Author: meuaquario

  • Salamandras Aquáticas

    As salamandras, não podem ser mantidas sob temperaturas muito altas ou no seco. Isso porque não possuem regulação da temperatura do corpo e podem se desidratar facilmente, e são possuidoras de pele fina e mole.

    As mudança do pH podem ocasionar problemas na pele. São também sensíveis a remédios usados em aquariofilia que trazem em sua composição o verde-de-malaquita ou sulfato de cobre.

    O contato com essas substâncias pode lhes ser fatal. E se forem colocadas num ambiente em que o pH seja totalmente diferente do seu habitat nutural, podem sofrer um processo de metamorfose acelerado.

    Há necessidade de se colocar um pedaço de isopor ou outro material flutuando onde o animal possa passar algum tempo fora da água. É também importante se colocar uma tela de proteção no aquário para que a salamandra não saia do aquário coisa bem fácil de acontecer.

    Elas se alimentam exclusivamente de comidas vivas, que se movimentem, como insetos, vermes e alevinos de peixes. Aceitam também facilmente tubifex, artêmia, larvas de mosquitos(olhe na parte de Alimentos, como produzir esses alimentos vivos).

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  • Caramujos de Aquário

    Nome Popular: Caramujos
    Planorbis corneus; caramujo vermelho; red-ramshorn.

    É o mais difundido no Brasil, sendo sua cor vermelha aparente, pois é albino e o seu vermelho é a cor do sangue, visto pro transparência. Com uma lente, podemos ver o desesnvolvimento dos seus ovos sobre os vidros, ocorrendo a eclosão em 10 dias.

    Ovíparo e muito prolífero, em pouco tempo toma conta do aquário. Come as algas das folhas e ainda danifica as plantas. Concha em espiral, com 2 cm de circunferência. Seus ovos e filhotes são ótimos alimentos para os peixes. Come os ovos dos peixes. Quando amassados são um bom alimento.

    Physa acuata – fisa:

    Não prejudica as plantas, como o Limnaea, com o qual é confundido. Cinzento, concha ovalada, é pequeno, com 1 cm de comprimento. Muito prolífico, seus filhotes são um bom alimento para os peixes. Movimentam-se de forma interessante, subindo e descendo dentra da água, na vertical, como se houvesse uma parede invisível, pela qual estivesse deslizando com grande facilidade.

    Ampullaria cuprina – ampulária:

    Desova fora do aquário. Muito grande, sua concha atinge 10 cm de diâmetro. Não é aconselhável para aquários, exceto quando especial para ele. O aquário deve ter tampa, para que não fuja.

    Limnaea stragnalis:

    É grande, atingindo 6 cm de comprimento. Bota os ovos nas folhas das plantas, onde ocorre a eclosão, após 30 dias. Prefere temperatura de 28 graus.

    Melanoides tuberculata:

    Interessante devido ao seu hábito de enterrar-se na areia da cama do aquário, onde eliminando seus excrementos, aduba as plantas. Sua concha verde clara com listas horizontais marrons avermelhadas é em forma de espiral e bem comprida. Originário do Egito, é vivíparo, alimenta-se de algas e não prejudica as plantas.

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  • Tubarão de Cauda Vermelha

    Nome científico: Labeo bicolor
    Nome popular: Tubarão de cauda vermelha, bicolor

    De Tubarão, ele só tem nome. O Labeo bicolor, é um peixe dócil, pacífico, chega até a comer na mão do criador. Apesar de ser bastante resistente, o aquário deve estar em perfeitas condições. O contraste de cores no seu corpo é muito bonito, possui o corpo negro, nadadeiras negras e cauda vermelha.

    Ele pode chegar a 15cm de comprimento.Seu corpo é ligeiramente achatado, com uma nadadeira dorsal em forma de bandeira, tem a boca voltada para baixo e dela faz bom uso: funciona como um eficiente órgão de sucção aspirando os alimentos.

    Eles precisam de grandes espaços, pois são territoriais, isto é, demarcam seu território. São pacfícos em relação as outras espécies, desde que haja espaço suficiente para todos e intolerantes em relação a outro indivíduo da mesma espécie.

