no tradicional processo de desmontar o aquário e lavar tudocertamente não é o melhor. Dessa forma a concetração de nitrato cai para zero, mas concomitantemente se destroi toda a biologia que havia se desenvolvido no aquário, dificultando em muito a sobrevivência dos peixes e causando sempre baixas entre os mesmos.

Na sequência de esquemas abaixo temos um aquário que foi montado, estabilizado, recebeu os peixes lentamente, ao longo de um mês, e acumula em média, 10 ppm de nitrato por decomposição ao mês (representado pelas bolinhas vermelhas). À esquerda temos um aquário aonde são feitas trocas semanais de 10 % do volume do aquário, e a direita um aquário aonde é feita uma troca única mensal de 50 % do volume. Cada figura conta com uma legenda e uma equação matemática, aonde temos o valor de nitrato antes da troca, que é o valor anterior mais 2,5 ppm (que é a quantidade de nitrato acumulada ao longo de uma semana), menos 12,5 % (no caso das trocas semanais), que representa a quantidade de nitrato removida na troca, e o valor resultante de nitrato logo após a troca de água.

Para fins práticos, é aceitável uma concentração de nitrato de até 25 ppm, sendo que concentrações superiores a essa começam a ser prejudiciais aos peixes, e as plantas começam a parar de crescer, ao que se segue o amarelamento das folhas. No esquema acima, a rotina de trocas de 50 % de água mensal, consegue manter indefinidamente o nível de nitrato em algo entre 10 ppm e 20 ppm, enquanto que a rotina de trocas menor, mas semanais, não consegue controlar a subida lenta, mas constante, da concentração de nitrato.

Deve-se levar em conta, na análise dos dados acima, que alguns valores foram escolhidos para facilitar a compreensão, mas que não são necessariamente aplicáveis nos casos reais, como o acúmulo de 10 ppm de nitrato por mês; a quantidade de nitrato produzida está ligada a diversos fatores, dentre eles: quantidade de peixes no aquário, quantidade de alimentos oferecidos aos peixes, qualidade dos alimentos, tipo de filtragem utilizada, periodicidade na manutenção de filtros externos (quando esses são usados), uso de resinas para controlar o nitrato ou absorver a amônia (não deixando essa se transformar em nitrato), presença de plantas naturais no aquário, e outros.

Cabe dizer que resolver o problema do excesso de nitrato no aquário através de uma grande troca d`água pode não ser a melhor solução: ao mesmo tempo em que alivia a concentração de nitrato, essa troca pode dar um choque de temperatura ou pH nos peixes, que também pode ser fatal. Tomemos como exemplo a água de São Paulo – S.P., que sai da torneira bem alcalina, com pH superior a 7,5, mas com dureza quase zero (o que faz com que o pH não esteja tamponado, podendo cair rapida e facilmente caso ácidos sejam liberados no aquário).

Em um aquário montado com essa água a tendência do pH é acidificar rapidamente com a colocação de peixes e o subsequente processo de decomposição dos restos de alimento e dos excrementos dos peixes. Assim, um aquário com pH inicial de 7,4 pode passar, em questão de dias (digamos 15) para 6,8 e continuar caindo. Os peixes vão se adaptando ao longo do tempo a essa queda gradual do pH, mas na hora da grande troca de água, que será feita de uma vez, o choque de pH ao misturar 50 % de água com pH 7,5 com 50 % com pH 6,8 ou menos, pode ser fatal.

Para não fazer uma troca de água prejudicial, é importante acompanhar os parâmetros da água do aquário, principalmente o pH, para saber o que está acontecendo, e até usar esses dados para decidir quando fazer trocas de água, e a porcentagem das mesmas.

[ad]

Categories
Manutenção do Aquário

Frio e Baixas Temperaturas no Aquário

Com a chegada do inverno, ou apenas com as quedas de temperatura, é necessário fazer algo mais no aquário. A temperatura do aquário tende a diminuir e ficar igual a temperatura ambiente. O que deve ser feito:

– Colocar um aquecedor ou termostato no aquário para deixar a temperatura habitual (normal).

