Categories
Tutorials

Guida Prático de Manutenção Diária

Evite ficar colocando muito a mão dentro do aquário, caso isto seja necessário, lave-as muito bem com água corrente e não use sabão.

A alimentação é algo muito importante para a saúde dos peixes, alimente-os no minimo 2 vezes ao dia, uma de manhã e outra a noite. Lembre-se que o metabolismo dos peixes é maior pela manhã, sendo assim se alimentam melhor.

Evite a super alimentação, coloque poucas quantidades de cada vez e caso eles comam tudo repita a operação.

Coloque plantas naturais no seu aquário, porém a área plantada não podera ser maior que 2/3 da área do solo.

Quando você adiquirir um novo peixe coloque o saco de transporte boiando sobre a água do seu aquário durante 10 minutos e a cada 3 coloque um pouco da água do seu aquário dentro do saquinho do seu novo peixe. Isto tudo é necessario para igualar a temperatura e os aspectos químicos como o P.H.

É aconselhavel que você de um banho rápido no seu novo peixe com algum produto específico como labcon Clean, este banho evitara que doenças entre em seu aquário contaminando o seus peixes. (Maiores detalhes de como usar vide bula do produto).

É importante evitar a colocação de peixes agressivos no seu aquário pois isto podera causar grandes transtornos para você e os outros habitantes. Para saber quais peixes se adaptam bem, verifique a lista de compatibilidade desse site.

A luz devera ficar acessa durante 8 à 12 horas no maximo, um periodo maior podera causar um grande aumento de algas e um desenvolvimento anormal das plantas.

Periódicamente varie o cardápio dos seus peixes com alimentos vivos. Ex: artêmia salina , micro-vermes, dáfnias, larvas de mosquitos, tubifex etc…

Evite a super população do seu aquário, tenha como base 1 peixe pequeno para cada 3 lts, um médio para cada 10 lts e um grande para cada 30 litros. (Ou 1 cm de peixe por litro d’ água).

Coloque peixes limpadores no seu aquário como limpa fundo, coridora e limpa-vidro (1 para cada 10 litros).

O cascalho dolomitico deixa a água alcalina, troncos e restos vegetais deixam ácida. Poriso é importante saber que tipo de peixe o seu aquário possui. (Maiores detalhes consulte o link Tipos de Peixes)

Peixes muito grandes poderão comer os menores, tenha bom senso na hora da compra.

As plantas como os peixes vivem melhor em água cujo o P.H é o mais apropriado para cada tipo de espécie.

[ad]

Categories
Peixes de Água Doce

Lista de Peixes de Água Doce

Guppy Oriundo de Trinidad, Barbados e países sul-americanos vizinhos. Os machos medem 3,5 cm a as fêmeas 5,5 cm. Este espécime é um macho cauda-de-véu vermelho. A nadadeira anal modificada(gonopódio) aparece, nesta foto, claramente torcida para a frente. O gupi ao natural não é tão grande nem tão colorido quanto este.

Guppy Fêmea Delicado exemplar fêmea, com grande exuberância de cores em todas as nadadeiras. A nadadeira anal da fêmea é normal. O melhor é manter as fêmeas separadas dos machos quando atingem a maturidade sexual, para se evitar cruzamento não desejados. As fêmeas produzem cerca de 100 filhotes a cada quatro ou cinco semanas.

Plati De origem mexicana, chega aos 7,5 cm. Este é um plati vermelho, macho. Há muitas variedades de cores entre os platis, incluindo-se o limão, o preto, o manchado, o pôr-do-sol e o vermelho-coração. O plati “abana-cauda” tem nadadeiras pretas e o corpo vermelho ou amarelo. A fêmea dá à luz cerca de 100 filhotes a cada quatro ou seis semanas.

Plati Variatus Mexicano. Os machos crescem até 5 cm, sendo as fêmeas um pouco maiores. Um casal “nadadeira-alta”, o macho à direita e a fêmea, barriguda, à esquerda. Esta espécime é parente próxima do espada e do plati. O “nadadeira-curta” é a variedade que se vê comumente nas lojas de peixes. Esta variedade foi obtida cruzando-se um espada de nadadeira alta com um plati variatus de nadadeira curta.