    O aquário deve teras seguintes condições: muito espaço, troncos, rochas formando esconderijos. Esta espécie chega a viver 12 anos num aquário bem cuidado e equilibrido. A água deve ser ligeiramente ácida com pH próximo a 6.8, branda com dH 10 e temperatura entre 22 e 27 graus. A vegetação além de intensa, deve ser compátivel com a água ligeiramente ácida. Uma boa iluminação moderada.

    Quanto a alimentação, o labeo bicolor é onívoro, gosta de alimentos vivos e vegetais, sendo comum vê-lo raspando as algas do aquário. Em sua dieta, devem constar artêmia salina, tubifex, alface, espinafre, pulga d’água.

    Reprodução

    Muitos acham difícil distinguir o macho da fêmea, mas basta olhar para forma de seu corpo, além das fêmeas serem maiores, possuem o corpo mais ovulado. A reprodução do bicolor é muito difícil em cativeiro, mas vale a pena tentar.

    Coloque um casal num aquário separado, cheio de plantas, com alguns tijolos furados, eleve a temperatura para 28 graus. Assim que a fêmea depositar os ovos e o macho fecundá-los, retire-os do aquário, pois em 36 horas os ovos irão eclodir e os pais iriam comer os filhotes. Nos primeiros 45 dias os filhotes tem uma cor ligeiramente acizentada e as nadadeiras transparentes.

    Eles devem ser alimentados com artêmia recém-nascida e uma ração a base de gema de ovo.

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  • Sobre os Tricogásters

    Tricogáster (Trichopterus )

    Os Tricogáster’s tem um instinto meio territorial, são belos, possuem duas manchas redondas pretas no corpo, tem reflosexos prateados, podem ser criados em grupo, só deve tomar cuidado para não deixar que eles dominem o aquário, se não eles podem se tornar agressivos com as demais espécies.

    Ambiente ideal para os Tricogáster’s

    Eles gostam de PH um pouco ácido(6,4 à 6,9), a temperatura pode ser igual dos Bettas, gostam de aquários bem plantados também, gostam de espaço para nadar, porém pode ser criados em aquários pequenos sem problemas, desde que habitem o mesmo quanto forem jovens, depois de adultos pode ser que eles não aceitem muito bem um espaço pequeno para dividir com os “parceiros” ou outras espécies.

    Reprodução

    A reprodução dos Tricogáster’s é um pouco mais díficil de se conseguir em cativeiro, mas não é impossível, vamos passar as técnicas logo abaixo, por fases também. Nós não garantimos o sucesso do acasalamento.

    1º fase – Preparação do aquário: Em um aquário de no mínimo 50 litros ponha água descansada e á 28 graus, devemos lembrar sempre, nunca ponha pedriscos, filtros e demais equipamentos nos aquários de reprodução.

    2º fase – Colocação do macho no aquário: Coloque o macho que você obersvou uma coloração diferente na barriga dele, um azul mais escuro, isso quer dizer que ele quer reproduzir, separe ele dos demais e ponha no aquário de reprodução.

    3º fase – Colocação da fêmea no aquário: Coloque a fêmea que o macho estava “paquerando” em seu aquário comunitário no aquário de reprodução.

    4º fase – O namoro: O macho vai namorar a fêmea, pode ser que ele não seja muito carinhoso, mais isso é normal, aliás, normal em todos os anabantídeos, ele vai dar o início na construção do ninho e vai ocorrer o acasalamento logo após, a separação do macho, engorda dos alevinos e etc, pode ler no capítulo dos Bettas, pois é idêntico.

    Agressividade dos Tricogáster’s:

    Os Tricogáster tem um extinto bastante evoluído para a agressividade, ele pode se tornar agressivo fácil, por isso é bom você evitar por Tricogáste’s “velhos” em aquários com outras espécies, pois eles vão ser remungões e brigões, se você pretende montar um aquário de anabantídeos, ponhas os outros anabantídeos e depois ponha os Tricogáster’s, e de preferência novos.

    Beleza dos Tricogáster’s:

    Os Tricogásters não tem uma beleza tão estonteante quanto os demais anabantídeos, mas seu charme de nadar já ganha pontos com qualquer criador, quando eles estão em seu aquário ideal, mostram seus nados, bonitos e as vezes bastante rápidos.

    Alimentação dos Tricogáster’s:

    Eles gostam de alimentos muito parecido com o dos Bettas, gostam de rações peletilizadas mas não negam ração flocadas, e nunca deixe de dar comidas vivas ou congeladas.