Como e qual aquecedor colocar?
Existe no mercado diversos tipos de aquecedores, de várias voltagens (potencia) e varias marcas. Compre o aquecedor de acordo com o tamanho de seu aquário.

Aquecedor para AquárioAquecedores convencionais e sem termostato: Esses aquecedores são os mais baratos, mas eficientes, o único problema é que você não deve compra um muito potente pois ele irá super aquecer a água descontroladamente.

O ideal é você comprar um mais fraco e deixa-lo ligado pois assim a temperatura irá subir vagarosamente. Para um aquário de 200 litros, por exemplo, coloque um aquecedor de até 100W e você poderá deixá-lo ligado o dia todo se o frio for intenso ou apenas nas horas em que estiver mais frio (aqui no Brasil geralmente à noite, das 6 da tarde até as 9 da manhã). Junto com o aquecedor, compre um termômetro. É muito importante ficar atento à ele.

Termostatos: (Alguns já vem com aquecedor embutido, outros é necessário ser acoplado um).
Coloque-o no aquário, ligue e comece aumentando a potência até ascender a luz existente nele. Quando a luz se apagar é porque já aqueceu de acordo com a potência que você ajustou. Olhe no termômetro e veja com está a temperatura. Se precisar aquecer mais o aquário, aumente um pouco mais a potencia e assim vai até chegar na temperatura desejada (isso leva um certo de tempo). Quando chegar à temperatura desejada, deixe-o do jeito que você mexeu pela ultima vez pois quando a temperatura diminuir ele ligará sozinho e deixará a temperatura normal.

A temperatura do aquário deve aumentar vagarosamente pois do contrários peixes poderão sofrer choque térmico ou causar problemas à saúde deles.

Existem peixes que são altamente resistente à baixas temperaturas, é o caso dos peixes japoneses (Carpas e Kinguios). Sua espécie está habituada e adaptada a viver em fontes e lagos gelados. No frio, as doenças costumam aparecer com muita freqüência, principalmente Íctio, fungos e bactérias atacam os peixes. Leia sobre essas doenças, como trata-las ou preveni-las na seção doenças do site). Outra dica é manter os peixes sempre bem alimentados, com alimentação de qualidade. Faça tudo certo, usando adequadamente os acessórios e cuide bem de seu aquário.

[ad]

Categories
Manutenção do Aquário

Manutenção da bomba submersa e de seu filtro mecânico

Filtro de Aquário ExternoBomba submersa: Conforme o tempo vai passando vai acumulando um lodo (limo e algas) em sua turbina e no motor. Se vc não tirar esse lodo ela vai perdendo rendimento e se vc ainda não limpar ela entope por completo.

Aí é só você tirar a bomba do aquário abri-la e lavar com uma escova de dente porém tenha muito cuidado pois dentro dessas bombas há pecinhas e borrachinhas bem pequenas e podem ser perdidas fácilmente. A limpeza das bombas devem ser feitas regularmente. Bombas submbersas velhas e mal cuidadas perdem o rendimento e podem colocar a vida do seu aquário em risco, pois não estara circulando e filtrando a quantidade de água indicada pelo fabricante.

Se o volume de água bombeada for pequeno, isso pode acarretar o aumento das substâncias químicas nocivas a vida aquática, como o nitrato e a amônia.

Filtro mecânico: Filtros externos mecânicos são de facil e simples manutenção. Os que possuem aquela lã acrílica, o recomendado é que seja retirada e lavada em água corrente para que toda aquela sujeira que fica acumulada seja extraída.

A troca do carvão mineral tambem deve ser feita pelo menos uma vez ao mês. Também não esqueça de desmontar o filtro e fazer uma limpeza geral, juntamente com as trocas parciais de água.

[ad]

Categories
Manutenção do Aquário

Bons Mandamentos para Aquaristas

1º mandamento: Só compre peixes, aquário e equipamentos em loja de confiança, onde você tem certeza de não estar comprando algo fora do mercado ou peixes doentes.

2º mandamento: Evite misturar peixes de outras famílias com os anabantídeos, pois o mesmo pode vir a falecer, pois os anabantídeos tem “costumes” muito originais, um deles é a agressividade.