Plati Vermelho Outra variedade de cor do plati, desenvolvida pelo famoso geneticista Dr. Myron Gordon. Ele cruzou um cometa-cinza(variedade com uma linha preta forte nas bordas superior e inferior da cauda) com um plati dourado, e o resultado foi um plati cinza com nadadeira pretas – a “reação abana-cauda”. Um cruzamento posterior deu “abana-caudas” dourados.

Espada Nativo do México e países vizinhos da América Central. Ao natural, as fêmeas se desenvolvem até 12,5 cm, sendo os machos um pouco menores. Não é comum ver-se espécimes de aquário com esse tamanho. Este peixe é um espada vermelho, facilmente identificável como macho por causa de sua espada. A espada só aparece nos machos e serve apenas de enfeite.

Espada Cauda-de-Lira Os caudas-de-lira caracterizam-se pela extensão de algumas pontas da nadadeira caudal, produzindo uma cauda em forma de lira, e pela extensão da borda da nadadeira dorsal. Outra característica é o gonopódio do macho muito comprido – tão comprido que às vezes não funciona.

Molinésias Este peixe, fêmea, os dois de baixo(ambos machos) são a forma nornal de molinésias pretas. Os outros dois pertencem à variedade cauda-de-lira, conhecida como molinésia cauda-de-lira. Jamais coloque conchas marinhas em aquários de água doce, como se vê aqui. O cálcio da concha se dissolve e a água torna-se muito dura.

Molinésia Preta Esta é a molinésia preta mais comum no mundo dos aquários. A forma selvagem encontra-se amplamente distribuída na América Central, com muitas variedades. Ela é verde-oliva com manchas cinza nas nadadeiras. A molinésia preta é fruto da manipulação do homem, desenvolvida por meio de uma reprodução seletiva. Prefere tanques com plantas e algas.

Néon-Cardinal Oriundo do Rio Negro, um dos afluentes do Rio Amazonas. Mede 4,5 cm e é um dos peixes mais bonitos, com sua risca azul-luminosa. Os machos só se distinguem das fêmeas pela aparência mais esbelta. É de difícil reprodução em aquário, precisando de água mole e ácida, sem areia, com espuma de náilon. O tanque não deve receber luz até os alevinos nadarem livremente.

Tetra Buenos Aires Peixe do Rio da Prata. É robusto e por vezes briguento, mordendo as nadadeiras dos outros peixes e as plantas delicadas. Chega as 10 cm. Reproduz-se à maneira dos demais caracídeos, não precisando, porém, das temperaturas altas dos caracídeos amazônicos – desova a 24ºC.

Mimosinho Provém da Guiana e das regiões vizinhas do Brasil. Alcança 5 cm e vive por quatro ou cinco anos, se mantido em água mole. Como acontece com inúmeros outros peixes de aquário, há controvérsias quanto ao seu nome científico : algumas autoridades chamam-no de Hemigrmmus gracilis. Reproduz-se ao modo dos caracíceos. Mantenha, contudo, o tanque coberto com jornal, impedindo a luz, durante a desova e até os alevinos nadarem livremente.

Engraçadinho Brasileiro, de 4,5 cm. Caracteriza-se por sua cor, pelas duas barras verticais no tórax, por suas nadadeiras cor-de-fogo, com uma borda fina preta na nadadeira anal. Reproduz-se facilmente, precisando de água mole e do aparato normal para os caracídeos. Ao longo dos anos, por causa de sua facilidade em procriar e da falta de critério seletivo dos aquaristas, sua cor degenerou.

Néon Negro Nativo do Rio Taquari(Mato-Grosso). Atinge 5 cm. Os machos são mais finos e um pouco mais coloridos que as fêmeas. Um peixe pacífico, de meia-água, ideal para um aquário comunitário. É mais difícil de se reproduzir que o engraçadinho, sendo que, pode se conseguir, bastando criar-se as condições requeridas pelos caracídeos, em um tanque escurecido.

Disticodus-de-seis-faixas Africano, pertence à família dos citarinídeos, parente dos caracídeos. Chega aos 25 cm e é herbívoro. Não é aconselhável para um aquário comunitário. Afora os alimentos comuns, deve-se dar-lhe alface ou espinafre. Não se tem notícia de reprodução em aquário. As outras duas espécies deste gênero, D. affinis e D. fasciolatus, não são tão ricas em colorido.