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  • Peixe Tanictis

    Nome científico: Tanichthys albonubes
    Nome popular: Tanictis

    A história do tanictis tem tudo para ser ser uma fábula, assim como todas as encantadores histórias orientais. Mas ela é real, bonita e começa numa manhã, com um garoto chinês brincando num dos riachos de sua aldeia. Surpreso, ele vê um peixe até então desconhecido e animado corre para mostrar sua descoberta a seu amigo naturalista Lin, que o batizou de Tanichthys albonubes, que em latim quer dizer ” peixe de Tan da Nuvem Branca”, em homenagem ao Tan, o garoto que descobriu o peixe.

    O Tanictis traz satisfação a seus criadores, sendo um dos favoritos dos aquaristas. É também uma espécie ideal para quem está começando no aquarismo, pois ele é muito resistente, come de tudo e é ótimo para aquários comunitários. Geralmente nadando em cardumes na natureza, o pacífico e pequeno tanictis(mede no máximo 4 cm) atrai a atenção de qualquer um, tanto por seu nado de movimentos rápidos como pelo lindo colorido.

    Este ciprinídeo pouco exigirá do aquarista para ser mantido em cativeiro. Preferindo as baixas temperaturas, a água do aquário pode variar entre 16 e 18 graus no inverno e de 20 a 2 graus no verão. O pH ideal é em torno de 6,9. As plantas que eles mais gostam são a Elodea e Cabomba.

    Reprodução

    A reprodução da espécie em cativeiros é muito fácil de ser obtida. Separe 2 fêmeas e 3 machos em um aquário com água ácida, pode-se perceber que os machos ficam com as cores mais acentuadas e passam a fazer a corte as fêmeas, dando início ao ritual do acasalamento. Terminada a cerimônia, a fêmea libere entre 50 e 100 ovos que irão aderir as plantas ou nas paredes dos aquários.

    Os adultos devem ser retirados do aquário. Os ovos eclodirão 48 horas após a desova. Com dois dias de vida, os alevinos podem ser alimentados com uma mistura a base de gema de ovo cozido e leite em pó. Deve ser servida 3 vezes por dia e em pequenas quantidades.

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  • Rodóstomus

    Nome científico: Hemigrammus rhodostomus
    Nome popular: Rodóstomus

    Apesar de apelidos como nariz de sangue, cabeça de fogo, que dão idéia de um peixe agressivo e briguento, os rodóstomus são um dos peixes mais pacíficos. Esses apelidos se dão pela coloração avermelhada de sua cabeça. É um peixe de cardume, por isso nunca compre apenas um exemplar, opte por um pequeno cardume e se certifique que eles estão saudáveis, através do brilho do seu corpo.

    Os rodóstomus são um pouco exigentes quanto a qualidade da água, mantenha a temperatura entre 23 e 25 graus e o pH em torno de 6.5. Nunca deixe ocorrer mudanças bruscas na temperatura, pois eles são muito sensíveis a elas.

    A alimentação é um fator determinante para que o colorido do rodóstomus fique intenso. Ofereça uma dieta com flocos, artêmia, tubifex, dáfnias, espinafre cozido. Não têm preferência ao tipo de vegetação, use uma iluminação moderada. O rodóstomus pode alcançar 5 cm.

    Reprodução

    São poucos os casos de reprodução bem-sucedida com esta espécie. Mas os cuidados são os mesmos dos caracídeos, isto é, um aquário espaçoso, bem plantado e com temperatura constante de 25 graus. Os ovos ficam depositados entre as raízes e pequenas folhas de plantas. Após um período de incubação, que vai de 2 a 3 dias, surgem os filhotes.

    Durante os primeiros dias de vida, os alevinos irão se alimentar dos próprios nutrientes que o habitat oferece, mas você também pode oferecer infusórios. Quando atingem metade do tamanho adulto podem receber a mesma dieta dos pais.

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  • Peixe Ramirezi

    Nome científico: Microgeophagus ramirezi
    Nome popular: Ramirezi

    Integrante da família dos ciclídios, o ramirezi tem um comportamento pacífico e tímido no aquário, podendo conviver tranquilamente com outras espécies, num aquário comunitário, inclusive com peixes menores. A única precaução é não colocá-lo com peixes muito agressivos. Originário da Venezuela, o ramirezi possui um coloração bastante variada, por isso muitos o chamam de pierrô.