3º mandamento: Tenha sempre o máximo de higiene com tudo em seu aquário, quando um peixe esta contaminado, isole-o e depois que ele se curar desinfete o aquário com bastante sal.

4º mandamento: Nunca use produtos que não seja especial para aquarismo ou orgânico para limpar seus aquários.

5º mandamento: Nunca reproduza seus peixes de forma descontralada e desconcientizada, pois pode acontecer desmatização das cores e acabar os lugares para seus peixes, superpopulando seus aquários.

6º mandamento: Não ponha Bettas macho em aquário comunitário, pois ele fica sem “lugar”, fica bobão, não vai ter mais o extinto de “Betta”, portanto Bettas macho é para ficar em aquário individuais.

[ad]

Categories
Manutenção do Aquário

Limpeza das Betteiras

 Chama-se de beteiras aos pequenos recipientes que servem para manter, separadamente, os machos. Eles podem ser vidros que são usados para conservas ou outros tipos de vidros redondos, que depois de bem lavados e desinfetados servirá de beteira. Pode-se usar também, pequenos aquários como de por exemplo, de 10x10x20cm que darão um espaço maior para os bettas.

O mais importante, contudo, é manter uma higiene, a melhor possível, de beteiras. Alimentando-os sem excesso, dastara fazer a higienização das beteiras uma vez por semana. Para limpar os vidros redondos, o ideal é aquele tipo de escova para vaso sanitário, com cabo comprido de plástico e cerdas arredondadas em torno do cabo, que são facilmente compradas em supermercados. Para limpar as beteiras retangulares deve-se usar uma esponja que possua dois lados, um mais fino e outro mais duro, o qual será usado na limpeza.

Peixes mantidos em aquários de águas cristalinas ou beteiras sempre limpas, crescerão sem qualquer problema, nunca apresentando surtos de doenças. A rotina de limpeza das beteiras é cansativa, mas o verdadeiro criador deve estar conscientizado da importância dessa limpeza, para não ter o desgosto de ver um belo exemplar ou reprodutor em potencial, subitamente doente sem outra explicação que não seja a poluição da água onde vive.

[ad]

Categories
Manutenção do Aquário

Meios Naturais Para Controlar a Qualidade da Água

Quando montamos o aquário, a água mais comum de ser usada é a de torneira ou em alguns casos a água mineral. O pH dessa água pode variar de acordo com a região ou com a fonte de origem. Porém, quando colocamos essa água no aquário, sua composição química pode ser rapidamente alterada pelo cascalho, pedras ou enfeites que haja dentro desse, já que esses podem ser lentamente dissolvidos, liberando substâncias químicas em quantidades variadas na água.

Essas substâncias podem alterar o pH, a dureza da água ou, em última instância, causar um efeito tampão, que tende a deixar o pH “travado” num valor determinado, de acordo com as substâncias químicas presentes e suas devidas quantidades. Assim, é sabido que a dolomita, o cascalho branco comumente utilizado, tende a alcalinizar a água. Isso é devido a dissolução de alguns sais presentes nessas pedras que elevam o pH e tamponam esse em um valor elevado. Cada vez que se tenta baixar o pH de um aquário com dolomita com algum corretivo acidificante, o pH é temporariamente alterado, mas em menos de 24 horas retorna a seu valor anterior.

Não só o corretivo foi em vão, como os peixes sofrem um choque de pH na baixa, e no retorno tão brusco do pH a seu valor inicial. Desse exemplo fica a lição de que para montar um aquário é preciso escolher as espécies de peixes que vão habitar o mesmo com antecedência para escolher o cascalho e outros ornamentos que vão ficar no mesmo levando em conta as características da água desejadas. Como explicado no item Ambiente Natural, os peixes são diferentes, têm origens diferentes, e vivem bem mais tempo e são mais saudáveis quando colocados em uma água compatível com aquela de origem da espécie. Existem no mercado tamponadores (buffers) de excelente qualidade, que ajudam a levar e manter o pH a valor determinado, ideal para o conjunto de peixes de um determinado aquário, mas mesmo esses produtos têm seus limites, e funcionam melhor quando o aquário foi previamente planejado.