Borboleta Listrada Originário do Brasil e da Guiana, crece 4,5 cm. Pertence à família dos gasteropelicídeos, com oito espécies de peixes-borboleta conhecidas pelos aquaristas. Preferem água mole. As. nadadeiras peitorais são grandes permitindo-lhes deixar a água e “voar”. O tanque deve ter uma tampa. São raros os casos de reprodução. Normalmente, nadam logo abaixo da superfície.

Acará Disco Ao natural, pode atingir até os 20 cm de altura. Originário da região amazônica, onde é largamente difundido e, como freqüêntemente acontece com peixes de diferentes áreas, tem numerosas variedades de cores – marrom, azul, verde, vermelho. Os da foto são acarás-disco marrons. Exige água extremamente mole(desmineralizada) a 28-30ºC.

Acará Bandeira Ocorreram numerosas variações nas cores do acará-disco nascido em aquário, nos último anos, ou por mutação ou por combinação de genes. Assim se produziram as seguintes variedades: “fantasma”, sem barras; “listrado”, com um aumento de pigmentação preta nas escamas; “mármore”, com barras quebradas para baixo; “coração-sangrado”, com uma grande mancha vermelha sob as guelras, e o preto.

Acará Bandeira Este peixe tem coloração preta nas listras e, além disso, apresenta extensões nas nadadeiras – a cauda-de-véu. Esta é outra mutação, já fixada por meio de criação seletiva. Para a desova, o acará-bandeira deve ter um pedaço de telha, sobre o qual deposita os ovos. Depois da postura, retire os pais e incube os ovos com uma corrente de bolhas de ar, em substituição ao abano dos pais.

Acará Ouro Um dos ciclideos mais comuns do Lago Niasa(Maluari). O peixe de baixo é macho. Esses cilcideos alcançam 10 cm. Devem ser mantidos em água dura e adaptam-se a comer algas, bem como alimentos vivos. Não desprezam uma mistura de coração cru com espinafre. São muito agressivos e, por isso, não se prestam a um aquário comunitário – conserve-os com outros ciclideos malauenses do mesmo tamanho. Incubam os ovos na boca.

Peixe de Barriga Oriundo da Tailândia, onde vive nos campos inundados de cultivo, açudes, charcos e córregos. Na Tailândia, promove-se brigas desses machos, com apostas, como brigas de galo em outros países.

Peixe Barriga Vermelho Um esplêndido macho. Por causa de cruzamentos entre bettas azuis e vermelhos, muitos dos peixes-de-briga vermelhos apresentam hoje sombras de azul, e não se reproduzem vermelhos puros. O macho dessa família deve ser mantido em um tanque separado com duas ou três fêmeas. Nem pense em colocar dois machos no mesmo aquário – lutarão até a morte. Cresce cerca de 6,5 cm.

Colisa Anã Nativa da Índia, atinge 5 cm. Note as barbelas longas, como antenas, e as barras azuis quebradas no corpo. É um peixe tímido. Constrói um ninho de bolhas de ar, sendo um típico desovador em ninhos de bolha.

Rasbore Arlequim Originária da Malásia, Sumatra e Java. Mede 5 cm. Vive bem em aquário comunitário. De difícil reprodução. Precisam de água mole. Três casais são usados durante a desova. Deposita os ovos sobre uma folha larga.

Rasbora Palhaço Originário da Malásia, cresce 7,5 cm. Os machos são mais delgados que as fêmeas. Prefere água mole e ácida. O período de aclimatação ao aquário é sempre delicado. Alimenta-se se comida seca. Desova à maneira típica das rasboras, precisando de água mole e ácida, uma turfa bem preparada ou fibras de coco.

Barbo Sumatrano O mais procurado dos barbos, nativo da Sumatra. Cresce 6,5 cm. É difícil distinguir o macho da fêmea antes do amadurecimento, quando o macho adquire um nariz avermelhado, nadadeiras mais vermelhas e torna-se mais esbelto. Onívoro, é bom peixe para aquários comunitários. Mas morde as nadadeiras dos peixes que se movimentam com lentidão.