    Apesar de ser uma espécie bastante resistente a doenças, ele pode vir a morrer de fome, pois é muito sensível quanto a alimentação. Por isso, nunca deixe de faltar na sua dieta uma alimentação viva, artêmia e tubifex. Outro cuidado que você deve ter é com a água, mantenha entre 22 e 26 graus, mole(aproximadamente 10 dH), pH 6,8. Coloque muitas plantas e pedras, formando cavernas para serem utilizadas como refúgio.

    Os ramirezis são peixes muito comuns em aquários, graças ao seu bom comportamento( não arranca a vegetação, não faz buracos no solo, é pacífico) e sua beleza. Uma aviso importante para você que quer criar um ramirezi é que ele demora um pouco para se acostumar com seu ambiente, ficando um pouco triste no começo, isso é normal durante sua fase de adaptação. O ramirezi atinge cerca de 5 a 6 cm.

    Reprodução

    Quando o ramirezi está saudável e bem alimentado, sua reprodução é fácil. Basta colocar um casal, num aquário separado, com temperatura de 28 garus, água mole e ligeiramente ácida; sem cascalho e plantas. O fundo deve ser forrado por areia grossa e algumas pedras lisas, onde a fêmea depositará seus óvulos.

    Após a desova o macho fertiliza os ovos e a eclosão se dá cerca de 2 a 5 dias depois. Você irá perceber como a fêmea é extremamente maternal, cuidando muito bem de sua ninhada. Os alevinos serão mantidos numa gruta pela fêmea, por alguns dias e depois saírão para nadar em cardumes. Alimente os filhotes com infusórios, náuplios de artêmia e dáfnias.

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  • Peixe Plati

    Nome científico: Xiphophorus maculatus
    Nome popular: Plati

    Os platis têm tudo para atrair qualquer criador: são alegres, dóceis e nem um pouco tímidos. Convive muito bem com os peixes pacíficos como ele é, além de todas essas qualidades torna um aquário muito mais colorido.

    Procedentes dos lagos e lagoas de planície da costa atlântica do México, Guatemala e Norte de Honduras, o plati possui um corpo achatado lateralmente e mais alto do que seus parentes próximos (poecilídios). Na forma selvagem, o peixe apresenta coloração verde oliva, branca e preta, os mais encontrados são os vermelhos. Como são peixes pequenos e calmos você pode criar em um aquário não muito grande, comunitário ou não, com uma temperatura média de 24 graus, vive em águas solabras também, pH entre 7 e 7,4.

    Os platis não são nem um pouco exigentes quanto a alimentação, você compor sua dieta com larvas de mosquitos, dáfnias, vegetais, flocos. Ofereça as refeições 2 a 3 vezes por dia, os platis gastam muita energia, pois estão constantemente cruzando e procriando, consequentemente, exigem muito mais comida.

    Reprodução:

    Para saber se o seu plati é macho ou fêmea, basta olhar a nadadeira anal, no macho ela sofre uma transformação e forma um tubo, o gonopólio, por onde os espermatozóides são expelidos. Como é comum aos ovovivíparos, os exemplares machos são sempre de menor tamanho, os machos medem normalmente 4cm, enquanto as fêmeas 6 cm.

    Reproduzir platis em cativeiro pode ser muito interessante, se você tiver exemplares de cores diferentes. O cruzamento se dá quando, após o tradicional namoro, o macho se acasala com a fêmea num único e rápido movimento, colocando nela seus espermatozóides através do gonopólio(a fertilização interna). A fêmea irá gerar em seu interior de 10 a 150 filhotes, que nascer 4 semanas depois, medindo cerca de 7mm.

    Aí é só esperar pra ver as cores que conseguiu. Para o bom crescimento dos filhotes, é fundamental que a temperatura da água esteja acima de 22 graus, eles crescerão mais rápido e sobreviverão mais facilmente se além disso a água for verde (rica em algas).

    Os platis atingem a maturidade sexual muito cedo, com 8 meses já têm uma atividade sexual normal. Os cruzamnetos são quase imediatos, cerca de 4 semanas depois do nascimento dos filhotes a fêmea dará uma nova cria mesmo que não ocorra um novo cruzamento.