Na prática, as categorias em que os peixes são divididos são quanto à temperatura e quanto ao pH e/ou dureza. Quanto à temperatura, os peixes podem ser: Água fria: peixes que vivem à temperatura ambiente mesmo no inverno. Não necessitam de aquecimento na água, e esse pode ser até prejudicial, quando relacionado a reprodução, já que a maioria desses peixes é sazonal e o “gatilho” para a reprodução é justamente a mudança de estação.

Exemplo: kyngyos, carpas e dojó; Água temperada: algo entre 21º e 27º C. Nessa faixa se encontra a maioria dos peixes ornamentais comumente encontrados. Exemplos: espadas, colisas, ciclídeos africanos. Água tropical: Aí são encontrados principalmente peixes amazônicos, que vivem muito bem em temperaturas entre 28º e 32º C. Exemplos: neon, acará disco, acará bandeira. Quanto ao pH (que está intimamente relacionado com a dureza, no aquário), os peixes podem ser divididos em: Água ácida: São peixes que vivem bem em água com pH ao redor de 6,0, ou até inferior. Os exemplos mais típicos dessa categoria são os disco e neons.

Água ligeiramente ácida: algo entre 6,6 e 6,9. Nessa categoria entram diversos peixes das bacias brasileiras, como as coridoras, cascudos, ramirezi, e outros. Água ligeiramente alcalina: algo entre 7,1 e 7,2. Nessa categoria se encontram muitos dos peixes da família dos poecilídeos, como espadas, platys e lebistes. Água neutra: na verdade, essa categoria engloba também os peixes de água ligeiramente ácida e ligeiramente alcalina, já que esses podem ser facilmente adaptados em água neutra.

Exemplo: paulistinha.

Água alcalina: Aqui estão, de novo, peixes mais exigentes, que não vão se adaptar tão bem se colocados em pH mais baixos, apresentando diversos sintomas de má adaptação, como os kyngyos, que apresentam veios de sangue nas caudas transparentes quando o pH abaixa muito. As molinésias também fazem parte dessa categoria, e vivem bem em pHs variando de 7,2 até pHs marinhos, acima de 8,0! Os ciclídeos africanos também são peixes de água alcalina, idealmente ao redor de 7,8. Nos lagos de origem desses peixes há uma quantidade muito grande de sais dissolvidos na água, e o pH é bastante elevado, sendo que o ambiente lembra mais um ecossitema marinho, do que um lago no centro da Africa. Sabendo que precisamos planejar o aquário baseados nas espécies que vamos querer colocar no mesmo, vamos escolher os substratos.

Como dito acima, a dolomita funciona alcalinizando a água, e pode ser usada como substrato em aquários para peixes alcalinos, como kyngyos, molinésias, espadas e ciclídeos africanos. Um ponto que deve ser levado em conta em relação à dolomita é quanto a sua cor, em geral branca ou muito clara – como os peixes em geral são provenientes de rios e lagos com fundo escuro, isso serve como referência para eles, e o uso da dolomita sozinha como única cobertura do fundo pode levar os peixes a ficarem estressados pela luminosidade refletida pelo substrato. Assim, é recomendável usar uma parte de cascalho de rio comum na mistura, ou então enfeites escuros no fundo para quebrar um pouco esses efeito.

Outro substrato comumente usado no fundo de aquários de água alcalina são conchas moídas ou halimeda (o esqueleto calcáreo de uma alga marinha). Esse tipo de substrato é especialmente encontrado em aquários de ciclídeos africanos, aonde é comum encontrar também peças de coral usadas como enfeite. A aragonita também seria um substrato dos mais escolhidos para aquários de ciclídeos africanos, não fosse seu preço bastante elevado. Em geral o cascalho de rio, a pedra rolada de rio, é o substrato usado em aquário para peixes de água ácida, neutra, ou levemente alcalina. A maioria desses cascalhos é quimicamente inerte e acaba não afetando o pH, além da vantagem de prover aos peixes um fundo escuro, e um ótimo substrato para as plantas. Outros tipos de cascalho podem ser testados, sendo deixados por um período em um pequeno recipiente com uma água previamente testada, a qual é retestada após esse período para ver se houve alteração do pH.