Barbo-lasteristriga Um dos maiores barbos, chega aos 20 cm. Do sudeste Asiático. O nome de barbo T é devido às marcas do corpo, visíveis na foto. Tem dois pares de barbelas, usados na busca de alimento pelo fundo do tanque. A despeito de seu porte, come de tudo, inclusive ração seca. A única distinção aparente dos sexos é o corpo mais profundo e roliço da fêmea.

Barbo-cabeça-de-sangue Provém do Ceilão, onde vive em rios lentos. Mede 6,5 cm. Varia consideravelmente na cor. Quando jovem tem cor-limão-pálido, com faixas pretas. Aprontados para a reprodução, os machos adultos são magníficos, com cabeças vermelho-alaranjadas e corpos pretos. Sua reprodução é relativemente fácil, no esquema dos peixes que desovam ao acaso.

Paulistinha ou Zebrinha Um favorito dos aquaristas, proveniente da Índia Oriental. Mede 3,5 cm. Os machos são mais delgados que as fêmeas. É um peixe ativo e pacífico, ideal para aquário comunitário. Desova rapidamente. Para proteger os ovos dos pais, deve-se colocar duas ou três camadas de mármore polido no fundo do tanque. Assim que a desova acabar, remova os pais.

[ad]

Categories
Fotos de Peixes e Plantas

Fotos de Corais

Colocamos uma seleção dos corais mais belos encontrados em diferentes oceanos. Esse corais podem ser encontrados nas lojas do ramo, porem são de grande valor e em muitos casos raros. Os valores de cada coral pode variar de US$50 à US$300,00 dollares.

[ad]

Categories
Reportagens

A Nova Era do Aquariofilismo

Que tal morar numa casa de R$ 200 mil, perfeitamente blindada e com iluminação de fazer inveja aos mais belos monumentos? Eis a futura morada do peixe Lion, do Yellow Tang e de um mini-tubarão, os novos animais domésticos do empresário paulista Walter Mochny, de 37 anos. O aquário-mansão como o que Mochny está construindo é a nova onda entre os executivos brasileiros. É o casamento do prazer com os bichos e a decoração.

Não há como evitar espanto diante de caixas de vidro que chegam a ter três metros de comprimento por um de altura. “Quando meu tubarão já estiver grandinho para o aquário, soltarei o bicho em seu habitat natural”, promete Mochny, mergulhador contumaz e amante das coisas da natureza. O fascínio pelas peças gigantes produziu um novo tipo de profissional – são os especialistas em construí-los e adaptá-los às residências dos endinheirados.

É o caso de Leandro Troiano, dono da loja Hobby Fish, de São Paulo, empresa que projeta os aquários em parceira com arquitetos e ainda cuida da manutenção. “É preciso conhecer as necessidades de cada peixe”, diz Troiano. “Com os corais, a água deve ser perfeitamente equilibrada em elementos como o cálcio, o iodo e o oxigênio”.

A explosão dos aquários impôs, evidentemente, uma busca maior por espécies raras – peixes exóticos, multicoloridos e grandes o suficiente para não se perderem na imensidão cristalina. Há, desde já, os campeões de procura. Um deles é o Purple Tang, que só existe no Mar Vermelho. Outra estrela-do-mar é o coral Acrópora, espécie dos oceanos Índico e Pacífico. Eles chegam a custar R$ 4 mil. É regra: quanto mais caros, mais comentados, tal qual os Porsches que ocupam as garagens dos milionários. Mas há uma exceção: o peixe palhaço Ocelaris do filme Procurando Nemo, vencedor do Oscar de animação deste ano, vendido a R$ 100, em média. Em todas as faixas de preço há um ponto a uni-los: os cuidados, tão especiais como aqueles destinados aos cachorros de raça.

Eles são tratados nas chamadas fazendas marinhas, dotadas de infra-estrutura que permite a produção de alimentos de alta qualidade, além de tecnologia de ponta para a reprodução dos bichanos.

Se o peixe é encomendado no ORA, a fazenda marinha mais famosa do mundo, no estado da Flórida, nos Estados Unidos, ele desembarca no Brasil com um acompanhante, um biólogo. O profissional trata de checar e acompanhar as horas de vôo do animal. No desembarque, cuida do “jet-leg” do peixe. “Em todo o mundo só existem aproximadamente vinte fazendas marinhas desse gênero”, diz William Sugai, dono da EPS6, importadora paulista. A sorte desses peixes é que, ao chegar por aqui, terão a disposição magníficos hotéis cinco estrelas.