    Isso porque a fêmea armezena esperam por um perído de 8 a 15 meses. A cada 3 ou 4 semanas, os óvulos se formam na fêmea e são fecundados pelo esperma reservado no oviduto e os ovos fecundados transferem-se para o ovário. Você poderá perceber que os filhotes irão nascer quando a barriga da fêmea escurecer. Assim que nascem, os alevinos procurarão chegar a superfície para encher de ar a bexiga natatória.

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  • Peixe do Paraíso

    Os Paraíso’s são peixes rústicos, bonitos e agressivos com outras espécies, até com outros anabantídeos, são originados da Coréia e Vietnã do Sul. Eles possuem listras de azul e vermelho ao lado do corpo, chegam até 9 cm ou mais de comprimento, porém antes já estão aptos para reproduzir.

    Ambiente ideal para o Peixe-do-Paraíso:

    Ele gosta de PH neutro, a temperatura ideal é de 24 graus, gostam de aquários bem plantados, principalmente com musgos, vivem muito bem sozinhos no aquário. ‘

    Reprodução:

    A Reprodução do Paraíso não é dífificil de se conseguir, coloque um macho grande e maduro no aquário de reprodução de 40 litros(ou menor), e espere ele “conhecer” bem o aquário, plante muito bem o aquário, principalmente com plantas flutuantes, deixe a temperatura em 22 graus, após um dia coloque a fêmea, e ele vai dar ínicio à construção do ninho. Se precisar de mais informações a respeito de engorda dos alevinos, separação da fêmea e etc, é só se espelhar na reprodução dos Bettas.

    Agressividade do Peixe-do-Paraíso:

    Quando sozinhos são peixes mansos e pacíficos, se caso você pretende cria-lo junto com outras espécies, não aconselho, pois ele é bem territorial, mas se a vontade for grande, use a técnica dos criadores experientes, coloque os Peixe-do-Paraíso junto com espécies maiores que eles, e que já habitam o aquário muito antes que eles.

    Beleza do Peixe-do-Paraíso:
    São peixes rústicos e belos, possuí nadadeiras grandes em vermelho, com uma boa luz no seu aquário ele fica mais bonito do que já é, pois a mesma ressalta as cores brilhantes dele.

    Alimentação dos Peixe-do-Paraíso:
    São um pouco exigente, comem ração flocada e adoram larvas de mosquito. Não se surpreenda se ele comer algas do seu aquário, pois eles tem esse costume.

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  • Peixe Paulistinha

    Nome científico: Brachydanio rerio
    Nome popular: Paulistinha.

    Integrante da família dos Ciprinídeos, o paulistinha é um peixe muito alegre, brincalhão, agita qualquer ambiente.Muito aconselhável para iniciantes, pois são muito resistentes e não precisam de cuidados maiores.

    É um peixe de superfície e de cardume, por isso você deve botar pelo menos 5 exemplares em seu aquário.Procedente da Índia, possui o corpo prateado com listas horizontais preto-azuladas, alternadas com outras amarelas que lembram a bandeira paulista, razão pela qual ganhou o apelido de paulistinha.

    Eles suportam uma temperatura de 15 a 40 graus. Não tem objeções a nenhum tipo de planta, pedras ou troncos.A água deve ser mole e neutra, com o pH próximo de 7,0, a iluminção deve ser média, 8 horas diárias são suficientes. Eles também não são exigentes na alimentação, mas devemos variar bem, com ração em pó, artêmia, tubifex, no caso de flocos forneça cerca de 3 tipos diferentes.

    Reprodução:

    Para garantir bons resultados na reprodução, separe 2 machos e 3 fêmeas em um aquário de 35 litros, sem plantas e com o fundo coberto por duas camadas de bolinhas de gude, que têm função de resguardar os ovos, evitando assim que os pais os devorem. O acasalamento é feito durante corridas, a fêmea libera ovos não aderentes que são fecundados pelo sêmen do macho e por serem mais pesados que a água, depositam-se no fundo, entre as bolinhas de gude.

    Um cuidado muito importante é manter o nível de água baixo, mais ou menos 15 cm acima das bolinhas, para que os ovos possam chegar ao fundo antes que a fêmea retorne ao mesmo ponto e o devore. Após a desova os pais são retirados do aquário e em aproximadamente 48 horas nascem os filhotes.

    A alimentação dos alevinos é a base de gema de ovo cozida em pó, infusórios, náuplios de artemia e dáfnia. Alimente-os 3 vezes por dia.

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