Esse método também pode ser usado com pedras que vão ser usadas dentro do aquário, ou com algumas que se desconfia estejam sendo responsáveis pela alteração do pH da água. Dentre os enfeites naturais, é sabido que o tronco de arueira ajuda a amolecer a água e assim a queda do pH, sendo muito usado em aquários de peixes amazônicos. Outro condicionador usado para amolecer a água é a turfa, geralmente colocada em saquinho dentro do filtro ou em uma passagem de água. Das pedras brutas, o ideal é perguntar ao lojista que as está vendendo se elas causam alguma alteração no pH, ou então testá-las como proposto acima.

Um aquário montado a algum tempo, especialmente se tiver filtro biológico de fundo, tem tendência a apresentar uma acidificação gradual da água, que não é causada por propriedades químicas das coisas usadas dentro do aquário, mas sim pelo acúmulo de sujeira em decomposição no fundo do aquário. Essa acidez não é saudável, mesmo para peixes de água ácida, pois indica o decaimento da qualidade da água, que pode, em grau extremo, ser o agente responsável pelo aparecimento de doenças. Esse efeito deve ser controlado pela manutenção frequente do aquário, sempre usando um sifão para penetrar no fundo e retirar os acúmulos de sujeira.

[ad]

Categories
Manutenção do Aquário

Simples Manutenção do Aquário

aquario width=

Para vc manter um aquário bonito , equilibrado biológicamente, limpo etc. Você precisa fazer algumas manutenções. Também não adianta você ter um aquário super bonito se os peixes não vivem bem dentro dele. As manutenções são simples: Sifonagem, trocas parciais da àgua, podas das plantas, tirar as algas (se for necessário), arrumar alguma coisa que não está bem na decoração, manutenção na bomba submersa e nos filtros externos, medir o ph semanalmente.

Trocas parciais da àgua
Essa “operação” é muito importante. Isso é você tirar1/4 da água e colocar água nova. Lembre – se que quanto maior o aquário maior a estabilidade. Em aquários com 100L ou menos troque a cada 15 dias e aquários com mais de 100L troque a cada 20 ou 25 dias. A água que que vai ser colocada no aquário tem que ficar descansando por uns 3 dias , tem que estar com o ph igual o do aquário e sem cloro.

Sifonagem
Bom , para fazer esta manutenção você precisará de um sifão.Sifão é um “instrumento” com um bocal , uma mangueira fina de jardim mesmo.Você pega e coloca o bocal no fundo do aquário e sugue para que comece a sair a água. Quando começar sair num lugar para onde que a água não fique vasando no chão ex:(galão de água de 20L).Pegue o bocal e vá sifonando o fundo para os detritos ir embora pela mangueira.Aí siga os mesmos procedimentos da troca parcial da água.

Podagem das plantas
As plantas conforme elas vão crescendo, elas vão ficar feias e grande demais se você não podar.Para podar vc deixa o ramo da planta mais forte em cada uma e vai podando os mais fracos e feios.

Tirar as algas
Se você não tiver peixes que façam este serviço(como o cascudo, limpa vidro…) você terá que seguir os procedimentos indicados: Pegue uma buchinha de lavar louça (tem que ser nova por que pode conter sabão). Vagarosamente vá passando vagarosamente a bucha no vidro até que saia toda as algas.

Arrumar a decoração ou alguma coisa que está errado dentro do aquário. De repente vc monta alguma toca ou rochas encaichadas, plantas que podem se soltar ou alguma outra coisa. Isso se mover , soltar , cair aí para não deixar tudo desarrumado vc tem que arrumar essa “baderna”. Bom aí vai algumas indicações.

-Nunca mude radicalmente a decoração de seu aquário.
-Nunca coloque muitas coisas artificiais e muito colorido Ex:(Aqueles mergulhadores que soltam bolha)
-Quando você for colocar o braço dentro do aquário, lave sem sabão e só com água corrente.
-Não faça movimentos bruscos por que vc pode assustar seu peixes.