(ISTO É DINHEIRO)

[ad]

Categories
Tutorials

Fertilização por CO2 para Uso na Alimentação das Plantas Aquáticas

Um dos hobbies que considero mais gostoso é o aquariofilismo, pois além de distrair e relaxar nós conseguimos com muito trabalho e dedicação criar um pequeno ecossistema onde reina uma paz e tranqüilidade que se espalha por todo o ambiente. É um dos fatores que contribuem para que esse ecossistema se mantenha estável e belo e termos plantas exuberantes. Para que isso seja possível é necessário alguns cuidados, dentre eles uma boa fertilização com CO2.

O seguinte texto é um relato de minha experiência com a utilização de CO2 produzido de forma barata e colocado em prática em meu aquário há pouco mais de 1 mês.Dentre os vários nutrientes que as plantas necessitam o gás carbônico (CO2) é o principal, pois ele é responsável pela formação dos tecidos das plantas.

Durante o dia, na presença da luz as plantas absorvem O2(respiração) e CO2(Fotossíntese); no processo de respiração elas absorvem O2 e liberam CO2, no processo de fotossíntese elas absorvem CO2 e liberam O2, sendo o consumo de CO2 bem maior que o de O2, assim esses dois gases devem estar em concentrações o suficiente para manterem as plantas em bom estado.

O oxigênio é encontrado em concentrações normalmente suficientes para as plantas, que durante o processo de fotossíntese liberam muito mais oxigênio do que consomem em seu processo de respiração, sendo assim o gás que deve ser inserido no aquário é o CO2. A concentração ideal de CO2 vai depender da quantidade de plantas e iluminação do seu aquário, não adianta iniciar um processo de fertilização por CO2 se a iluminação do aquário for insuficiente.

Fertilização por CO2:
Todo o sistema que se encontra no mercado é muito caro, e para um aquariofilista sem muitos recursos financeiros fica difícil adquirir tal sistema. O que vai ser apresentado é um sistema caseiro e de custo baixíssimo.

Alguns meses atrás navegando pela internet encontrei o site http://www.thekrib.com/ onde havia farta documentação sobre um sistema chamado DIY, ao ler esta documentação o meu interesse por fertilização por CO2 voltou, e decidi tentar.

O sistema DIY consiste em produzir o CO2 através da fermentação do açúcar, processo esse que é extremamente simples, e não requer qualquer tipo de equipamento sofisticado ou caro; o que passo a fazer agora é uma descrição da minha experiência.

Lista de material necessário:
1 garrafa de plástico vazia de refrigerante de 2 litros com a tampa
1 garrafa de plástico vazia de refrigerante de 600 ml com a tampa
2 xícaras de açúcar (branco ou preto)
Um pequeno pedaço de Fermento biológico para pão (Ex.: Meio tablete de fermento 7.5g)
Mangueira necessária (eu usei 2 metros)

Com um prego quente faça um furo na tampa da garrafa de 2 litros, e dois furos na tampa da garrafa de 600ml. Na garrafa de 2 litros coloque o açúcar e o fermento dissolvido em um litro de água morna , complete com água até 10 cm da boca da garrafa, tampe a garrafa e coloque a mangueira pelo furo ( 1cm mais ou menos). Se for necessário coloque um pouco de cola quente para vedar o furo.

A mangueira deve entrar no primeiro furo da tampa da segunda garrafa e ir até o fundo da mesma. Coloque no outro furo uma mangueira que não deve entrar mais que 2cm. Coloque na segunda garrafa um pouco de água, o suficiente para cobrir uns 5 cm do tubo que vai até o fundo. A mangueira que entra no segundo furo deverá ir até o aquário, e se conectar á torre bomba submersa propiciando que o CO2 seja misturado a água do aquário.

A segunda garrafa tem dois objetivos evitar que uma possível espuma que venha a se formar na primeira garrafa caia no aquário, e possibilitar a contagem das borbulhas. Algumas pessoas utilizam para dissolver o CO2 uma pedra porosa, e controlam a dosagem de CO2 pela profundidade da pedra dentro do aquário.

A garrafa que contém a solução deve ser trocada antes que o CO2 pare de ser produzido, ou diminua muito, por isso a necessidade de se controlar o borbulha na segunda garrafa. Esse cuidado e importante para se evitar variações maiores de PH. Estou trocando a minha a cada duas semanas.

Um controle mais preciso do CO2 pode ser feito cruzando o PH com o KH(dureza carbonata) seguindo a tabela abaixo. O efeito do CO2 sobre o PH se deve a produção em pequena quantidade do acido carbônico. Deve-se tomar cuidado pois a variação do PH em função do acido carbônico e do KH e rápida, e variações acima de 0,5 em intervalos inferiores a 10 horas são prejudiciais aos peixes. Recomendo que se não tiver muita experiência em controlar o PH do aquário tenha cuidado ao inserir o CO2.

Cuidados:
Nunca mantenha uma garrafa contendo a mistura totalmente tampada pois ela pode explodir, seguindo o esquema acima não existe esse perigo já que o gás tem por onde escapar.

Ao iniciar a fertilização com o CO2 há uma baixa significativa do PH, para que isso não seja prejudicial aos peixes, deve-se começar a introdução do CO2 bem lentamente. Estou conseguindo isso colocando uma válvula divisora na mangueira e deixando um pouco do CO2 vazar para a atmosfera nos dois primeiros, dias depois fecho totalmente essa válvula.

Os resultados até o momento têm sido muito bons, tenho percebido uma melhora geral dos aspectos das plantas, e não senti nenhum tipo de reação adversa nos peixes do meu aquário.

Conclusão:
O custo total ficou em torno de R$5,00 mostrando que não é necessário equipamentos sofisticados para se ter um aquário bonito. O que realmente é necessário é um pouquinho de trabalho e criatividade. A experiência acima descrita não é criação minha e não acredito que tenha um autor único, ela é fruto da procura de soluções baratas de inúmeros aquariofilistas pelo mundo inteiro, que amam a aquariofilia e tem pouco dinheiro no bolso. O mais importante é a constante troca de experiências para que possamos chegar a soluções ótimas para nossos aquários.

Agradecimentos, a todos os aquariofilistas pelo mundo inteiro, pela sua incessante procura por opções baratas para aquários maravilhosos.

[ad]

(Criado e Enviado por: Celestino Duarte Junior)

Categories
Peixes de Água Doce

Acará Bandeira (Pterophyllum species)

Outro peixe nativo da região amazônica dos rios Amazonas, Orinoco, Negro, Tapajós.Peixe já perfeitamente adaptado ao cativeiro, sendo que hoje a maioria dos exemplares encontrados são criados em cativeiro.Gosta de água ácida (+- 6,6) e mole mas pode se adaptar a outras condições , temperatura em torno de 27o a 30o C.

Acasalmento: igual ao disco.

Alimentação:
se alimenta de quase tudo mas prefere alimento vivo que deve ser oferecido na época da reprodução.

Desova:
o casal limpa o local da desova que pode ser uma folha larga, o tubo do filtro biológico ou o próprio vidro do aquário, logo após a fêmea deposita os ovos e o macho os fertiliza, 5 dias depois nascem os alevinos que contimuam aderidos, com 3 dias eles já nadam ao lado da mãe e se aliementam de nauplios de artêmias até mais ou menos 20 dias quando começam a comer alimento seco na superfície, com aproximadamente 50 dias eles já podem ser separados dos pais.

Logo haverá nova desova.É aconselhável separar os pais após a retirada dos filhotes para que “descansem” por uns 20 dias e só depois uni-los novamente, isso evita o desgaste ecessivo do casal.

Observações:
As informações acima são básicas e têm como finalidade apenas oferecer meios de se conhecer os peixes de maneira introdutória , existem muitos outros parâmetros a serem aprendidos para ter sucesso com eles no campo da reprodução dos mesmos.

[ad]

Categories
Artigos Especiais

Acará Disco (Synphysodon discus)

É um peixe nativo da região amazônica principalmente dos rios Negro e Madeira é de difícil reprodução em cativeiro especialmente em aquários, no entanto criadores americanos, alemães e asiáticos tem muito sucesso na criação deles e existem muitas técnicas de reprodução em cativeirio que não desconhecidas da grande maioria dos aquariófilos principalmente aqui no Brasil , mas vou descrever alguns procedimentos que podem ajudar a consegui-lo ou pelo menos mante-los com saúde em seus aquários.