[ad]

Categories
Manutenção do Aquário

Alimentação Básica dos Peixes

Comida em FlocosTal como os outros vertebrados, os peixes necessitam de hidratos de carbono, minerais, vitaminas, gorduras, proteínas e água.

A melhor maneira de lhes fornecer todos os nutrientes é dando-lhes uma dieta variada de alimentos de boa qualidade, tanto vivos como manufacturados. É preferível alimenta-los “pouco e muitas vezes” a dar-lhes uma grande refeição diária. Dê-lhes pequenas quantidades de comida duas ou três vezes por dia e tente variar a dieta.

Existem 5 tipos principais de alimentos embalados: flocos, granulados, comprimidos, liofilizados e congelados.

Flocos — É um dos melhores alimentos completos. Tende flutuar por instantes, para os peixes que se alimentam à superfície. Depois afunda-se lentamente e é engolido peles peixes de meias águas, e acaba por alimentar os peixes de fundo.

Granulados e Comprimidos — Em geral afundam-se rapidamente e são ideais para peixes de fundo. Os comprimidos podem ser colados às paredes a meia altura do aquário.

Liofilizados — Consistem em alimentos vivos liofilizados, ou seja, desidratados.

Congelados — Vermes apanhados e congelados, podem ser dados aos peixes mais tarde, sem perda do valor alimentar.

Existem também alimentos vivos que podem ser dados directamente aos peixes (depois de lavados, claro). Dê alimentos vivos aos seus peixes como petisco. Tiram muitos benefícios dos alimentos vivos e gostam de perseguir os pequenos seres introduzidos no aquário.

Mas também podem ser prejudiciais pois podem transportar doenças para o aquário. Alguns exemplos de seres vivos que podem dar-se aos peixes são: artémias, tubifex, dáfnias, minhoca. As artémias podem ser criadas em casa e é possível que encontre outro tipo de alimentos vivos em vendedores especializados.

[ad]

Categories
Manutenção do Aquário

Manutenção Básica do Aquário

Manter o aquário é manter o equilíbrio atingido com a maturação dos filtros, o crescimento das plantas e a saude dos peixes. Faz parte da manutenção a interferência do hobbista para alimentar os peixes, retirar peixes mortos, podar plantas muito grandes, remover folhas amareladas e manter a qualidade da água limpando os filtros, sifonando o cascalho para remover detritos e fazendo trocas parciais de água.

Os peixes devem ser alimentados de acordo com suas necessidades, mas nunca devem receber comida em excesso, já que para tentar reproduzir um ambiente natural nós temos que lembrar que na natureza uma das lutas diárias desses bichinhos é conseguir sua comida, que raras vezes é encontrada em grande quantidade, e nem sempre está disponível. A falta de comida no aquário é menos prejudicial do que o excesso, pois esse acaba caindo no fundo, e se decompondo, poluindo o aquário. Os peixes ornamentais podem passar até 10 dias sem receber comida.

As plantas muito grandes acabam por cobrir a superfície, dificultando a penetração da luz, e assim alterando o equilíbrio do aquário ao prejudicar o desenvolvimento de plantas mais baixas e permitindo que apareçam algas marrons, que não são prejudicias por si, mas que demonstram uma alteração na qualidade do aquário. As folhas amareladas, assim como o excesso de dejetos e resto de comida, devem ser removidas para que não comecem a se decompor alterando a qualidade da água.

Para a remoção dos dejetos, recomenda-se trocas parciais de água a medida que vai se formando uma camada de detritos no fundo. A água a ser reposta deve ser tratada e estar na mesma temperatura da do aquário, para que os peixes não sofram um choque térmico.

A melhor técnica é usar um sifão e com ele cutucar a camada de cascalho para que a sujeira seja revolvida e sugada pelo sifão. Por último, se existirem filtros externos, esses devem ser regularmente checados para verificar se o elemento filtrante não precisa ser trocado.

[ad]