Qualidade da água:
A água deve ser muito limpa , livre de amônia , nitritos e com a menor concentração possível de nitratos, para isso deve-se efetuar trocas parciais ( 20%) periódicamente , este período vai depender de vários fatores como o tamanho do aquário , quantidade de peixes e sistema de filtragem usado, a iluminação dever ser preferencialmente branda.

Alimentação:
os discos podem ser problemáticos quanto à alimentação , isto pode ser corrigido deixando-os 1 ou dois dias de jejum e depois oferecer-lhes comida em flocos ou granulada grossa, para reprodução o casal deve receber alimento vivo como tubifex , pequenas minhocas , larvas de mosquito, arêmia salina, etc. A Alimentação viva pode ser substituída pelos seus equivalentes liofolisados , se aceitarem é claro. Muitos criadores experientes preferem oferecer pastas preparadas a base de coração de boi para seus discos mais adiante vou descrever uma receita de pasta que tenho usado com sucesso na alimentação de meus discos.

Acasalamento:
Devemos colocar de 6 ou mais jovens discos em um aquário grande ( mais de 150 l) para que se formem os possíveis casais, formados os casais estes devem ser colocados em aquários indiviuais com ph ácido (+- 6,6), água bem mole e temperatura em torno de 29o a 30o C

Desova:
o casal limpa o local da desova e depois de alguns dias a fêmea deposita os ovos (cerca de 150 ovos) e o macho os fertiliza. Os filhotes nascem 4 ou 5 dias depois, durante os tres primeiros dias os alevinos sobrevivem do saco vitelino rico em alimento, depois passam a se alimentar de um muco secretado do corpo dos pais, com mais aproximadamente 1 semana eles já podem receber infusórios e nauplios de artêmia mas ainda vão precisar da secreção dos pais por mais uns 30 dias e com aproximadamente 50 dias os filhotes podem ser separados dos pais, a reprodução só se dá se a qualidade da água for ótima (mole , ácida e livre de impurezas).

Receita de pasta para discos:
Ingredientes, 250g de coração de boi bem limpo, 150g de camarões sem casca, 150g de fígado de boi, 200g de folhas de espinafre, 200g de cenoura, 1/2 maçã nacional madura, 1/2 banana madura, 1/2 lata de ervilhas escorridas e lavadas, 1 pacote de gelatina sem sabor , 3 colheres de sopa de Neston ou outro cereal para bebes e 3 colheres de sobremesa de Tetra Bits. Modo de preparo , cozinhar o espinafre e a cenoura, bater no lquidificador, coar em um pano fino para retirar o escesso de água e separar, bater os demais ingredientes no liquidificador ou moedor menos a gelatina, bata até que vire uma pasta bem homogênea, acrescente a cenoura e o espinafre, continue batendo e acrescente a gelatina aos poucos sempre batento, quando homogeinizar separe, coloque em uma panela e ferva em fogo baixo por 2 a 3 minutos, separe, espere esfriar, a pasta deve ter uma coloração marrom escura ou arroxeada mostrando que predomina o coração e o fígado sobre os vegetais se ficar verde faça novamente com menos espinafre e cenoura em seguida congele, você deve descongelar apenas a quantidade que irá usar no dia seguinte. Ofereça aos discos 3 vezes ao dia. Eu uso esta pasta e os meus discos gostam muito dela.

[ad]

Categories
Artigos Especiais

Dicas para a Compra de Peixes e Plantas

Ao chegar em uma loja o aquarista deve ter em mente o tipo de espécies que quer colocar em seu aquário como peixes de água ácida, alcalina ou neutra.Também e necessário saber o tamanho médio dos peixes e o comportamento, agressivo, calmo, territorial etc.

Sempre peça informações basicas sobre o peixes como as citadas acima.

Observe bem aquele peixe que você esta interessado veja se ele não esta parado em algum canto do aquário, se possui pintas brancas(sinal de ictio), tufos brancos pelo corpo(fungo) , comportamento anormal como nado inrregular, ou apressenta qualquer outros tipos de machucados. Dica: Se na loja em que você estiver comprando os peixes, existir outros de mesma espécie, compare-os.

O peixe deve estar bem ativo e não deve ter suas nadadeiras comidas.Pois mesmo que não haja algum tipo de sintoma de doença, ele estara muito mais suscetível a contrair uma.

Para as plantas se verifica a compatibilidade de PH e se as mesmas não estão soltando os pedaços facilmente.Folhas novas e com boa coloração indicam uma planta saudável.

Compre peixes e plantas somente em lojas limpas com aquários bem tratados e equilibrados.

Evite colocar peixes que destroem a decoração como os Oscars.

Não coloque peixes muito grandes em aquários pequenos demais.

Peixes espertos com escamas e cores bem vivas indicam um animal saudável.

As melhores plantas são aquelas que apresentam caules novos e folhas bem resistentes.

[ad]

Categories
Artigos Especiais

Nitrito, Nitrato e Amônia

Todo tipo de matéria orgânica no aquários (resto de plantas, peixes mortos, resto de comida, urina dos peixes etc…) é ou ira se transforma-se em amônia.

A amônia é altamente tóxica para os animais do aquário sejam eles plantas ou peixes podendo causar a morte dos mesmo em um curto espaço de tempo. Um tipo de bactéria que vive no filtro biológico e qual é reponsável pela primeira etapada na transformação da matéria orgânica, transforma através de acimilação a amônia em uma substância mais aceitável a vida aquática.

Com o resultado disso o Nitrito é consequencia desse processo, que pode levar algumas horas. Mesmo sendo menos tóxico é ainda assim perigoso e fatal em alguns casos.

Após isto outro tipo de bactéria transforman o nitrito em nitrato que é muito menos perigoso e que é perfeitamente consumido pelas algas do aquários, estando assim fechado o cíclo biologico. Para se medir a amônia, nitrito ou nitrato você pode adquirir os teste nas lojas do ramo.

O uso desse é muito simples, basta coletar uma pequena quatidade de água do aquário e acresentar os produtos que irão reagir químicamente dando a quantidade exata dessas substâncias. Lembre-se que é vital para a vida dos seus peixes e plantas que essas substâncias estejam dentro dos parâmetros aceitáveis para a vida nos animais.

Como na parte do processo biológico as plantas fazem parte desse ciclo, mantenha sempre uma porpoção de dois terços do aquário com plantas.

[ad]

Categories
Peixes de Água Doce

Kribensis um Ciclídeo Amigo

Este peixe não é muito visto nas lojas, mas é excelente para Aquaristas iniciantes.O Kribensis é chamado cientificamente de Pelvicachromis pulcher e é de origem africana (desde a Nigéria, até o Zaire, passando pelo rio Kribi),onde pode crescer até 10 cm (macho). As fêmeas são menores (7 cm) e sendo uma excessão de regra que diz que todos os animais machos são mais coloridos e bonitos que as fêmeas no caso do Kribensis isto se inverte, onde a fêmea possui um colorido mais forte e bonito principalmente na região do ventre.

Vivem bem em aquários grandes, onde o solo possuem muitas pedras grandes formando tocas o que, o que torna o habitat ideal e até propício para o acasalamento e a reprodução.

São peixes da família dos Ciclídeos e a boa característica é que o casal é monogâmico, se escolhe e procura logo uma toca no aquário para acasalar, onde até protegem os filhotes que vão crescer e formar novos casais.Apesar de pacífico o Kribensis é um peixe territorial, que escolhe um local no fundo do aquário para morar e reproduzir, convive bem com outros da sua família(Bandeira, Disco, Festivo)e com outras espéciesde peixes cardumeiros (Barbus, Mato Grosso, etc.).

O Kribensis se reproduz com muita facilidade e com temperatura alta a reprodução é estimulada e logo o casal escolhe um cantinho do aquário onde limpa e ali deposita os ovos, que eclodiram em 3 dias.Se você possui um aquário misto fique tranquilo que se o casal estiver predisposta à acasalar, ele irá reproduzir em qualquer aquário.A alimentação dos filhotes devera ser com naplios (filhotes) de artemia salina.

Agora fique tranquilo se o aquário estiver bem montado , bem equipado e funcionando já há alguns meses não haverá necessidade, pois os filhotes encontraram alimentos do próprio aquário.

[ad]